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História da Starbucks

Conhecer a história de uma grande marca de sucesso nacional ou internacional pode ser fundamental para um empreendedor que deseja fundar um negócio ou já possui uma pequena empresa. Isso se deve ao fato de termos em um imaginário popular que essas marcas sempre estiveram no topo. A verdade é que muitas delas passaram por muitos percalços e começaram por baixo até alcançarem o alto patamar que ocupam. Dessa forma, conhecer essas histórias pode inspirar novas histórias que contaremos no futuro. No quadro História das Marcas, vamos falar sobre a História da Starbucks, sua origem e o mercado atual.

Neste artigo você encontrará os seguintes tópicos:

  • História da Starbucks: origem e primeiros passos
  • História da Starbucks: o mercado atual

 

História da Starbucks: origem e primeiros passos

Atualmente considerada a maior cafeteria do mundo, a Starbucks deu início à sua caminhada em 1971 graças aos fundadores, Jerry Baldwin, Zev Siegel, professores, e Gordon Bowker, escritor. A inspiração maior do grupo foi Jeff Peet, fundador de outra cafeteria famosa à época, a Peet’s Coffee & Tea, da qual compravam grãos verdes de café. Posteriormente, o grupo passou a comprar os grãos diretamente dos produtores.

A origem do nome Starbucks advém de um personagem do livro Moby Dick chamado Starbuck e o símbolo da marca é a sereia de duas caudas.  

A Peets Coffee & Tea continuaria a fazer parte da história da Starbucks. A empresa fora adquirida pelo grupo fundador em 1984 e passou a integrar a rede. Anos mais tarde, em 1987, a Starbucks foi vendida para a Il Giornale, uma empresa italiana que passou a aderir a marca estadunidense. Com isso, iniciou-se o processo de expansão da marca, dos Estados Unidos para o Canadá, do Canadá para o Japão e de lá pro resto do mundo. 

 

História da Starbucks: o mercado atual

A maior cafeteria possui nos dias atuais mais de 20 mil filiais espalhadas pelo globo, tendo expandido os produtos com os quais trabalha ao longo dos anos. De café expresso ao cappuccino, a Starbucks passou a comercializar também tipos de chás e lanches como sanduíches.

A Starbucks é responsável, ainda, por mais de 230 mil empregos ao redor do mundo e possui um faturamento bilionário.

História da Fila

História da Fila

História da Fila. Conhecer a história de uma grande marca pode ser importante para um empreendedor que está começando ou possui um pequeno negócio em vigor. Isso acontece porque existe no imaginário popular uma noção de que grandes marcas, de sucesso nacional e internacional, sempre estiveram naquele patamar. Ter o conhecimento da história delas nos mostra, no entanto, que nem sempre isso acontece e qualquer empresa de sucesso também começou por baixo e teve percalços no caminho. Por isso, no quadro História das Marcas, vamos falar mais sobre a História da Fila.

Neste artigo você encontrará os seguintes tópicos:

  • História da Fila: origem e primeiros passos
  • História da Fila: o mercado atual

 

História da Fila: origem e primeiros passos

A história da Fila é iniciada na Itália, no ano de 1911, em uma cidade chamada Biella, na região de Piemonte. Assim como diversas marcas do ramo – e também de outros segmentos mas com origem bem semelhante -, a Fila recebeu esse nome função do sobrenome de seus fundadores, conhecidos atualmente como Fila Brothers, ou os irmãos Fila. 

A Fila foi uma marca que enfrentou – e ainda enfrenta nos dias atuais – muita concorrência no setor de artigos esportivos, com as potências Nike, Adidas, Umbro e Puma nesse mercado. Muito em função disso, a marca demorou para consolidar-se como uma força mundial. A partir do ano de 1973 que a Fila tornou-se efetivamente uma marca do segmento esportivo.

 

História da Fila: o mercado atual

A Fila atualmente faz parte de um conglomerado sul coreano, adquirida em 2007 pelo grupo SBI, tornando-se a maior empresa sul coreana de artigos esportivos. Os valores da negociação não foram revelados.

Atualmente, a Fila está presente em mais de 50 países e nos 7 continentes, dentre eles o Brasil. A marca possui três grandes linhas de produção: lifestyle, um estilo mais casual focado em produtos para serem usados no cotidiano, running, uma linha focada para corridas esportivas e a linha training, para treinos de uma forma geral.

