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Dicas de gestão de uma empresa

Dicas de gestão de uma empresa

Dicas de gestão de uma empresa

Aprender a gerir eficazmente uma empresa geralmente não é uma habilidade que acontece da noite para o dia. Gerir um negócio é uma tarefa que exige que uma pessoa não apenas tenha muito conhecimento sobre seu setor específico, mas também conhecimento de práticas gerais de negócios e habilidades pessoais.

É um processo de aprendizado onde as práticas e abordagens podem mudar muitas vezes ao longo da carreira. Os princípios básicos da gestão de negócios que sempre permanecem os mesmos, no entanto, incluem a capacidade de motivar e liderar funcionários, aumentar o crescimento dos negócios, operar o negócio sem problemas e seguir as leis de negócios.

Ser o líder de sucesso de uma empresa exige uma quantidade muito grande de comprometimento com a própria organização e com os funcionários. Líderes de sucesso são pessoas que são conhecedoras do setor acima de tudo. Um gerente deve entender os deveres essenciais dos cargos que está gerenciando, a fim de tomar decisões importantes sobre as práticas na empresa, bem como as decisões de contratação e promocionais. Se um gerente não tiver conhecimento, será muito difícil obter o respeito dos funcionários.

Ser respeitado pelos funcionários é uma necessidade para ter sucesso na gestão de negócios. A maneira mais fácil de obter o respeito dos funcionários em um negócio é bastante simples: dar o exemplo. Quando um gerente está confiante, mas admite erros e trabalha duro ao mesmo tempo em que trata os funcionários com justiça, é mais provável que os funcionários funcionem da mesma maneira.

Após o lançamento bem-sucedido de um negócio, é natural desejar expandir ainda mais o negócio. O crescimento de um negócio significa que há muito planejamento e foco no negócio no presente e no futuro. Uma excelente maneira de se concentrar no crescimento dos negócios é através da previsão. A previsão de negócios é essencialmente uma suposição informada sobre um assunto específico, seja finanças ou uma preocupação industrial específica.

Existem várias maneiras de prever; no entanto, a maioria inclui a escolha de um problema ou ponto de dados, a criação de um conjunto de dados e variáveis ​​ideais, a criação de algumas suposições, a análise dos dados e, em seguida, a verificação dos dados assumidos em relação aos dados reais. A previsão é muito útil, pois permite que as empresas planejem despesas e produção.

Criando um plano de marketing também pode ser uma ótima maneira de crescer um negócio. Ao desenvolver um plano de marketing, os dados da empresa e do consumidor são analisados ​​e as estratégias de marketing baseadas nessa análise são discutidas. Os planos de marketing também costumam incluir um orçamento, que ajuda as empresas a descobrir as melhores e mais eficazes estratégias de marketing para a faixa de preço específica da empresa.

Expandir seu negócio

Talvez uma das maneiras mais simples de expandir um negócio seja construir uma franquia. Nem sempre é uma tarefa fácil, e o franchising nem sempre é ideal para todos os tipos de negócios, no entanto, se o negócio é facilmente capaz de ser franqueado, devem primeiro ser feitas projeções para descobrir se a abertura de um novo local trará lucro suficiente para fazer o franquia bem sucedida.

Em muitos casos, financiamento adicional pode ser garantido para ajudar no crescimento dos negócios por meio de empréstimos para pequenas empresas, se as projeções para a empresa forem favoráveis. Existem muitas variáveis ​​no mundo dos negócios, então os melhores métodos para criar previsões, planos de marketing e franquias são melhor discutidos dentro da empresa, caso a caso.

Métodos mais simples para aumentar o crescimento dos negócios incluem a introdução de um novo produto, o desenvolvimento de uma nova campanha de marketing que agrade aos consumidores fora da base habitual de clientes e o uso de tecnologia, como as mídias sociais. Usar a tecnologia é uma ótima maneira de anunciar para novos clientes e, por meio do uso de mídias sociais, muitas vezes pode ser feito gratuitamente.

Dicas de gestão de uma empresa: administração

Administrar um negócio é muito mais trabalho do que parece inicialmente, especialmente quando o negócio começa a se expandir. Existem finanças para gerenciar, leis e regulamentos a seguir, pessoas para contratar (e encerrar), e vendas e anúncios a serem feitos. Como há tantas áreas complexas envolvidas em um negócio, é vital que cada área seja dividida em diferentes departamentos.

Cada departamento deve estar equipado com pessoas experientes e instruídas que sejam especialistas em sua parte do negócio. Aqueles em um departamento de contabilidade lidar com as finanças e orçamentos para outros departamentos, o departamento jurídico lida com assuntos como leis, regulamentos e seguros, enquanto o departamento de recursos humanos lida com assuntos de empregado.

Um departamento de vendas e marketing lidará com cada questão relacionada a vendas ou problemas relacionados a propaganda. Cada departamento, ao lidar com seus próprios assuntos, deve trabalhar de maneira eficiente um com o outro para que um negócio seja executado com êxito. Quando cada departamento trabalha efetivamente em conjunto, simplifica o negócio como um todo. O empresário é capaz de obter uma visão clara das necessidades e demandas de cada departamento, o que permite que o negócio seja mais produtivo.

