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protocolo de Madrid

O que é o protocolo de Madrid

O que é o protocolo de Madrid

O Protocolo de Madrid é um sistema internacional para a obtenção de proteção de marca para vários países e / ou regiões usando um único aplicativo. A proteção (um “Registro Internacional”) só pode ser obtida para países e regiões que aderiram ao sistema (países membros), e estes estão listados abaixo.

As Inscrições Internacionais dão um conjunto de direitos administrados centralmente através da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO) na Suíça.

Além de muitos países, existem três regiões que podem ser designadas em um Registro Internacional sob o Protocolo de Madri.

Um é o Benelux: este compreende a Bélgica, os Países Baixos e o Luxemburgo; eles são, na verdade, tratados como um país – não é possível designá-los separadamente.

Outra é a União Europeia (UE): todos os estados membros da União Europeia (com o Benelux tratado como um – ver acima), exceto Malta (que não está atualmente no Sistema Internacional de Registro), pode ser designado separadamente, adicionalmente ou como uma alternativa.

A terceira é a Organização Africana da Propriedade Intelectual (OAPI).

Note que não é possível designar os países membros do OAPI separadamente; nem é possível apresentar aplicações nacionais autónomas nos países membros, uma vez que decidiram que a proteção da marca só será feita através do OAPI.

Quem pode se inscrever?

Qualquer empresa do Brasil com marca registrada pelo INPI. Mesmo não participando do protocolo de Madri, empresas brasileiras podem se registrar internacionalmente através dele.

Como um pedido de marca do Brasil é examinado em geral com bastante rigor e lentidão, provavelmente vale a pena aguardar a concessão da concessão antes da apresentação de um Pedido do Protocolo Internacional de Madrid com base nele, para que quaisquer problemas surgidos durante a aplicação tenham sido resolvidos.

Um registo de marca comercial existente no Brasil ou em qualquer outro país pode ser utilizado como base para um registo internacional.

Quais são as vantagens?

O custo será quase certamente menor do que aplicar separadamente para registro para cada país / região membro. No entanto, os custos dependem de vários fatores, incluindo os países / regiões designados, e ficaremos felizes em fornecer uma estimativa após discutir suas necessidades.

Podemos lidar com o procedimento de candidatura para todos os países / regiões, a menos que surjam objeções (conforme mencionado abaixo). Isso leva a uma economia adicional, pois geralmente não precisamos instruir advogados locais.

A proteção para alguns países / regiões pode ser obtida mais rapidamente do que usando a rota nacional. Isso ocorre porque limites de tempo estritos são definidos no Protocolo.

A gravação de alterações de nome e atribuições etc. (e, para alguns países / regiões, licenças) é realizada centralmente via WIPO. Existe, portanto, uma economia de custos em comparação com a necessidade de registrar tais eventos separadamente em cada país / região membro.

Um Registro Internacional pode substituir um registro nacional / regional correspondente sem perda de direitos.

Geralmente, é possível adicionar países / regiões extras posteriormente, embora estes tenham sua própria data posterior.

O que pode ser aplicado?

Quase qualquer marca que seria aceitável nos países membros pode ser solicitada. O Aplicativo Internacional pode incluir tantas classes de bens / serviços quanto o aplicativo ou registro residencial. Não pode incluir itens que estão fora do escopo dos produtos / serviços do aplicativo ou registro de origem. Dentro desses parâmetros, é possível ter diferentes especificações de produtos / serviços para diferentes designações. Por exemplo, os Estados Unidos normalmente exigirão uma especificação que seja mais específica do que as especificações geralmente formuladas que são aceitáveis ​​para a maioria dos países / regiões.

Resumidamente, o requerimento (“Pedido Internacional”) deve ser apresentado no Escritório de Marcas Registradas do país de origem / região do solicitante (“O Escritório de Origem”), correspondente ao requerimento ou registro “domiciliar” no qual o é baseado.

O Escritório de Origem verifica os detalhes do pedido ou registro de residência do solicitante e encaminha o pedido à Organização Mundial de Propriedade Intelectual.