As consequências do uso indevido de marca não registrada Construir uma marca tá longe de ser uma tarefa fácil. Leva tempo, qualidade de trabalho e dedicação para tornar o nome da empresa popular entre as pessoas e se tornar um dos queridinhos dos brasileiros. No entanto, você já pensou em fazer tudo isso e descobriu subitamente que a marca não lhe pertence e, pior ainda, que você fez uso indevido de marca não registrada. Às vezes, você é proprietário de uma marca e descobrir que um terceiro está usando-a de forma indevida. Ou mesmo você está usando de forma indevida uma marca não registrada. Se você quer entender as consequências do uso indevido de marca não registrada, continue a leitura deste artigo. O que é o uso indevido de marca? O uso indevido de marca refere-se a uma prática de copiar, imitar, roubar ou uma marca existente. Caso o nome de marca seja a Pepsi e alguém use um nome muito parecido para vender produtos ou serviços no mesmo mercado que seu setor, isso constitui abuso de marca. Essa atitude não é incomum, além de prejudicial para pessoas que são vítimas, mas também para todo o consumidor, pois, uma vez eles compram produtos e serviços diferentes dos produtos e serviços que desejam. Em que momento é considerado uso indevido de uma marca registrada? As marcas registradas são como propriedades e somente aqueles que realmente possuem certificados de registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) tem o direito de usá-lo. Portanto, de acordo com a Lei da Propriedade Industrial (LPI), constitui abuso de marcas e pode ser condenado por crimes que ponham em risco o registro de marcas: Reproduzir parcial ou totalmente a marca registrada sem a autorização do proprietário ou imitá-la de maneira que possa causar confusão Alterar as marcas registradas de outras pessoas que foram publicadas no mercado. Quem ainda é culpado de violação de marca, que importa, exporta, vende, oferece ou expõe à venda, oculta ou estoca produtos de uso indevido de uma marca registrada. Vale dizer que não importa se uso indevido de uma marca registrada for comprovada má-fé ou mesmo falta de atenção no uso de uma marca, o responsável por isso sofrerá consequências legais. Então, o que faço quando minha marca registrada está sendo usada indevidamente? Vale ressaltar que, em muitas situações, isso é causada por pouco conhecimento do que proposital. Portanto, depois de entrar em contato com o responsável pelo uso indevido de marca, e notificá-lo, você deve ter muito cuidado com a lei. Descubra o que fazer: Procure saber da situação da marca infratora no INPI Comunique a empresa transgressora Se necessário, mova uma ação judicial. Consequências devido do uso indevido de marca não registrada De acordo com a Lei da Propriedade Industrial no capítulo III do título V, estabelece as sanções previstas para o registro de uma marca, que pode variar de três meses a um ano ou o pagamento de uma multa. A penalidade pode compensar as perdas morais e financeiras que o titular da marca possa sofrer devido ao seu uso ilegal. Muito mais do que do que lidar com o processo judicial e da necessidade de pagar um advogado, e após o veredicto, juntamente com os valores indenizatórios, o juiz ainda pode determinar a remoção imediata da marca das instalações do estabelecimento e designar o valor da multa diária se a medida não for respeitada. Vale ressaltar que o valor da compensação é de cerca de 5% da sua receita bruta nos últimos 5 anos da sua empresa. E aí, ficou com alguma dúvida sobre este artigo? Entre em contato conosco agora mesmo! Palavra-chave: as consequências do uso indevido de marca não registrada

As consequências do uso indevido de marca não registrada

As consequências do uso indevido de marca não registrada – Construir uma marca tá longe de ser uma tarefa fácil.

Leva tempo, qualidade de trabalho e dedicação para tornar o nome da empresa popular entre as pessoas e se tornar um dos queridinhos dos brasileiros. 

No entanto, você já pensou em fazer tudo isso e descobriu subitamente que a marca não lhe pertence e, pior ainda, que você fez uso indevido de marca não registrada.

Às vezes, você é proprietário de uma marca e descobrir que um terceiro está usando-a de forma indevida. 

Ou mesmo você está usando de forma indevida uma marca não registrada.

Se você quer entender as consequências do uso indevido de marca não registrada, continue a leitura deste artigo.

 

O que é o uso indevido de marca?

O uso indevido de marca refere-se a uma prática de copiar, imitar, roubar ou uma marca existente. 

Caso o nome de marca seja a Pepsi e alguém use um nome muito parecido para vender produtos ou serviços no mesmo mercado que seu setor, isso constitui abuso de marca.

Essa atitude não é incomum, além de prejudicial para pessoas que são vítimas, mas também para todo o consumidor, pois, uma vez eles compram produtos e serviços diferentes dos produtos e serviços que desejam.

 

Em que momento é considerado uso indevido de uma marca registrada?

As marcas registradas são como propriedades e somente aqueles que realmente possuem certificados de registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) tem o direito de usá-lo. 