Ao administrar um negócio, inúmeras questões jurídicas podem surgir. É importante entender que nem toda questão legal no mundo dos negócios sempre exigirá um advogado; no entanto, é importante que todos os proprietários / gerentes de negócios estejam familiarizados com as leis e regulamentações do setor.

As leis e regulamentações do setor devem ser estudadas por aqueles que ocupam cargos de gerência para garantir que suas práticas estejam consistentemente atualizadas com os requisitos em constante mudança. As leis e regulamentos do setor podem variar de estado para estado, assim como leis trabalhistas e trabalhistas. Leis e regulamentações específicas por setor e estado podem ser encontradas nos escritórios administrativos locais, bem como no Departamento do Trabalho.

Ter conhecimento sobre essas leis federais específicas é importante para os empresários e gerentes, mesmo que eles acreditem que não estejam fazendo nada ilegal. Por exemplo, simplesmente falar com os concorrentes de negócios sobre os preços pode ser visto como uma violação das leis antitruste como parte da Lei de Práticas Justas.

Uma acusação de violação das leis antitruste poderia prejudicar seriamente a integridade de uma empresa e dos indivíduos envolvidos com a empresa, simplesmente porque uma pessoa em posição de liderança não estava familiarizada com a lei. No caso de preocupações legais e para novos proprietários de negócios não familiarizados com as leis e regulamentos comerciais, recomenda-se que eles procurem a assistência de um advogado para garantir que todas as leis e regulamentos estejam sendo cumpridos.

Embora gerenciar uma empresa possa ser uma tarefa muito difícil, administrar uma empresa com sucesso pode ser muito gratificante. A administração pode consistir em tarefas tediosas no dia-a-dia, mas também oferece aos gerentes de empresas a oportunidade de aprender continuamente novas práticas. Com o uso da tecnologia, gerenciar e operar um negócio na sociedade de hoje é mais fácil do que nunca. Existem inúmeras ferramentas que estão disponíveis para orientar e auxiliar os gerentes de empresas para garantir que eles sejam bem sucedidos em seus empreendimentos comerciais.

Nota fiscal eletrônica

Nota fiscal eletrônica

Nota fiscal eletrônica

A nossa sociedade vive em constante mudança, e quem deseja estar sempre atualizado é bom que acompanhe tudo que acontece. Há 15 atrás, para emitir uma nota fiscal, era necessário todo um processo de burocracia que demandava bastante tempo e era bem mais caro.

Por esse motivo, foi homologado e aprovado o projeto que previa a substituição da nota fiscal impressa nos modelos 1 e 1A para a nota fiscal eletrônica, também chamada de NF-e. Há ainda previsões de que esse modelo substituía todos os outros referentes às notas fiscais.

Histórico da NF-e

A nota fiscal eletrônica tem como objetivo desburocratizar e facilitar as relações de troca de mercadorias e prestação de serviços no Brasil. Foi um dos aspectos mais importantes que estavam presentes no em um programa do Governo Federal que teve início em 2005, intitulado de Sistema Público de Escrituação Digital da Receita Federal, abreviado como SPED.

As primeiras notas fiscais eletrônicas que possuíam validade tributária foram emitidas no dia 15 de Setembro de 2006, nos estados de Goiás e Rio Grande do Sul. A partir desse momento, essa prática deixou apenas de ser um projeto piloto do governo federal e passou a funcionar de maneira prática. Atualmente, a grande maioria das empresas de vários ramos são obrigadas a emitirem NF-es para a Receita Federal.

Contudo, devido a toda a facilidade do processo, muitas companhias que não estão dentro dos parâmetros de obrigatoriedade da emissão desse documento fazem o uso dele, possuindo validade tributária frente ao consumidor e aos órgãos de fiscalização federais.

O que é a Nota Fiscal Eletrônica?

A Nota Fiscal Eletrônica, também chamada de NF-e, por definição, é um documento de existência apenas digital que é emitido e armazenado apenas de forma eletrônica, o qual tem o objetivo de comprovar e validar de maneira tributária uma operação que envolve a circulação de mercadorias (compra e venda) ou uma prestação de serviços ocorrida entre duas ou mais partes.

Como já falado anteriormente, a Nota Fiscal Eletrônica substitui diretamente a impressa de modelo 1 e 1-A. Dessa forma, esse documento pode substituir os que foram exemplificados em todas as hipóteses de operação, sendo utilizada como Nota Fiscal de Entrada, documentos de operação de importação, exportação ou até mesmo de simples remessa.

No entanto, a NF-e não é capaz de substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes, sendo inválida se usada como Nota Fiscal ao Consumidor, também chamada de modelo 2 ou 2-A ou mesmo o Cupom Fiscal.

O que fazer para emitir a Nota Fiscal Eletrônica?

Agora que já sabemos o que é uma Nota Fiscal Eletrônica, empreendedores podem se interessar em adotar esse tipo de prática. Por isso, separamos para vocês alguns que passos que devem ser seguidos para emitir uma NF-e com validade tributária e que estará de acordo com as exigências da Receita Federal.