O requerimento pode ser apresentado em inglês, francês ou espanhol e pode designar qualquer número de países / regiões membros (exceto o país de origem / região do candidato, pois isso é coberto pelo pedido ou registro do solicitante no qual o pedido de Registro Internacional é baseado).

Exame pela OMPI

Apenas um exame de formalidades é realizado pela OMPI. Se não houver nenhum problema, um Registro Internacional será registrado e os detalhes serão enviados para cada um dos escritórios dos países / regiões membros designados, listados no Formulário de Solicitação Internacional. Observe que o registro do Registro Internacional pela Secretaria Internacional não confere, por si só, proteção nos países / regiões designadas.

Lista de Países membros do Protocolo de Madri

Afeganistão

Albânia

Alemanha

Argélia

Andorra

Angola

Antígua e Barbuda

Argentina

Armênia

Austrália

Áustria

Azerbaijão

Bahamas

Bahrain

Bangladesh

Barbados

Belarus

Bélgica

Belize

Benin

Butão

Bolívia (Estado Plurinacional de)

Bósnia e Herzegovina

Botsuana

Brasil

Brunei Darussalam

Bulgária

Burkina Faso

Burundi

Cabo Verde

Camboja

Camarões

Canadá

República Centro-Africana

Chade

Chile

China

Colômbia

Comores

Congo

Ilhas Cook

Costa Rica

Costa do Marfim

Croácia

Cuba

Chipre

República Checa

República Popular Democrática da Coreia

República Democrática do Congo

Dinamarca

Djibouti

Dominica

República Dominicana

Equador

Egito

El Salvador

Guiné Equatorial

Eritréia

Estônia

Etiópia

Fiji

Finlândia

França

Gabão

Gâmbia

Geórgia

Gana

Grécia

Granada

Guatemala

Guiné

Guiné-Bissau

Guiana

Haiti

Santa Sé

Honduras

Hungria

Islândia

Índia

Indonésia

Irã

Iraque

Irlanda

Israel

Itália

Jamaica

Japão

Jordânia

Cazaquistão

Quênia

Kiribati

Kuwait

Quirguistão

República Democrática Popular do Laos

Letônia

Líbano

Lesoto

Libéria

Líbia

Liechtenstein

Lituânia

Luxemburgo

Madagáscar

Malaui

Malásia

Maldivas

Mali

Malta

Ilhas Marshall

Mauritânia

Maurício

México

Mônaco

Mongólia

Montenegro

Marrocos

Moçambique

Myanmar

Namíbia

Nepal

Países Baixos

Nova Zelândia

Nicarágua

Níger

Nigéria

Niue

Noruega

Omã

Paquistão

Panamá

Papua Nova Guiné

Paraguai

Peru

Filipinas

Polônia

Portugal

Catar

República da Coreia

República da Moldávia

Romênia

Federação Russa

Ruanda

São Cristóvão e Nevis

Santa Lúcia

São Vicente e Granadinas

Samoa

San Marino

São Tomé e Príncipe

Arábia Saudita

Senegal

Sérvia

Seychelles

Serra Leoa

Cingapura

Eslováquia

Eslovênia

Somália

África do Sul

Espanha

Sri Lanka

Sudão

Suriname

Suécia

Suíça

República Árabe da Síria

Tajiquistão

Tailândia

Timor-Leste

Tonga

Trinidad e Tobago

Tunísia

Peru

Turcomenistão

Tuvalu

Uganda

Ucrânia

Emirados Árabes Unidos

Reino Unido

República Unida da Tanzânia

Estados Unidos da America

Uruguai

Uzbequistão

Vanuatu

Venezuela (República Bolivariana da)

Vietnã

Iémen

Zâmbia

Zimbábue

 

Convenção de Paris

O que foi a Convenção de Paris

O que foi a Convenção de Paris

As leis de propriedade intelectual são extremamente importantes para garantir que a pessoa ou empresa que cria alguma coisa receba os benefícios fiscais de criar algo novo que o mundo inteiro possa desfrutar. Muitas leis estão em vigor para garantir que as patentes sejam protegidas, mas um evento que foi fundamental no campo da propriedade intelectual foi a Convenção de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial. Se você estiver interessado em aprender mais sobre a história das leis de propriedade intelectual, então este é um item importante para aprender.