Portanto, de acordo com a Lei da Propriedade Industrial (LPI), constitui abuso de marcas e pode ser condenado por crimes que ponham em risco o registro de marcas:

  • Reproduzir parcial ou totalmente a marca registrada sem a autorização do proprietário ou imitá-la de maneira que possa causar confusão
  • Alterar as marcas registradas de outras pessoas que foram publicadas no mercado.
  • Quem ainda é culpado de violação de marca, que importa, exporta, vende, oferece ou expõe à venda, oculta ou estoca produtos de uso indevido de uma marca registrada.

Vale dizer que não importa se uso indevido de uma marca registrada for comprovada má-fé ou mesmo falta de atenção no uso de uma marca, o responsável por isso sofrerá consequências legais.

 

Então, o que faço quando minha marca registrada está sendo usada indevidamente?

Vale ressaltar que, em muitas situações, isso é causada por pouco conhecimento do que proposital. 

Portanto, depois de entrar em contato com o responsável pelo uso indevido de marca, e notificá-lo, você deve ter muito cuidado com a lei. Descubra o que fazer:

 

  • Procure saber da situação da marca infratora no INPI
  • Comunique a empresa transgressora
  • Se necessário, mova uma ação judicial.

 

 

Consequências devido do uso indevido de marca não registrada

De acordo com a Lei da Propriedade Industrial no capítulo III do título V, estabelece as sanções previstas para o registro de uma marca, que pode variar de três meses a um ano ou o pagamento de uma multa. 

A penalidade pode compensar as perdas morais e financeiras que o titular da marca possa sofrer devido ao seu uso ilegal.

Muito mais do que do que lidar com o processo judicial e da necessidade de pagar um  advogado, e após o veredicto, juntamente com os valores indenizatórios, o juiz ainda pode determinar a remoção imediata da marca das instalações do estabelecimento e designar o valor da multa diária se a medida não for respeitada.

Vale ressaltar que o valor da compensação é de cerca de 5% da sua receita bruta nos últimos 5 anos da sua empresa. 

E aí, ficou com alguma dúvida sobre este artigo? Entre em contato conosco agora mesmo!

 

Palavra-chave: as consequências do uso indevido de marca não registrada

 

Modelo de etiquetas para roupas

Modelo de etiquetas para roupas

Modelo de etiquetas para roupas – É muito comum quando se deseja começar um negócio pensar em todos os detalhes que vão compor o conjunto serviço-produto. Em casos de prestação de serviços, pensa-se no atendimento, na funcionalidade de um site, um sistema próprio, dentre outros. Já no caso dos produtos, a embalagem pode ser um aspecto relevante e chamativo, mas existe outro ponto minucioso que, muitas vezes, pode passar despercebido: as etiquetas. Lojas de vestuário costumam utilizar etiquetas próprias com a logo da marca para fixar aquela ideia na mente do cliente. Pensando nisso, vamos mostrar porque o modelo de etiquetas para roupa pode ser importante para a sua marca.

 

Por que uma etiqueta é importante?

Muitas vezes, associamos o uso da etiqueta apenas como uma forma de instrução, como modo de usar, ingredientes e cuidados no caso de produtos alimentícios, maneira correta de levar à máquina de lavar no caso de roupas, dentre outras. Isso se deve ao fato de que, por lei, essas informações devem estar contidas no produto que será adquirido segundo o código de defesa do consumidor. 

No entanto, a utilização da etiqueta pode servir também para algo além do caráter instrucional. O Marketing também deve ser levado em consideração, afinal, sua marca pode estar presente no imaginário das pessoas por meio das etiquetas, com um presente, uma indicação.

Na etiqueta, é fundamental que exista a associação do produto à identidade visual ou nome da sua marca, exatamente com o intuito de fortalecer esse vínculo entre marca, produto e cliente.

Modelo de etiquetas para roupas

Atualmente, são diversas as opções e variações que encontramos de etiquetas para roupas. Em caso de lojas varejistas, elas atuam até mesmo como um fator de segurança, como um antifurto. Em lojas de vestuário, por exemplo, permite que o desenho da etiqueta seja mais variável quanto à forma, cores e até mesmo estampas que podem ser aplicadas.

O modelo de etiqueta para roupa mais comum, com certeza, é o clássico retângulo com o nome ou logo da marca inscritas, variando se a marca é nominal ou mista.

 

Classificação Nice de Produtos e Serviços – INPI – Registro de Marca

Classificação Nice de Produtos e Serviços – INPI – Registro de Marca | O registro de marca é um processo feito junto ao INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Sendo uma autarquia federal, o instituto tem a missão de executar as leis relacionadas à propriedade industrial no Brasil (LPI). 