Dessa forma, você precisará:

– Obter um certificado digital:

A fim de prevenir falsificações, o indivíduo deverá, antes de qualquer coisa, obter um certificado digital. Isso é feito a fim de assegurar a validade jurídica que existe naquele procedimento. Esse tipo de certificado pode ser obtido pela internet, através de numerosos órgãos que são autorizados a emitir esse tipo de documento, os quais são enquadrados como autoridades pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP).

– Cadastrar na Sefaz:

Para emitir a nota fiscal eletrônica a empresa poderá fazer o uso de sistemas próprios ou de sistemas contratados. Contudo, em todos os casos, é preciso obter um cadastro junto à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). O procedimento para esse cadastro de diferencia em cada estado federativo.

– Emissor de NF-e:

Para emitir a nota fiscal eletrônica, como já falado anteriormente, o empreendedor pode se fazer valer de diferentes opções. Existem softwares que são baixados no computador – e geralmente cobram por cada nota emitida – ou outros sistemas que rodam na nuvem e possibilitam acessa-lo de qualquer dispositivo conectado a uma rede de Internet. É possível fazer contratos com essas empresas e comprar pacotes de notas fiscais, os quais são bastante rentáveis para companhias que precisam emitir várias NF-es diariamente.

Com tudo isso feito dentro dos trâmites legais, o empresário pode emitir quantas notas quiser, contanto que esteja dentro da lei e tenha contratos fechados com a emissora escolhida. É importante pesquisar qual empresa é mais rentável para o seu negócio, visto que umas são especializadas em pequenos volumes e outras em volumes maiores.

Como funciona a Nota Fiscal Eletrônica

Depois que tudo colocado acima tenha sido feito, o indivíduo poderá tranquilamente fazer uso das notas fiscais eletrônicas e ter validade tributária e judicial nesses documentos.

Primeiramente, a empresa escolhida irá te entregar um arquivo eletrônico que existirá apenas eletronicamente e deverá conter todas as especificações acerca daquela operação em específico, além de informações sobre ambas as partes que estão participando daquela negociação. Depois disso, esse mesmo arquivo deverá ser enviado para a Sefaz do estado em que se encontra, e somente neste momento haverá uma validação feita. É importante ressaltar que toda a legalidade e validade daquele documento só serão concluídas depois dessa validação feita pelo órgão público.

Depois desse momento, será disponibilizado um acesso com chave eletrônica pela própria Secretaria da Fazenda, onde as ambas partes poderão consultar os detalhes daquela operação, sendo ela de compra e venda ou de prestação de serviços.

A Secretaria da Fazenda do estado em específico do emitente irá enviar uma cópia com todas as especificações para a Receita Federal e, em casos de operações ocorridas em estados diferentes, também irá enviar a Secretaria da Fazenda do estado de destino. A fim de acompanhar todo o processo, será emitido o DANFE, folha impressa em via única que terá as chaves de acesso necessárias para toda a transação, além de um código de barras que facilitará o acesso de ambas as partes.

Versões da Nota Fiscal Eletrônica

Ao longo dos anos de existência da Nota Fiscal Eletrônica são desenvolvidas novas versões que prometem aumentar a segurança daquele documento, além de adicionar novos aspectos que ambas as partes, além do governo federal, julgam ser importantes para o processo como um todo. Até o momento, foram notadas 4 versões da Nota Fiscal Eletrônica, as quais:

  • Versão 1.0, que vigorou entre os anos de 2006 até 2010;
  • Versão 2.0, que vigorou entre os anos de 2011 até 2015;
  • Versão 3.0, que vigorou de 2015 até 2018;
  • E versão 4.0, que está em vigor no Brasil desde o dia 2 de agosto de 2018;

Entre as mudanças que ocorrem entre uma versão e outra podemos citar, desde o ano de 2010, a obrigatoriedade de conter o enquadramento de funcionamento daquela empresa – como o SIMPLES.

Por que investir em e-commerce

Por que investir em e-commerce

Por que investir em e-commerce

O e-commerce é o nome dado aos mecanismos de comércio de produtos e serviços através da internet. Trata-se de uma estrutura que cresce mais e mais a cada ano e é vista por muitos como a forma de comércio com tendências de dominação do mercado em um futuro próximo.

Para saber as razões pelas quais é uma boa ideia investir no e-commerce em sua empresa, é importante entender melhor sobre o tema, sua história e desenvolvimento. Então vamos lá!

O que é e-commerce?

E-commerce é o comércio eletrônico completo, mantendo relacionamentos e realizando transações comerciais que incluem a venda de informações, serviços e bens por meio de redes de telecomunicações de computadores.

Embora no vernáculo o e-commerce geralmente se refira apenas ao comércio de bens e serviços pela Internet, uma atividade econômica mais ampla é incluída. O comércio eletrônico consiste no comércio business-to-consumer e business-to-business, bem como nas transações organizacionais internas que dão suporte a essas atividades.