História

Um dos primeiros tratados sobre o campo da propriedade intelectual foi assinado nesta convenção. Foi assinado em Paris, França, em 20 de março de 1883. As leis trazidas por esta convenção ainda estão em vigor e são administradas pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Esta organização está localizada em Genebra, na Suíça.

A história deste tratado remonta a 1880, quando uma conferência diplomática foi realizada em Paris. A convenção e o subsequente tratado ocorreram em 1883 e, a princípio, foram assinados apenas por 11 países. Estes incluíram a Suíça, Espanha, Sérvia, El Salvador, Portugal, Holanda, Itália, Guatemala, França, Brasil e Bélgica. Até o momento, existem 169 países que cumprem a Convenção de Paris, que inclui Alemanha, Japão, Egito, México, Arábia Saudita, Reino Unido, Estados Unidos e Vietnã. Várias revisões foram feitas ao tratado ao longo dos anos.

O que este tratado diz?

A Convenção de Paris ofereceu algumas das proteções mais difundidas para indivíduos e empresas que possuem marcas registradas, patentes, modelos de utilidade, desenhos industriais, indicações geográficas e nomes comerciais. Foi realmente o primeiro grande passo para garantir que os criadores recebam proteções para seus trabalhos mesmo em outros países. Esta convenção criou a provisão de tratamento nacional. Isso estabelece que cada estado deve oferecer aos indivíduos ou empresas com uma patente as mesmas proteções que dariam aos cidadãos nacionais de seu próprio estado.

A convenção também estabeleceu o direito de prioridade. Isso significa que um indivíduo pode registrar uma patente para sua invenção em qualquer país em que a pessoa viva. Depois de um determinado período de tempo, o inventor pode solicitar uma patente em qualquer outro país que tenha concordado com a Convenção de Paris. A quantidade de tempo que uma pessoa precisaria esperar é de seis meses para marcas industriais e desenhos e 12 meses para modelos de utilidade e patentes. Esta disposição é incrivelmente benéfica porque significa que os arquivadores de patentes não precisam depositar patentes em vários países ao mesmo tempo, o que pode causar muitas dores de cabeça. Você pode se concentrar em sua terra natal primeiro e então decidir que outros países seriam melhores para obter uma patente registrada.

Algumas regras comuns são estabelecidas. Estes entram em grande detalhe dentro da escrita real do tratado, mas um deles é que as patentes são independentes umas das outras quando lidam com diferentes estados contratantes. Embora uma patente não possa ser rescindida ou recusada com base no fato de que ela foi rescindida ou recusada em outro estado, um país não tem nenhuma obrigação de aceitar a patente se ela falhar em alguma outra capacidade. Estas regras comuns aplicam-se igualmente a marcas coletivas, como a concorrência desleal, indicações de origem, nomes comerciais e desenhos industriais.

A Convenção de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial é um evento interessante para investigar se você estiver interessado em um dia de solicitação de patentes em outros países além daquele em que você mora atualmente. As empresas que têm reputação mundial devem particularmente investigar a lei para garantir tudo está sendo tratado corretamente. Esta convenção foi reunida para que os inventores recebam proteções internacionais, e sua autoridade é clara com base no fato de que foi criada em 1883 e ainda está em vigor até hoje.

O conceito de marca registrada e a Convenção de Paris

Marca registrada, qualquer sinal ou dispositivo visível usado por uma empresa comercial para identificar seus produtos e distingui-los daqueles feitos ou transportados por outras pessoas. Marcas registradas podem ser palavras ou grupos de palavras, letras, numerais, dispositivos, nomes, a forma ou outra apresentação de produtos ou seus pacotes, combinações de cores com sinais, combinações de cores e combinações de qualquer um dos sinais enumerados.

