• Registro de Marcas e Patentes

Category Archives: Registro de Marca

Como Registrar uma Marca de Roupa?

Como registrar uma marca de roupa

Como Registrar uma marca de roupa – Se você é um designer fashion e deseja colocar a sua assinatura na sua marca – registrá-la é o primeiro passo, antes mesmo de colocar a sua criação no mercado. A marca é a identidade do seu negócio, é o sinônimo da sua criação. Sem o registro, você corre o risco de perder a sua marca, colocando em risco todo um conceito pensado e trabalhado durante meses.

As grandes grifes possuem uma coisa em comum: o registro da marca. Com isso, você terá o direito de exclusividade sobre os produtos comercializados, evitando plágios e falsificações no mercado.

Registro de marca de Roupa – INPI

O Registro é feito pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O processo é o mesmo para vários segmentos. O Instituto disponibiliza online o Manual de Marcas, que contém todas as diretrizes do processo.

O titular, antes de submeter a sua marca ao processo de Registro, deve fazer uma busca online para ver se a marca está disponível no mercado. Posteriormente, devem-se quitar todos os débitos perante a autarquia federal. Antes da submissão do pedido de Registro, um formulário deve ser preenchido com todas as informações e documentos necessários requeridos pelo INPI.

Qual a validade da marca – Como registrar uma marca de roupa ?

O Registro de marca é válido por dez anos, sendo sucessivamente renovável por mais dez. O pedido de Registro é um processo burocrático, e requer do titular conhecimentos técnicos e jurídicos requeridos pelo INPI. Devido a isso, recomenda-se a contratação de uma consultoria especializada no assunto.

A Arena é uma empresa com autoridade no segmento, e possui os melhores profissionais do mercado para melhor te assessorar durante todo o processo. A compreensão do processo é fundamental para que o processo de Registro não sofra indeferimento pelo INPI.

Para mais informações visite o nosso site e, siga-nos em nossas redes sociais. Entre em contato conosco, e saiba tudo sobre o processo de Registro de uma marca de roupa.

Razões para se registrar uma marca de roupa

Poucas marcas tem tanta relevância quanto as de roupas e vestuário de forma geral. Usar uma camisa, calça, boné, tênis ou qualquer outra peça com um nome ou desenho estampado é carregar uma ideia consigo, assimilar em você mesmo uma informação que a marca quer passar.

As roupas que usamos são uma das formas mais imediatas e básicas de se expressar. É como uma pessoa “lê” a outra e interpreta sua mensagem antes mesmo que ela fale qualquer coisa. Por isso abrir o guarda-roupas todos os dias e escolher uma combinação de roupas para ir às ruas é uma forma de escolher qual imagem se quer expressar para o mundo.

Portanto, registrar uma marca de roupas é muito mais do que apenas assegurar os direitos econômicos sobre seu uso e garantir que ela não seja usada por outra empresa, mas principalmente é uma forma de criar um elemento para aglutinar a simbologia da mensagem que a empresa e suas peças querem passar.

– É apenas com o registro da marca no INPI que se pode ter a garantia de exclusividade de seu uso em todo o território nacional. Dessa forma todo o valor gerado a partir da comercialização da marca será revertido para seu titular.

– Ao registrar uma marca de roupa se garante que outras empresas do mesmo segmento não possam usar a marca registrada. Dessa forma a imagem criada em torno da marca será de uso restrito de seu titular. Se tratando de moda, isso é essencial!

– Como já foi abordado, as roupas são muito mais que uma forma de proteção e de cobrir a nudez, trata-se de uma forma de expressão. Por isso, para uma marca de roupas, é essencial investir na imagem, propagar suas ideias ao público alvo. Uma marca de roupas registrada torna esse processo seguro, uma vez que ninguém poderá copiar sua marca e usufruir da reputação nela creditada.

Marcas de roupa mais valiosas do mundo

Falar sobre o valor de marcas de roupas sem citar alguns nomes é praticamente impossível. Existem marcas de roupas que expressam por si só um ideal de luxo e sofisticação, além de contar com os melhores profissionais do ramo fazendo suas peças.