O comércio eletrônico teve origem em um padrão para a troca de documentos comerciais, como pedidos ou faturas, entre fornecedores e seus clientes empresariais. Essas origens remontam ao bloqueio e ao transporte aéreo de Berlim de 1948 a 1949, com um sistema de pedidos de mercadorias principalmente via telex. Diversas indústrias elaboraram esse sistema nas décadas que se seguiram antes da publicação do primeiro padrão geral em 1975. O padrão resultante de intercâmbio eletrônico de dados (EDI) de computador para computador é flexível o suficiente para lidar com transações comerciais eletrônicas mais simples.

Com a ampla adoção da Internet e a introdução da World Wide Web em 1991 e do primeiro navegador para acessá-la em 1993, a maioria dos e-commerce mudou para a Internet. Mais recentemente, com a disseminação global de smartphones e a acessibilidade de conexões rápidas de banda larga à Internet, muito comércio eletrônico passou para dispositivos móveis, que também incluíam tablets, laptops e produtos portáteis, como relógios.

O e-commerce afetou profundamente a vida cotidiana e como as empresas e os governos operam. O comércio é conduzido em mercados eletrônicos (ou mercados) e nas cadeias de fornecimento que trabalham na Internet. Os mercados orientados ao consumidor incluem grandes e-shoppings (como a Amazon), plataformas de leilão de consumidor para consumidor (eBay, por exemplo), varejistas multicanais (como L.L. Bean) e muitos milhões de varejistas on-line. Mercados massivos business-to-business foram criados pelo Alibaba e outras empresas. A chamada economia de compartilhamento permite o uso mais eficiente de recursos, como o Airbnb faz com aluguéis online de residências particulares. O acesso quase instantâneo a serviços é disponibilizado por plataformas sob demanda, oferecendo, por exemplo, transporte (por exemplo, Uber), recursos de computação e armazenamento fornecidos por provedores de serviços em nuvem e aconselhamento médico e jurídico. A customização em massa de mercadorias vendidas on-line, como roupas e veículos, tornou-se comum. Moedas eletrônicas (ou criptomoedas) como o Bitcoin entraram em jogo como meio de liquidação. Cadeias de suprimentos semipermanentes permitem que uma empresa de hub (como a Dell) se envolva com fornecedores que realizam a maioria das tarefas de produção e entregam outros bens e serviços para a empresa central.

Os sites de redes sociais, como o Facebook, sustentam uma grande variedade de relacionamentos individuais e são o local do chamado comércio social, impulsionados pelas opiniões e opiniões compartilhadas pelos participantes como o boca-a-boca eletrônico. As comunidades on-line unem participantes que desejam compartilhar seus conhecimentos, estabelecer relacionamentos duradouros ou se apresentar em um fórum amplo. Essas comunidades tornaram-se uma fonte potente de cocriação de valor por indivíduos que, juntos e por longos períodos de tempo, por exemplo, produzem software de código aberto ou reabastecem continuamente uma enciclopédia on-line.

A Web também é um meio interativo de comunicação humana que complementa e muitas vezes substitui a mídia tradicional. A natureza hipermídia da Web, com a interligação de conteúdo multimídia disponível em sites distribuídos globalmente, permite a criação de novos tipos de produtos de mídia, muitas vezes oferecidos gratuitamente. Essas novas mídias incluem blogs, agregadores de vídeo (como o YouTube), mídias sociais (construídas com a tecnologia wiki, por exemplo) e jornais eletrônicos personalizados. Como em todas as mídias, esse aspecto da Web leva ao seu uso no marketing. A publicidade na Web varia de anúncios gráficos em sites a anúncios de palavras-chave exibidos a buscadores de informações usando mecanismos de pesquisa, como o Google. A publicidade móvel está se expandindo rapidamente devido ao uso extensivo de smartphones. O conhecimento profundo dos indivíduos está disponível para os profissionais de marketing por causa da coleção eletrônica de perfis multifacetados, à medida que as pessoas navegam na Web. Em particular, a promoção baseada em localização de bens e serviços pode ser ativada no comércio móvel. A capacidade de obter receita de anúncios impulsiona vários modelos de negócios (por exemplo, mecanismos de pesquisa) e produz receita incremental para outras empresas, pois seus clientes acessam seus sites ou usam aplicativos móveis e podem ser expostos a mensagens publicitárias.

Entre as inovações que contribuíram para o crescimento do e-commerce estão os diretórios eletrônicos e os mecanismos de busca para encontrar informações na Web; Agentes de software, ou bots, que atuam de forma autônoma para localizar bens e serviços; sistemas que recomendam produtos aos usuários com base em seu perfil; e serviços de autenticação digital que atestam identidades pela Internet. Esses serviços intermediários facilitam a venda de bens (na verdade, entregando as mercadorias no caso de informações), a prestação de serviços como serviços bancários, reservas de bilhetes e transações do mercado de ações, e a entrega de educação e entretenimento remotos.

As empresas frequentemente implantam redes privadas de Internet (intranets) para compartilhar informações e colaborar dentro da empresa, geralmente isoladas da Internet geral circundante por sistemas de segurança de computadores conhecidos como firewalls. As empresas colaboradoras também dependem frequentemente de extranets que permitem a comunicação criptografada pela Internet.