Ao indicar a origem dos bens e serviços, as marcas registradas servem a dois propósitos importantes. Eles fornecem aos fabricantes e comerciantes proteção contra a concorrência desleal (uma pessoa representando ou repassando seus bens como bens de outra), e fornecem aos clientes proteção contra imitações (assegurando-lhes uma certa qualidade esperada). Em termos da proteção dos direitos dos detentores de marcas registradas, a lei na maioria dos países se estende além da regra da concorrência desleal, pois uma marca registrada é considerada propriedade do detentor; e, como tal, o uso não autorizado da marca constitui não só deturpação e fraude, mas também uma violação dos direitos de propriedade privada do detentor.

Não é necessário que a marca esteja em uso antes de um pedido de registro ser apresentado, embora a maioria dos países exija que os solicitantes tenham uma intenção genuína de usar a marca após o registro. Anteriormente, os Estados Unidos eram um dos poucos países que necessitavam de uso real antes do registro. Sob o Trademark Law Revision Act de 1988, os Estados Unidos permitem o registro mediante solicitação, atestando a intenção de usar a marca em um futuro próximo.

Em muitos países, a propriedade de uma marca registrada não é reconhecida até que a marca tenha sido registrada e não tenha sido contestada por um determinado período de tempo, de modo a proporcionar proteção a um usuário anterior da marca. Mesmo após esse período, o usuário anterior pode se mover para cancelar o registro. Depois de um certo número de anos (de três a sete, dependendo do país), o registro e a propriedade tornam-se incontestáveis.

Para uma marca ser registrada, ela deve ser distinta. Em muitos casos, uma marca, quando posta em uso pela primeira vez, pode não ter sido distintiva, mas com o tempo o público pode ter atribuído um significado secundário a ela, formando uma associação específica entre a marca e o produto, tornando assim a marca distintiva registrável.

Quando surge uma questão de infração (uso não autorizado) de uma marca registrada, a principal questão jurídica abordada no tribunal é se o uso da marca pelo infrator acusado pode confundir o público comprador

Durante muito tempo, os direitos de uma marca registrada não puderam ser transferidos separadamente da empresa à qual ela estava anexada. Agora, no entanto, como as marcas registradas são consideradas propriedade, elas podem ser vendidas, herdadas ou arrendadas, desde que tal transferência de direitos não engane o público. Na maioria dos países, um aviso público de tal transferência deve ser dado. Uma forma comum de transferência é o licenciamento internacional, em que um detentor de marca registrada permite o uso de sua marca em um país estrangeiro por uma taxa. Muitas vezes, em tais casos, o licenciado estrangeiro deve atender a certos requisitos de qualidade do produto, de modo que seu uso da marca não engane o consumidor.

Existem alguns casos em que o direito de marca pode ser perdido. As duas razões mais sérias para a perda de marca são a falha em usar uma marca registrada e o uso de uma marca registrada que se torna um termo genérico. Em muitos países, se uma marca não for usada dentro de um certo número de anos, os direitos de proteção da marca serão perdidos. Nos Estados Unidos, quando uma marca se torna um termo genérico na mente do público, os tribunais podem decidir que o detentor da marca não tem mais direitos de proteção. Em outros países, os tribunais não estão preocupados se a marca é considerada genérica, e o detentor original da marca retém todos os direitos e privilégios da marca.

Embora cada nação tenha sua própria lei de marcas registradas, há cada vez mais esforços multinacionais para facilitar as práticas de registro e fiscalização. O primeiro acordo internacional foi a Convenção de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial de 1883, que tem sido regularmente revisada desde então. Estabelece padrões mínimos para a proteção de marcas e oferece tratamento similar para os titulares de marcas estrangeiras e nacionais. Aproximadamente 100 países fazem parte da Convenção de Paris. As leis uniformes sobre marcas registradas foram promulgadas pela Organização Africana de Propriedade Intelectual em 13 países africanos de língua francesa, o Mercado Comum Andino na Colômbia, Equador e Peru, nos países Benelux e Escandinavos, e sob o Tratado Centro-americano de Propriedade Industrial (Costa Rica, El Salvador, Guatemala e Nicarágua). Além disso, cerca de 30 países (a maioria europeus, incluindo Marrocos, Argélia, Vietnã e Coréia do Norte) aderem ao Acordo de Madri, que prevê um processo único de solicitação através do depósito em um escritório central localizado em Genebra.