O processo de registro de marca, um dos quais o INPI administra, é obrigatório para qualquer empresa que deseja se tornar uma referência em seu mercado de atuação. Ele ocorre em classes, ou seja, para registrar uma marca é necessário enquadrá-la na classe que a pertence. Neste artigo falaremos mais sobre Classificação NICE de Produtos e Serviços – INPI – Registro de Marca. 

O que é a Classificação Nice de Produtos e Serviços? 

Ao passar pelo processo de registro de marca e ter o seu pedido concedido, o titular consegue o direito de exclusividade sobre aqueles elementos, sejam eles nominativos ou figurativos. Essa exclusividade ocorre em todo o território nacional, mas é válida apenas para o segmento de atuação igual ou semelhante ao da marca em questão. 

Para facilitar a análise de marcas que atuam em segmentos parecidos, o INPi faz a utilização da Classificação Nice de Produtos e Serviços. Dessa forma, todos os ramos possíveis do mercado são divididos em 45 classes. Destas, 34 são referentes a marcas de produtos e 11 (da 35 à 45) são referentes a marcas de serviços. 

Até o ano 2000, o INPI fazia a utilização de uma classificação criada pelo próprio instituto. No entanto, com a crescente globalização, esse documento ficou defasado, dificultando que marcas brasileiras fossem registradas em outros países e que marcas estrangeiras fossem registradas em nosso território. 

Por esse motivo, em 2000, o INPI passou a utilizar a Classificação NICE de Produtos e Serviços. Este, por sua vez, é um classificador universal, utilizado por 198 países em todo o mundo, incluindo grandes potências mundiais, como países da União Europeia, Estados Unidos da América, Japão, dentre outros. 

Quais são as classes da Classificação NICE de Produtos e Serviços?

Como falado anteriormente, a Classificação NICE de Produtos e Serviços é constituída a partir de 45 classes. Clique nas classes abaixo para saber mais sobre cada uma delas. 

  • Classes de Produtos do INPI:

 

  • Classe 01 INPI: Substâncias químicas destinadas à saúde (…). Clique para saber mais; 
  • Classe 2: Tintas, vernizes, lacas (…). Clique para saber mais; 
  • Classe 3: Preparações para branquear, perfumaria (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 4: Graxas, óleos industriais (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 05 INPI: Preparações farmacêuticas, alimentos para bebês (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 6: Metais comuns, produtos de metal, cofres (…).  Clique para saber mais;
  • Classe 7: Máquinas e ferramentas mecânicas. Motores (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 8: Aparelho de barbear, armas brancas (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 9: Aplicativos, aparelhos científicos (…). Clique para saber mais; 
  • Classe 10: Aparelhos cirúrgicos e médicos, membros artificiais (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 11: Aparelhos para iluminação, refrigeração (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 12: Veículos de locomoção (…).  Clique para saber mais;
  • Classe 13: Armas de fogo, explosivos (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 14: Jóias, relógios (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 15: Instrumentos musicais (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 16: Produtos de papel, pincéis (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 17: Borracha, produtos de plástico (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 18: Produtos de couro e peles de animais (…).  Clique para saber mais;
  • Classe 19: Materiais de construção (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 20: Móveis, produtos de madeira (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 21: Utensílios para casa, porcelana (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 22: Cordas, toldos, sacolas (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 23: Fios para tecido (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 24: Tecidos, pano de mesa e cobertores (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 25 INPI: Vestuário (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 26: Rendas, flores artificiais (…).  Clique para saber mais;
  • Classe 27: Tapetes, carpetes (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 28: Jogos e brinquedos (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 29 INPI: Carne, legumes, ovos (…)  Clique para saber mais; 
  • Classe 30: Café, especiarias, sorvetes (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 31: Produtos agrícolas, animais vivos (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 32: Cerveja, água, bebidas (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 33: Bebidas alcoólicas exceto cerveja (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 34: Cigarro, tabaco (…).  Clique para saber mais; 
  • Classes de Serviços do INPI: 

  • Classe 35: Publicidade, comércio em geral (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 36: Negócios financeiros, imobiliários (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 37: Construção, serviços de reparo (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 38: Serviços de telecomunicação (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 39: Transporte, organização de viagem (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 40: Tratamento de materiais (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 41: Entretenimento, atividades culturais e educacionais (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 42: Serviços tecnológicos (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 43: Restaurantes, bares, hoteis (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 44: Serviços médicos e veterinários (…).  Clique para saber mais; 
  • Classe 45  INPI: Serviços jurídicos e de segurança (…).  Clique para saber mais; 

É importante ressaltar que os resumos colocados nas classes acima não contemplam todos os produtos ou serviços contemplados pela classe em questão. Para saber em qual Classificação NICE de Produtos e Serviços sua marca se enquadra, clique no link ou ligue para a nossa empresa e tire todas as suas dúvidas: 0800 580 0363.