A segurança é uma preocupação central no comércio eletrônico. Inclui autenticação das partes, autorização para acessar os recursos fornecidos, confidencialidade da comunicação e garantia da integridade da mensagem. Muitos desses objetivos são alcançados com infraestrutura de chave pública, um sistema de organizações especializadas e meios informatizados para fornecer certificados eletrônicos que autenticam empresas e, se desejado, indivíduos; fornecer as chaves de criptografia e descriptografia para comunicação; e fornecer os protocolos (algoritmos) para comunicação segura. No entanto, segurança absoluta não é um objetivo atingível. Muitas violações espetaculares de dados são um testemunho disso, bem como a negligência desse aspecto vital do comércio eletrônico.

A segurança está subjacente a outro aspecto importante do e-commerce, o da privacidade. A montagem maciça e o uso de perfis individuais que refletem a atividade ao longo de muitos anos e em muitas atividades pessoais geram preocupações. Até agora, essas preocupações são apenas parcialmente tratadas por meio de legislação, autorregulação e pressão pública que podem encontrar amplificação social instantânea na Internet.

Diversos fenômenos importantes estão associados ao comércio eletrônico. O papel da distância geográfica na formação de relações comerciais é reduzido. Barreiras à entrada em muitos tipos de empresas são menores, já que é relativamente barato iniciar um site de varejo ou uma comunidade de produtores. Alguns intermediários de negócios tradicionais estão sendo substituídos por seus equivalentes eletrônicos ou estão sendo totalmente dispensados. (Por exemplo, como as companhias aéreas publicaram informações tarifárias e permitiram a emissão de bilhetes diretamente pela Internet, as agências de viagens da loja diminuíram.) Os preços das mercadorias são geralmente mais baixos na Web – um reflexo não apenas dos custos menores de fazer negócios eletrônicos, mas também de a facilidade de comparação de compras no ciberespaço. Os consumidores se beneficiam muito com a disponibilidade de produtos que são comprados apenas raramente e que não seriam estocados por lojas físicas (o chamado efeito longtail). Modelos de negócios sempre novos emergem e são dinamizados (modificados) à medida que a reação do mercado pode ser medida rapidamente. Como o custo incremental de produzir uma unidade de conteúdo bom (como um produto de software) é próximo de zero, os modelos de negócios freemium são frequentemente empregados no domínio de conteúdo: o produto básico é gratuito, as versões premium são cobradas. Uma nova forma de cooperação corporativa conhecida como uma empresa virtual – que é na verdade uma rede de empresas cujos sistemas de informação estão integrados pela Internet, cada empresa executando alguns dos processos necessários para fabricar um produto ou fornecer um serviço – floresceu. Grandes públicos são atraídos para contribuir com seu trabalho, ideias ou fundos em iniciativas de crowdsourcing.

Por que investir em e-commerce ?

Confira alguns motivos para investir no comércio eletrônico:

– Nova economia

A Internet criou uma nova economia que, pelo seu crescimento explosivo e tamanho, já mudou nossa percepção da maneira tradicional de fazer negócios. Empresas como a Amazon e a Ebay criaram com sucesso a dominação em áreas, onde há poucos anos as empresas tradicionais de tijolo e argamassa eram reis. No entanto, para ter sucesso na rede, você não precisa ser um gigante como eles. Muitas empresas de pequeno e médio porte conseguiram construir negócios on-line com bastante lucratividade. De fato, estudos mostram que pequenas e médias empresas serão a principal força de crescimento do comércio eletrônico nos próximos anos.

Internet como ambiente propício

Para fazer uma venda, você precisa que os visitantes visitem sua loja. Na Internet, a sua loja pode estar apenas a um clique de distância dos seus potenciais clientes. Com o marketing adequado, a sua vitrine da Internet pode ter mais compradores do que você pode comprar em uma loja de tijolo e argamassa.

– Presença digital e imagem corporativa

Quer você venda produtos ou serviços on-line ou não, no mundo de hoje você precisa ter uma presença corporativa na Internet. Caso contrário, você deve ter notado que as pessoas simplesmente não levam a sério sua empresa se você disser a elas que sua empresa não tem um website. Um bom site corporativo definitivamente aumenta a imagem de uma empresa, especialmente se ela tiver um ótimo conteúdo relacionado a produtos ou serviços.

– Aumenta a disponibilidade de informações

Apenas alguns anos atrás, as empresas costumavam exigir dias para entregar informações de atualização de produtos ou serviços a seus clientes. As coisas mudaram desde então. Hoje você pode adicionar ou fazer alterações em sua empresa e conteúdo relacionado a produtos virtualmente em questão de algumas horas, publicar em seu site e compartilhar com o mundo inteiro.

Corte de custos

As novas tecnologias permitem que você leve virtualmente qualquer parte de sua empresa on-line, incluindo gerenciamento da cadeia de suprimentos, faturamento, remessa, aquisição, etc. A simplificação desses processos de negócios por meio de sistemas on-line permitirá que as empresas reduzam custos significativamente em quase todas as esferas de negócios. Por exemplo: as empresas podem reduzir mais de cinco por cento de seus custos de manutenção, reparo e operação adotando soluções de e-business. Essa economia de cinco por cento pode se transformar em 50% do lucro líquido de uma empresa!