A importância do registro de marca

A importância do registro de marca

A importância do registro de marca

São vários aspectos que podem ajudar para o sucesso de uma empresa. Desde bons preços em relação à concorrência até produtos e serviços de qualidade, se consolidar no mercado passa por várias características necessárias para um negócio.

Contudo, em meio à crise financeira e econômica a qual nosso país vem passando há um tempo, uma dessas características ganharam mais força: a identificação com o cliente. Já que o mercado consumidor se tornou mais enxuto, com uma menor quantidade de pessoas para comprar, resta ao mercado conquistar grande parte desses indivíduos, fazendo com que seu rendimento não despenque de forma brusca.

A melhor forma de criar uma identificação com o consumidor é a partir da consolidação de uma marca no mercado. Ter sua empresa como uma marca referência naquele ramo de atuação pode ser a garantia de uma clientela fiel. Mas, afinal, o que é uma marca? Como construir uma marca bem vista pelo público em geral? Qual a importância do registro de marca? Nesse artigo iremos responder a todas essas questões, visando sanar as dúvidas de qualquer micro, médio, ou grande empresário.  

O que é uma marca?

Na maioria das vezes, pensamos ter o conceito de marca bem consolidados em nossa cabeça, mas na hora de realmente descrever o que esse termo significa para uma empresa podemos nos enrolar bastante. Dessa forma, vamos explicar mais a fundo qual o significado de marca, a fim atingir o melhor entendimento do leitor.

Basicamente, uma marca é o que identifica uma empresa. É por onde a relação com o consumidor começará. Existem três tipos de marcas possíveis:

  • Marca nominativa: Faz referência a uma marca que se identifica apenas a partir de seu nome, sem qualquer elemento visual. Nesses casos, a simples escrita do nome pode ser a identificação visual da empresa para com os seus consumidores;
  • Marca figurativa: Faz referência a uma marca que se identifica apenas a partir de elementos visuais com o seu consumidor, ou seja, a sua logo e derivações. Após ter estes elementos consolidados, simples representações das cores de uma marca figurativa podem representar a empresa;
  • Marca mista: Faz referência a uma marca que se identifica a partir da junção dos dois tópicos citados acima.

Para melhor entendimento do leitor, podemos dar exemplos de marcas bem sucedidas no mercado. Nesse caso, usaremos a empresa Adidas, mundialmente conhecida por produzir e distribuir calçados, vestimentas e produtos esportivos variados.

Nesse caso, a Adidas faz uso de marca mista, já que o próprio nome da empresa é reconhecido nos mercados de todo o mundo. Do mesmo modo, a companhia também tem uma forte identidade visual, a qual é representada através de três linhas paralelas.

A partir de sua logo, que consiste em três linhas paralelas de tamanhos diferentes, e a consolidação da companhia no mercado mundial, a Adidas criou uma identificação visual com todo os seus consumidores. Isso pode ser comprovado a partir do momento em que todo produto, principalmente de vestimenta e esportivo, que possuir três linhas paralelas, mesmo que nem sejam parecidas com a logo inicial, serão rapidamente associadas à empresa.

Como criar uma marca de sucesso

Depois do pleno entendimento do que é, de fato, uma marca, o leitor pode se perguntar o que fazer para criar uma marca bem sucedida. Bom, embora não exista uma fórmula mágica para atingir esses feitos, existem alguns aspectos essenciais para atingir esse sucesso.

A seguir você poderá ler 3 dicas de como criar uma marca de sucesso:

Elementos que traduzam a personalidade de sua empresa:

A marca, sendo o nome ou a identidade visual de sua empresa, será, muitas das vezes, um dos primeiros contatos que o consumidor terá para com o seu negócio. Dessa forma, esta deverá traduzir a personalidade e o estilo de sua empresa.

Diante disso, para a construção de uma marca de sucesso é necessário escolher elementos que combinem com você e com o modo de ação de sua empresa, de forma que os consumidores rapidamente associem a sua marca com a companhia em si. Para isso, você deve usar uma logo que se relacione com os serviços, uma cor que identifique e assim em diante.