Confira uma breve história das cinco marcas de roupas mais valiosas e imagine o quanto seu registro deve valer… acompanhe:

Chanel – Registrar uma marca de roupa

Chanel começou quando Gabrielle “Coco” Chanel abriu uma loja especializada em chapéus e outros chapéus no apartamento de seu amante, o que lhe deu a chance de conhecer uma grande variedade de homens e mulheres que se mudaram nos círculos da moda de Paris. no início do século XX. Com o tempo, a Chanel revolucionou as roupas, como demonstrou a criação do vestidinho preto, a substituição dos desenhos constritivos e exagerados do século XIX por designs muito mais confortáveis, mas elegantes, além de várias outras invenções. como inovações. Hoje em dia, a Chanel continua a ser uma potência no mundo da moda, englobando não apenas roupas, mas também acessórios, bem como outros produtos.

Burberry – Registrar uma marca de roupa

Quando alguém pensa na Burberry, há boas chances de que a imagem que vem à mente seja de algo bem padronizado, bem ao estilo inglês. Para ser exato, há boas chances de que a imagem que vem à mente seja um padrão de verificação muito específico, que consiste em um fundo bege com listras pretas e brancas que se cruzam, além de listras vermelhas mais estreitas que servem como acentos. Isto faz sentido porque o referido padrão de verificação está em uso desde a década de 1920, com um excelente exemplo sendo o revestimento de certos produtos da Burberry. Por um tempo, a reputação da Burberry sofreu quando se tornou associada a certas subculturas reprimidas no início dos anos 2000, mas novas lideranças foram capazes de corrigir isso reduzindo o uso do padrão de verificação pela Burberry, bem como implementando outras medidas, com o resultado que sua marca é mais saudável do que nunca.

Hermes – Registrar uma marca de roupa

É interessante notar que Hermes não foi nomeado a partir do deus grego, mas sim Thierry Hermès, que foi o homem que fundou a marca. Na verdade, o famoso símbolo da carruagem de Hermes vem do início da empresa como fabricante de selaria, embora, mesmo assim, tivesse uma reputação de excelência. Independentemente disso, a Hermes há muito tempo expandiu sua gama de produtos para abranger tudo, desde roupas para homens e mulheres até relógios, joias e até mesmo acessórios para casa. No entanto, enquanto o negócio viu seu quinhão de altos e baixos ao longo de dois séculos, continua a ser uma presença imponente nos tempos modernos.

Prada – Registrar uma marca de roupa

A Prada foi fundada por Mario Prada e seu irmão em 1913 com o objetivo de fazer bolsas, malas e outros produtos de couro para a elite italiana. É divertido notar que, enquanto Mario acreditava que as mulheres não tinham lugar nos negócios, sua filha Luisa Prada foi quem o sucedeu porque seu filho não tinha interesse na marca. Mais tarde, Luisa foi sucedida por sua própria filha Miuccia, que passou a transformar o negócio que lhe fora confiado. Em particular, deve ser mencionado que Miuccia foi quem lançou linhas de roupas de luxo para homens e mulheres, que se tornaram um grande componente da Prada.

Gucci – Registrar uma marca de roupa

Quando ainda era jovem, Guccio Gucci passou algum tempo trabalhando em hotéis parisienses, onde ficou bastante impressionado com a bagagem de luxo usada pelos hóspedes. Eventualmente, quando ele retornou para sua cidade natal, Florence, ele decidiu começar sua própria marca tirando proveito da reputação da cidade por bons materiais, bem como um bom artesanato, enquanto introduzia o que eram então modernas técnicas e tecnologias de fabricação. Desde aquela época, a Gucci passou por mais do que seu quinhão de controvérsia, mas a marca continua a ser bem conhecida por uma ampla gama de consumidores em uma ampla gama de países.

 A história por trás dos nomes de marca mais conhecidos da moda

Existem marcas de vestuário tão famosas que nem sequer nos perguntamos qual o significado ou a origem de seus nomes. Mas antes delas se tornarem grandes nomes desse mercado milionário foi necessário um forte cuidado e trabalho com a marca, a começar, claro, por seu nome.

Há os acrônimos simples dos nomes de seus fundadores, mas também há espaço para lembrar um lugar, uma pessoa ou até mesmo um animal de estimação amado. Os nomes de algumas das empresas mais populares escondem uma ótima história.

Vamos ver algumas das origens das marcas de roupa mais conhecidas:

Zara

Amâncio Ortega tinha em mente “Zorba”, como o filme Zorba, o grego, mas o nome já estava registrado em La Coruña. Então, brincando com as palavras veio o nome com o qual ele conquistou o mundo. Naturalmente, a Inditex é uma sigla muito mais sóbria da ‘Indústria de Design Têxtil’.

– El corte inglés

Em 1935, César Rodríguez compra uma alfaiataria fundada em 1890 com esse nome, referência óbvia à clássica loja de alfaiataria de Londres, Savile Road. O resto é história.