Negócios 24 horas

De que outra forma você pode continuar fazendo vendas, enquanto seus animais estão dormindo! As maiores vantagens das lojas on-line são que elas estão abertas 24 horas por dia durante o ano todo. Graças ao tempo de inatividade da Internet, quando sua loja é geralmente fechada, as vendas em alguns casos podem ser mais do que o seu horário comercial normal!

Baixo custo inicial

Construir um site não requer grandes investimentos. Existem muitas ferramentas de baixo custo disponíveis hoje, que podem ajudá-lo a criar sites a partir do zero. Muitos portais de negócios permitem que você crie sites a partir de modelos pré-prontos.

Taxa SELIC

Taxa SELIC

Taxa SELIC

A maneira como a nossa sociedade atual funciona pode ser classificada de uma forma bastante complexa. Indivíduos comuns como eu, você, seu vizinho e o seu colega de trabalho são atingidos por movimentações que ocorrem no dia a dia, principalmente na economia e, no fim das contas, nem ficamos sabendo.

Números variáveis, como a inflação, que dita quanto os preços variaram em um determinado espaço de tempo, influenciam diretamente na qualidade de vida de toda a população. Além da inflação, outros dados a fenômenos acontecem, como é o caso da Taxa SELIC. Provavelmente você já ouviu esse termo em algum lugar, seja por meio de algum jornalista comentando acerca ou mesmo vagamente passando o olho em uma folha de jornal ou em uma página na internet.

Apesar disso, provavelmente você não faz ideia do que esse termo significa, mesmo com a grande influência que ele exerce no seu dia a dia. Por esse motivo, nesse artigo iremos falar mais sobre a Taxa SELIC, mostrando o que significa, como funciona e como influencia os seus investimentos.

O que é a taxa SELIC?

A taxa SELIC pode ser definida como a taxa básica de juros no Brasil. Essa sigla, SELIC, é derivada dos termos Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Funciona como um sistema computadorizado pelo Estado, com o objetivo de controlar a comercialização, movimentação, compra e venda de títulos.

É também chamada de taxa básica pela grande maioria das pessoas que entendem do assunto, e conta com o menor prazo possível para uma transação, ou seja, apenas um dia. Ela é feita a partir do cálculo da média ponderada dos juros realizados pelas instituições financeiras (bancos).

Atualmente, a taxa SELIC no Brasil está em 6,50% ao longo do ano, que é exprimido apenas nos 252 dias úteis. Contudo, como já dito anteriormente, essa é uma porcentagem que varia constantemente ao longo do tempo e pode mudar em questão de dias, mas geralmente permanecendo nos parâmetros colocados oficialmente.

Como funciona a Taxa SELIC?

Falando em termos técnicos como no tópico anterior, torna-se um pouco complicado entender o que é a taxa SELIC e como essa funciona – ou deveria funcionar. Dessa forma, para melhor entendimento do leitor, iremos falar como esse tipo de porcentagem funciona.

Primeiramente, o órgão do Estado precisa de dinheiro para operar e cumprir as suas funções na sociedade. O salário dos funcionários públicos, as obras, construção de estradas, hospitais, estádios, dentre várias outras coisas necessitam de capital vivo e isso tudo deve ser adquirido de alguma forma.

A principal maneira de captação desse dinheiro é por meio de impostos, mas isso pode demorar mais e, a partir daí, o Estado pratica um outro tipo de captação, através dos títulos públicos disponibilizados pelo Tesouro Nacional.  Como todo esse sistema funciona de maneira similar ao de compra de ações e pode ser um pouco complexo, faremos um paralelo para o melhor entendimento do leitor.

Assim, a captação de títulos públicos funciona da seguinte forma: o cidadão pode “emprestar” dinheiro para o governo através da compra desses títulos e, em troca, esse indivíduo terá a garantia de receber esse dinheiro em um futuro próximo, mas com todo o reajuste referente ao tempo, ou seja, você irá receber o dinheiro mais os juros, o que pode ser muito benéfico.

Contudo, o Brasil não é um país que conta com cidadãos contribuintes ativos nesse ramo. Pelo contrário, mesmo em um território com mais de 200 milhões de habitantes, em 2017 foram notados, aproximadamente, apenas 550 mil ativos na compra de títulos públicos. Por isso, o governo estabeleceu uma lei onde as grandes instituições financeiras devem, por lei, depositar todos os dias uma porcentagem de suas movimentações naquelas 24 horas.

Além de ajudar o Estado a arrecadar dinheiro de uma forma mais imediata, esse método de empréstimo dos grandes bancos evita que o excesso de dinheiro em movimentação no país, o que diminui consideravelmente as chances de um aumento desenfreado da inflação.

Contudo, devido a quantidade exorbitante de movimentações bancárias que ocorrem todos os dias no Brasil, é bastante comum que, ao final do dia, os bancos não tenham disponível o dinheiro necessário para depositar no Tesouro Nacional. Desse modo, eles pegam empréstimos com outros bancos, dando como garantia os títulos públicos que são adquiridos. Esses empréstimos duram no máximo 24 horas, e a taxa de juros que é colocada nele é conhecida como Taxa SELIC Over.