Há várias agências e profissionais qualificados que produzem esses materiais, a partir apenas de pequenas dicas e diretrizes dos comandantes das empresas.

Valorize a comunicação com o público:

Nosso mundo, com a chegada de várias tecnologias que permitem a comunicação com alguém de outro lado do mundo em questão de milésimos de segundo, se tornou um ambiente altamente globalizado, onde as pessoas podem ser incentivadas a fazer algo – ou adquirir um produto/serviço – a partir das informações que recebe sobre aquela empresa.

Dessa forma, para a construção de uma marca de sucesso, o investimento na comunicação com o público consumidor, principalmente nos meios digitais, é de suma importância.

Mostre os diferenciais de sua empresa:

Tendo em vista que sua empresa está entrando agora no mercado, precisamos nos atentar para um fato: novos consumidores não irão surgir do nada, então você precisará trazer indivíduos que já consomem os produtos/serviços dos seus concorrentes. E é por isso que, a partir de uma comunicação eficiente (item acima), você precisará mostrar os diferenciais e os fatores de inovação de seu negócio, de modo a dissuadir atrair os consumidores para o seu negócio.

Contudo, isso funcionará apenas em um primeiro momento. Para a consolidação de uma marca no mercado, a fim de ser uma referência, ainda é necessário o oferecimento de produtos e serviços de qualidade.

A importância do registro de marca

Como já vimos em todo o corpo desse texto, a consolidação de uma marca no mercado, a fim de possuir clientes fiéis e se tornar uma referência em seu âmbito não é uma tarefa fácil. Contudo, também não é impossível e pode ser um objetivo atingido por qualquer um que possuía idéias inovadoras e força de vontade dentro do mercado.

Dessa forma, para os indivíduos que conseguem estabelecer uma marca no mercado, é preciso falar sobre registro de marca. Imagine que, depois de muitos anos de trabalho duro você seja prejudicado, pois outras empresas estão fazendo uso de seu nome e sua identidade visual? Com certeza isso poderá acarretar grandes problemas e dores de cabeça, mas só para quem não se precaveu e fez o registro de sua marca.

O registro de marca é um processo feito junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), onde o indivíduo registra o uso daquela marca (pode-se fazer o registro de qualquer das três modalidades existentes) e, a partir daí, ganha exclusividade no uso daqueles elementos. Dessa forma, qualquer um que fazer uso do nome ou identidade visual sem prévia autorização poderá ser processado judicialmente pelo detentor inicial da marca.

Dessa forma, o registro é um procedimento altamente necessário para a consolidação de uma marca, tendo em vista que garante a exclusividade de uso daqueles elementos. Deve ser feito logo no início da história de uma empresa, a fim de evitar que, após a construção de uma marca bem sucedida, o empresário tenha que recomeçar do zero, por descobrir que algumas de suas utilizações já haviam sido registradas, ou mesmo foram feitas após seu início, mas antes de seu registro.

Registro de Marcas e Patentes BH

O processo de Registro de Marcas, embora altamente necessário para uma empresa, consiste um procedimento demorado e, muitas vezes burocrático. No caminho, que possui a duração média de 8 a 12 meses, há vários pequenos obstáculos que podem confundir bastante os detentores de uma marca.

Dessa forma, a melhor opção é fazer o registro de marcas e patentes acompanhado de profissionais que entendem do assunto e podem acelerar esse processo e oferecer garantias para os empresários. Para isso, existem empresas especializadas nesse tipo de processo, que contam com funcionários capazes e experientes nesse ramo.   

A Arena Marcas e Patentes é uma empresa com décadas de experiência no mercado de registro de marca, já tendo ajudado milhares de empresas e pessoas físicas a terem suas marcas registradas. Temos profissionais qualificados, com mais de 20 anos de experiência no setor e conhecedores de todos as etapas do processo. Ligue já e faça um orçamento: 0800 140 1414

registro de franquia

Registro de Franquia — A Importância do Processo

Registro de Franquia — A Importância do Processo para Mantê-la Protegida

Se você comprou um negócio de franquia, você tem que registrá-lo com o estado em que sua franquia de negócios opera. Registrar uma franquia é semelhante ao registro de qualquer outro tipo de negócio. Se você está estabelecendo a franquia em mais de um estado, você tem que registrar a franquia em cada estado em que suas franquias operam.