– H & M

Criada em 1947, a empresa original era chamada de “Hennes”, que em sueco significa “para ela”. Era de fato uma loja onde apenas roupas femininas eram vendidas. Vinte e um anos depois, seus proprietários fizeram uma parceria com o empresário Mauritz Widforss e renomearam a empresa Hennes & Mauritz, cujo nome abreviado é o que todos conhecemos agora.

– Nike

Qual o melhor nome para uma empresa de roupas esportivas do que Athena Nike, a deusa grega da vitória?

Mango

Isak Andic lembrou o nome de uma fruta exótica, quase desconhecida na Espanha, que ele havia experimentado em uma viagem às Filipinas quando teve que batizar sua recém-criada loja de roupas em 1984.

– YKK

As iniciais são todos os zíperes fomos para cima e para baixo em nossa vida correspondem a Yoshida Kogyo Kabushiki Gaisha -em espanhol, Yoshida- Manufacturing Company, com sede em Tóquio em 1934 por Tadao Yoshida.

A estrutura da indústria da moda

Como quase tudo em nossa sociedade, a moda e a forma como nos vestimos está diretamente relacionada a um sistema de produção industrial, que engloba desde as lógicas produtivas até as criativas, como os estilistas e pessoas que trabalham com o marketing das grandes marcas.

Um dos alicerces básicos para a indústria da moda atual é o registro das marcas de roupas. Sem que elas estejam registradas, qualquer empresa pode ter acesso a suas criações e reproduzi-las sem complicações legais. Por isso, tudo na indústria da moda é devidamente registrado, do nome da marca até os cortes de roupas e modelos novos lançados.

Tendo novamente esclarecido a importância do registro de marcas de roupas é hora de entender melhor como funciona esse cenário que movimenta a economia global.

Indústria de moda, empresa global multibilionária dedicada ao negócio de fabricação e venda de roupas. Alguns observadores distinguem entre a indústria da moda (que faz a “alta moda”) e a indústria do vestuário (que faz roupas comuns ou “moda em massa”), mas na década de 1970 as fronteiras entre eles haviam se confundido.

Moda é melhor definida simplesmente como o estilo ou estilos de roupas e acessórios usados ​​em qualquer momento por grupos de pessoas. Pode parecer haver diferenças entre as caras roupas de grife exibidas nas passarelas de Paris ou de Nova York e as roupas esportivas produzidas em massa e os estilos de rua vendidos em shoppings e mercados em todo o mundo.

No entanto, a indústria da moda engloba o design, fabricação, distribuição, marketing, varejo, publicidade e promoção de todos os tipos de vestuário (masculino, feminino e infantil), desde a alta costura mais exclusiva e cara (literalmente, “costura alta”) e modas de grife ao cotidiano comum roupas. Às vezes, o termo mais amplo “indústrias da moda” é usado para se referir a inúmeras indústrias e serviços que empregam milhões de pessoas internacionalmente.

O Marketing na Indústria da Moda

Uma vez que as roupas foram projetadas e fabricadas, elas precisam ser vendidas. Mas como é que as roupas vão do fabricante para o cliente? O negócio de comprar roupas de fabricantes e vendê-las aos clientes é conhecido como varejo. Os varejistas fazem compras iniciais para revenda de três a seis meses antes que o cliente possa comprar as roupas na loja.

Marketing em moda é o processo de gerenciar o fluxo de mercadorias desde a seleção inicial de projetos a serem produzidos até a apresentação dos produtos aos clientes de varejo, com o objetivo de maximizar as vendas e a lucratividade de uma empresa. O marketing de moda de sucesso depende da compreensão do desejo do consumidor e da resposta com produtos apropriados.

Os profissionais de marketing usam os dados de acompanhamento de vendas, atenção à cobertura da mídia, grupos de foco e outros meios de verificar as preferências do consumidor para fornecer feedback aos designers e fabricantes sobre o tipo e a quantidade de mercadorias a serem produzidas.

Vale novamente lembrar que o registro da marca de roupa ou qualquer tipo de vestuário é essencial como primeiro passo para qualquer ação de marketing. Os comerciantes são, portanto, responsáveis ​​por identificar e definir os clientes-alvo de um produtor de moda e por responder às preferências desses clientes.

O marketing opera nos níveis de atacado e varejo. As empresas que não vendem seus próprios produtos no varejo devem colocar esses produtos a preços de atacado nas mãos de varejistas, como boutiques, lojas de departamento e empresas de vendas on-line.