Portanto, a Taxa SELIC Over é aquela que realmente acontece todos os dias na economia, envolvendo o Estado, a captação de títulos públicos, o Tesouro Nacional, a instituições financeiras e vários outros fatores.

Contudo, existe outro termo associado a esse conceito, chamado de Taxa SELIC Meta. Geralmente é essa taxa que ouvimos nos jornais de televisão ou lemos em uma página de economia na Internet ou em uma tabloide. É um parâmetro para todas as outras taxas de juro no mercado, sendo vista como uma média que deve ser mantida pela Taxa SELIC Over.

Como funciona a definição da Taxa SELIC Meta?

Como o nome já diz, a Taxa SELIC Meta não é algo que ocorre na realidade, e sim uma meta a ser mantida pelas movimentações econômicas que ocorrem no país. A Taxa SELIC Meta, como já falado anteriormente, é vista como um parâmetro para todas as outras taxas de juros que operam no país e, por isso, é de grande importância para a economia como um todo.

Desse modo, para definir quais serão as médias estipuladas mensalmente e anualmente fez-se necessário a criação de um órgão exclusivamente para isso. O Comitê de Política Monetária foi fundado no ano de 1996 e tem o objetivo de estabelecer essas porcentagens. A fim de estabelecer essas regras, além de outros fatores – como a quantidade mínima e máxima de circulação de dinheiro no país – são feitas oito reuniões todos os anos, que tomam como base previsões de como as coisas estão funcionando.

Como a variação da Taxa SELIC pode influenciar na sua vida?

Até agora falamos apenas de termos hipotéticos ou gerais, mas ainda não de como esse conceito pode influenciar diretamente na sua vida. Isso pode acontecer de variadas formas, as quais:

  • Títulos públicos: No começo do item de como funciona a Taxa SELIC explicamos profundamente o sistema de títulos públicos referentes ao Tesouro Nacional. Dessa forma, ficou claro que esse tipo de investimento pode ser muito benéfico ao cidadão, pois ele garante um retorno financeiro que não é enorme, mas é confiável e te dá certeza. Desse modo, a porcentagem de juros que será voltada para você é diretamente influenciada pela Taxa SELIC Meta, pois é por ela que o Estado irá se referenciar para as taxas de juros;
  • Poupança: Outro método consideravelmente menos rentável para o cidadão, mas onde o retorno acontecerá com certeza é a poupança, que tem como referência direta a Taxa SELIC que é estipulada. Ocorre de duas maneiras diferentes: caso a Taxa SELIC ultrapasse os 8,5% ao ano, o rendimento mensal será de 0,5% mais o TR. Em outra situação, caso a Taxa SELIC seja igual ou menor que 8,5% ano, o rendimento será de 70% do SELIC naquele período;
  • CDI: Também no tópico desse artigo “Como funciona a Taxa SELIC”, o tipo Over foi explicado, onde os bancos pegam empréstimos de outras instituições financeiras para depositar no Tesouro Nacional e usam como garantia os títulos públicos. Além dos títulos públicos, os bancos também podem usar títulos privados, chamado de Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Este, por sua vez, é baseado na Taxa SELIC Meta e influencia em várias outras taxas, como: Letras de Câmbio, Letras de Crédito por Agronegócio, Letras de Crédito Imobiliário e Certificado de Depósito Bancário;
  • Inflação: A forma mais direta que a Taxa SELIC pode influenciar no dia a dia de um cidadão comum é, sem dúvida, a importância que tem para a inflação. A inflação pode ser classificada como uma média feita em porcentagem anual, apontando para o quanto os produtos encareceram ao longo daqueles 12 meses. E, para o indivíduo, é de suma importância que a inflação seja baixa, a fim de que o custo de vida não seja muito elevado e condiza com a sua realidade financeira. Bom, agora que você já sabe exatamente o que a Taxa SELIC é fica fácil de explicar a sua relação com a inflação. Pense o seguinte: A Taxa SELIC é a principal meta que norteia as porcentagens de juro no país. Desse modo, caso a Taxa SELIC aumente, os juros irão aumentar, o que fará com que os consumidores não invistam em bens mais caros naquele momento, aumento a disponibilidade deles e diminuindo a inflação, pois terá muitos produtos e os preços precisarão abaixar para as pessoas comprarem. Por outro lado, caso a Taxa SELIC abaixe, os juros irão abaixar, as pessoas irão comprar mais coisas, a disponibilidade dos produtos irá abaixar e, por essa escassez, a inflação irá aumentar, pois os preços irão subir mais facilmente. Desse modo, a Taxa SELIC pode ser uma ferramenta para o governo controlar a inflação;
Como dar preço a um produto

Como dar preço a um produto

Como dar preço a um produto

A ideia de começar um negócio próprio pode ser atrativa para muitas pessoas. Alcançar o sucesso financeiro e trabalhar para si mesmo, sem depender de um chefe, é um dos sonhos mais comuns entre o cidadão médio brasileiro. Desse modo, há vários fatores que envolvem essa atividade, e que devem ser bem estudadas pelo empreendedor.