Como funciona o registro de franquia?

O registro de franquia pode ser algo um pouco mais fácil de lidar do que o normal, partindo do ponto de que a marca já existe e está consolidada, mas isso não muda o fato de que você tem que estar atento para proteger seu negócio de um modo geral.

Na Lei da Franquia, encontramos o artigo 3º que diz que para que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) faça a concessão do uso de franquias envolvendo transferências de tecnologias, padrões e serviços, além da possibilidade de utilizar marcas e patentes, o franqueado em questão deve provar conhecimento da COF (Circular de Oferta).

O COF é nada menos que o documento que o dono da rede correspondente usa no fornecimento de dados financeiros, jurídicos e comercias de seu franchising àqueles que possuem interesse em operar com determinada marca.

Está determinado na COF que o franqueador em questão precisa oferecer ao franqueado um prazo de dez dias para que seja feita a análise do pedido, antes da assinatura definitiva do contrato. A COF também é responsável por apresentar um perfil chamado de “franqueador ideal”, além de esclarecer a situação da rede no que tange às marcas e patentes no INPI.

Confira algumas dicas sobre registro de franquia e esse tipo de negócio.

Leia o contrato de franquia. Este acordo informa as estruturas de negócios disponíveis para registrar a franquia, para ficar em conformidade legal com as regras e regulamentos de franquia. O contrato de franquia geralmente dá a você uma entidade comercial específica ou as opções que você pode escolher, como uma empresa individual, corporação, sociedade de responsabilidade limitada ou parceria.

Discuta as estruturas de negócios com um consultor fiscal. Fale sobre as vantagens e desvantagens de cada estrutura de negócios. Escolha a estrutura de negócios. A estrutura escolhida determina os tipos de documentos que você deve preparar para registrar a franquia de negócios na secretaria de estado do seu estado. Use as informações e conselhos que você recebeu do seu consultor fiscal para escolher a estrutura certa para o seu negócio de franquia.

Prepare os documentos da estrutura de negócios apropriados para o tipo de franquia escolhido. Para uma corporação, prepare os artigos de incorporação; para uma sociedade de responsabilidade limitada, prepare os artigos da organização; e para uma parceria, você precisa montar um acordo de parceria. Para uma empresa individual, não são necessários documentos específicos.

A partir daqui, alguns passos mais técnicos e específicos devem ser realizados, onde o ideal é que você conte com apoio profissional para a realização de seu registro de franquia. Existem empresas especializadas para prestar esse tipo de serviço para você, entrando com todas as facilitações possíveis.

Como motivar a equipe e conseguir melhores resultados

Como motivar a equipe e conseguir melhores resultados

Como motivar a equipe e conseguir melhores resultados

Quando você está executando um negócio, sua equipe é seu recurso mais importante e maior valor. Sem eles, o negócio não poderia funcionar, por isso é essencial que seus funcionários se sintam encorajados e inspirados diariamente. Para alcançar ótimos resultados, você deve estar constantemente pensando em maneiras de motivar e inspirar sua equipe. Aqui estão algumas maneiras de orientar seus funcionários na direção certa e alcançar seus objetivos juntos.

Como motivar a equipe e conseguir melhores resultados

– Compartilhe sua visão e defina objetivos claros

Você só pode motivar e inspirar sua equipe se eles souberem para o que estão trabalhando. Certifique-se de que seus funcionários estão cientes de sua visão e quais são seus principais objetivos para os negócios. Isso incentiva todos a trabalhar juntos para alcançar melhores resultados. Além disso, estabeleça regularmente metas claras e mensuráveis, enquadradas por essa visão, para que você e sua equipe possam acompanhar o progresso e possam ver seu sucesso de maneira tangível. Isso cultiva a produtividade e ajuda os funcionários a se sentirem valorizados e motivados.