Eles usam desfiles de moda, catálogos e uma força de vendas armados com amostras de produtos para encontrar um ajuste perfeito entre os produtos do fabricante e os clientes do varejista. Os profissionais de marketing para empresas que vendem seus próprios produtos no varejo estão preocupados principalmente com produtos correspondentes à sua própria base de clientes.

Tanto no atacado e varejo, marketing também envolve atividades promocionais, tais como impressão e outros meios de publicidade que visa estabelecer o reconhecimento da marca e reputação da marca para diversas características como qualidade, preço baixo ou moda.

Intimamente relacionado ao marketing está o merchandising, que tenta maximizar as vendas e a lucratividade, induzindo os consumidores a comprar os produtos de uma empresa. Na definição padrão do termo, o merchandising envolve a venda do produto certo, pelo preço certo, no momento e local certos, para os clientes certos.

Os comerciantes de moda devem, portanto, utilizar as informações dos profissionais de marketing sobre as preferências do cliente como base para decisões sobre itens como o estoque de mercadorias adequadas em quantidades adequadas, mas não excessivas, oferecendo itens à venda a preços atrativos, mas ainda lucrativos, e descontando mercadorias em estoque. O merchandising também envolve a apresentação de mercadorias de forma atraente e acessível, por meio do uso de vitrines de lojas, exibições na loja e eventos promocionais especiais.

Os especialistas em merchandising devem ser capazes de responder aos surtos de demanda adquirindo rapidamente novas ações do produto favorecido. Um rastreamento de inventário um programa de computador em uma loja de departamentos em Londres, por exemplo, pode acionar um pedido automático para uma instalação de produção em Xangai para que uma determinada quantidade de peças de determinado tipo e tamanho seja entregue em questão de dias.

No início do século XXI, a Internet tornou-se um ponto de venda cada vez mais importante, criando novos desafios (por exemplo, a incapacidade dos clientes de experimentar roupas antes da compra, a necessidade de instalações projetadas para lidar com retornos e trocas de roupas) e abrindo novas oportunidades. para merchandisers (por exemplo, a capacidade de oferecer aos clientes oportunidades de compras 24 horas por dia, proporcionando acesso a clientes rurais).

Em uma era de opções de compras cada vez mais diversificadas para os clientes de varejo e de intensa competição de preços entre os varejistas, o merchandising surgiu como um dos pilares da moderna indústria da moda.

Mídia de todos os tipos são essenciais para o marketing da moda. O primeiro fnêmeno de revistas de moda apareceu na Inglaterra e na França no final do século XVIII. No século XIX, revistas de moda – como a francesa La Mode Illustrée, a britânica Lady’s Realm e a americana Godey’s Lady’s Book – proliferaram e floresceram.

Apresentando artigos, ilustrações coloridas à mão (conhecidas como placas de moda) e anúncios, revistas de moda – juntamente com outros desenvolvimentos, como a máquina de costura, lojas de departamentos e roupas prontas produzidas em tamanhos padrão – tiveram um papel significativo na promoção da democratização da moda na era moderna.

O desenvolvimento de métodos eficazes e baratos de reproduzir fotografias em mídia impressa no início do século 20 levou ao surgimento da fotografia de moda e de revistas de moda fortemente ilustradas, como a Vogue. A publicidade em revistas rapidamente se tornou uma ferramenta de marketing principal para a indústria da moda.

A criação de noticiários cinematográficos – imagens curtas de eventos atuais – e a ascensão da televisão possibilitaram que pessoas de todo o mundo vissem desfiles de moda e imitassem as roupas da moda usadas por celebridades. O domínio da mídia visual continuou na era da Internet, com blogs de moda surgindo como um meio cada vez mais importante de divulgação de informações de moda. Eventos de tapete vermelho, como cerimônias de premiação, oferecem uma oportunidade para as celebridades serem fotografadas usando roupas de grife, proporcionando publicidade valiosa para os designers.

O mundo globalizado proporciona que um modelo de sucesso no mercado da moda rompa as barreiras dos países, se tornando famosas e lucrativas até em outros continentes e culturas absolutamente distintas. Isso só reafirma a importância de se tratar com cuidado todas as marcas e produtos vinculados a empresa. Somente o registro de marca garante a propriedade sobre a produção intelectual e material de uma marca de roupas.