Entre outras coisas, como a escolha de uma marca forte, o processo do registro de marca e a qualidade dos serviços e produtos oferecidos, o empresário iniciante deve se atentar para algo que será o parâmetro para os retornos financeiros de sua empresa: o preço de seu produto. Nem sempre é fácil estabelecer um valor sobre essas coisas, tendo em vista que não pode ser alto, pois você deve atrair os clientes, mas também não deve ser muito baixo, pois isto poderá te levar à falência.

Diante disso, nesse texto iremos dar dicas para quem está começando um negócio sobre como colocar o preço no que está oferecendo ao mercado consumidor, seja este produto um serviço ou algo físico.

Dicas de como dar preço a um produto

Como já falado anteriormente, colocar um valor sobre aquilo que oferece nem sempre é fácil, mas é um fator que pode ser determinante para o sucesso de uma empresa. Isso ocorre pelo fato de que é este preço que irá definir a sua margem de lucro em longo prazo, o que pode definir a perduração de sua marca ao longo do tempo.

Qual é a carga de impostos que você deve pagar?

Primeiramente, você deve saber qual é o sistema tributário que sua empresa trabalha, pois isso irá definir quanto você deverá pagar de impostos sobre cada produto que ali será oferecido. Existem três tipos de sistemas que pode ser escolhidos: o SIMPLES, O Lucro Real e o Lucro Presumido.

É proveitoso que você procure saber como funciona cada um desses sistemas, e qual a porcentagem que esse pode colocar sobre cada serviço ou produto que você irá vender. Dessa forma, essa porcentagem já deverá ser repassada para o valor final de venda.

Quais são os custos fixos que você possui todos os meses?

Toda empresa, seja ela atuadora em qualquer ramo, terá custos fixos que terão de ser pagos todos os meses. Dentre estes, podem ser citados o valor do aluguel, o salários de todos os funcionários, dentre outras. Além disso, há algumas obrigações que você deverá pagar todos os meses, mas estas serão variáveis de acordo com as vendas ao longo do tempo. Neste caso, podemos citar as taxas cobradas pelas empresas de máquinas de cartão, os valores com embalagens, fretes dos fornecedores, contas de luz, água, dentre outros.

Formação do primeiro preço sobre o seu produto:

Para formar o primeiro valor sobre o produto ou serviço que você está oferecendo, você deve colocar valor que você comprou aquele elemento dos seus fornecedores somado ao percentual de lucro que você deseja obter e as despesas com impostos e custos fixos. Esse percentual irá variar bastante de acordo com o seu ramo de atuação escolhido, mas possui uma média que gira em torno de 30% em casos de serviços e de 50% em casos de produtos.

Para melhor entendimento do leitor, podem ser dados exemplos de formação de preços sobre algo oferecido por uma empresa:

No caso de uma casa de rações para animais domésticos, por exemplo, você irá pegar o valor de custo que aquele produto tem. Nesse caso, vamos supor que um saco de ração de certa marca custou, para o empreendedor, R$ 50,00. Para o início do cálculo, você deverá acrescentar um percentual de 50% em margem de lucro e um percentual de, em média 5%, para suprir os custos fixos. Desse modo, a soma será de 55% em cima dos R$ 50,00 iniciais. O preço final daquele saco de ração deverá ser de R$ 77,50.

Já no caso de oferecimento de serviços, podemos continuar no exemplo da casa de rações. Vamos supor que este mesmo estabelecimento também oferece o serviço de dar banho nos animais dos seus clientes. Desse modo, o que você precisará fazer, de início, é calcular o quanto é gasto em produtos (como shampoos, condicionares, talcos, lacinhos, dentre outros) para fornecer esse serviço. A partir desse cálculo, chegou-se à conclusão de que o valor é de R$ 10,00. No entanto, você precisará também adicionar o valor cobrado pela pessoa que dá o banho. Nesse caso, para cada serviço, o seu funcionário cobra um valor de R$ 30,00. O que você precisará fazer é pegar o valor de R$40,00 e somar um percentual médio de 30%, além de mais 5% referente aos gastos fixos, como a conta de água. Nesse caso, o preço final desse serviço ficaria em R$ 54,00.

Comparando com a concorrência:

Não adianta de nada formar um preço sobre um produto se aquele está muito alto, e vai te impedir de ganhar clientes naquele mercado. Do mesmo modo, não é proveitoso que o preço que você ofereça seja tão baixo a ponto da clientela desconfiar da qualidade do que é oferecido pela sua empresa, o que pode acarretar, além de baixas vendas, uma menor margem de lucro.

Por isso, mesmo depois de usar os métodos citados nos tópicos acima para a formação de um preço sobre o seu produto ou o seu serviço, o empreendedor deve comparar este com o preço dos seus concorrentes diretos, de modo que o seu, mesmo que seja um pouco mais baixo devido ao fato de que sua empresa está começando e precisa ganhar novos adeptos, seja equiparado com o dos outros.

Muitas vezes, as pessoas que estão começando agora um novo negócio não tem intimidade com os números, o que pode ser um dos motivos para a falência daquela empresa. Desse modo, é sempre proveitoso contar com a ajuda de um profissional adequado para esse tipo de serviço, isto é, um contador que ajude o empresário com as finanças e com as questões financeiras daquela empresa.