– Comunique-se com sua equipe

A comunicação é uma via de mão dupla e você deve se certificar de que há um fluxo constante de comunicação entre você e seus funcionários. Desta forma, você não pode apenas mantê-los atualizados com o que você precisa fazer, mas também ouvir suas ideias, opiniões e comentários. Isso acabará por ter um impacto positivo em seus negócios, pois eles podem abordar os dilemas de uma maneira diferente de você. Verifique regularmente com sua equipe e dê a eles a oportunidade de entrar e conversar com você. Certifique-se de estar disponível para entrar em contato e estar aberto e acessível em sua atitude em relação à comunicação. Isso fará com que sua equipe se sinta envolvida nos negócios e em suas operações, o que os motivará ainda mais a alcançar melhores resultados.

– Incentive o trabalho em equipe

O melhor tipo de empresa é aquele em que todos trabalham juntos de maneira coesa. Incentivar e promover o trabalho em equipe aumenta a produtividade porque faz com que os funcionários se sintam menos isolados e os ajuda a se sentirem mais envolvidos com suas tarefas. Você pode fazer isso regularmente promovendo exercícios e oportunidades de formação de equipes para que os membros de sua equipe se unam e se conheçam. Pense nisso ao contratar novos funcionários, considerando como eles se encaixarão na equipe e na cultura do local de trabalho. Mesmo que alguém seja experiente em um cargo, isso não significa necessariamente que funcionará bem com o restante de seus funcionários.

– Mantenha o ambiente do escritório saudável

Nosso ambiente tem um impacto significativo em nossa produtividade, satisfação e criatividade. Funcionários saudáveis ​​e felizes são mais propensos a se sentirem motivados e engajados. Crie um espaço que seja agradável de se trabalhar e um escritório onde seus funcionários desejem gastar seu tempo. Seja consciente da privacidade, ruído, qualidade do ar, luz natural, áreas para relaxar e o ambiente. Incentivar atitudes saudáveis, oferecendo lanches saudáveis ​​e acesso ao exercício, seja na forma de uma academia ou participando de aulas de exercício em equipe. Ao promover hábitos saudáveis, você pode ajudar sua equipe a manter seus níveis de energia e reduzir seu estresse. Privilégios de escritório como esses também farão com que sua equipe se sinta apreciada e os incentivem a fazer o melhor trabalho possível.

– Dê um feedback positivo e recompense sua equipe

O poder do elogio positivo é, às vezes, negligenciado, mas reconhecer e aplaudir a realização inspira os membros da equipe, pois eles podem ver a si mesmos progredindo em direção aos objetivos da empresa. Quando os funcionários obtêm resultados, fazem um esforço extra ou realizam um excelente trabalho, certifique-se de dizer que você é grato e específico em seu elogio. Por exemplo, não diga apenas “bom trabalho”, explique por que foi um bom trabalho e como isso ajudou a beneficiar o negócio. Isso não só irá motivar seu empregado, mas também ajudá-lo a ter sucesso com o trabalho futuro. Recompense sua equipe pelo trabalho árduo, seja na forma de recompensas monetárias, presentes, regalias ou mais responsabilidade e independência.

– Forneça oportunidades de desenvolvimento

Os membros da equipe se sentem mais valiosos quando estão aprendendo e aprimorando suas habilidades. Para motivar e inspirar sua equipe a alcançar grandes resultados, você deve oferecer a seus funcionários oportunidades de crescimento e desenvolvimento. Essas oportunidades devem ser adaptadas especificamente para se adequar ao funcionário individual e podem ser na forma de treinamento adicional, estabelecendo metas desafiadoras, convidando um funcionário a acompanhá-lo ou gastando seu próprio tempo ensinando e orientando alguém. Concentre-se em ensinar a sua equipe habilidades transferíveis que eles poderiam usar em diferentes posições e incentivá-los a definir metas de aprendizagem.

A motivação é uma parte essencial de qualquer local de trabalho e você deve estar constantemente se esforçando para que seus funcionários se sintam motivados e inspirados. Se você fizer isso, terá certeza de obter os resultados de que precisa.