A maioria das pessoas no mundo hoje veste o que pode ser descrito como “moda mundial”, uma versão simplificada e de baixo custo das roupas ocidentais, geralmente uma camiseta com calças ou uma saia, fabricada em larga escala. No entanto, há também inúmeras indústrias de moda menores e especializadas em várias partes do mundo que atendem a mercados específicos nacionais, regionais, étnicos ou religiosos. Exemplos incluem o design, produção e marketing de saris na Índia e de boubous no Senegal. Essas indústrias operam em paralelo com a indústria global da moda em escala menor e localizada.

Um desenvolvimento significativo no campo do vestuário étnico-religioso foi a adoção generalizada do hijab (vestuário religioso apropriado) entre as mulheres muçulmanas não só no Oriente Médio, mas em todo o mundo islâmico no início do século 21. Com milhões de mulheres muçulmanas que vivem em numerosos países em todo o mundo, normas e estilos de véu são inumeráveis.

Para alguns, velar pode significar uma retirada das vicissitudes da moda. Outras mulheres, incluindo aquelas para as quais roupas modestas são obrigatórias em público, podem usar estilos europeus de moda sob seus estilos mais conservadores. Outros ainda procuraram looks que são, eles próprios, chiques e modestos. No início do século XXI, o mercado internacional de moda modesta crescia. Os designers muçulmanos e não-muçulmanos produziram uma seleção cada vez maior de aparência apropriada e elegante, e vários blogs e revistas de moda voltados para mulheres muçulmanas foram disponibilizados.

Alguns designers e fabricantes confrontaram não apenas a estética de trajes modestos, mas também os desafios práticos associados à vestimenta conservadora, como visto nos esforços para produzir modestos, mas eficazes, roupas de banho e roupas esportivas para atletas muçulmanas do sexo feminino.

A indústria da moda faz parte de um fenômeno social e cultural mais amplo conhecido como “sistema de moda”, conceito que abrange não apenas o negócio da moda, mas também a arte e o artesanato da moda, e não apenas a produção, mas também o consumo . O estilista é um fator importante, mas também o consumidor individual que escolhe, compra e veste roupas, bem como a linguagem e as imagens que contribuem para a maneira como os consumidores pensam sobre a moda.

O sistema de moda envolve todos os fatores envolvidos em todo o processo de mudança de moda. Alguns fatores são intrínsecos a moda, que envolve variação por novidade (por exemplo, quando as bainhas estão baixas por um tempo, elas se elevam). Outros fatores são externos (por exemplo, eventos históricos importantes, como guerras, revoluções, booms econômicos ou bustos, e o movimento feminista). Criadores de tendências individuais (por exemplo, Madonna e Diana, princesa de Gales) também desempenham um papel, assim como mudanças no estilo de vida (por exemplo, novos esportes como skate ) e música (por exemplo, rock and roll , hip-hop).

A moda é um fenômeno social complexo, envolvendo motivos por vezes conflitantes, como criar uma identidade individual e fazer parte de um grupo, emulando líderes da moda e rebelando-se contra a conformidade. A indústria da moda prospera por ser diversificada e flexível o suficiente para satisfazer o desejo de qualquer consumidor de abraçar ou mesmo rejeitar a moda, entretanto esse termo pode ser definido.

Como criar uma marca de sucesso

Como criar uma marca de sucesso – 5 Passos Fundamentais

Como criar uma marca de sucesso? Um dos motivos que pode levar uma empresa ao fracasso é quando ela  não consegue estabelecer uma conexão emocional com os consumidores. Você pode ter o melhor produto ou serviço do mercado e ainda sim desaparecer, caso não consiga atribuir um valor emocional à marca. Não conseguir desenvolver uma marca com personalidade pode ser fatal para o seu negócio.

Um dos erros mais comuns é esquecer de manter o consumidor em mente. Você precisa conhecer os gostos e necessidades de seu público e adaptar seus serviços e/ou produtos de acordo com o mesmo. Outro grande desafio é como desenvolver uma marca. Trata-se de obter o equilíbrio entre o  propósito da marca e a sua personalidade, com simplicidade no design – é o que as marcas mais bem-sucedidas têm em comum.

 

Aqui vão algumas dicas para desenvolver uma marca bem sucedida:

 

Mostre amor pela sua marca – Como criar uma marca de sucesso

Para um chef conseguir preparar uma refeição que as pessoas adorem, ele tem que adorar cozinhar. Além disso, ele tem que amar preparar esse prato em particular. Não há diferença entre esse amor e aquele colocado na construção de uma marca e seus produtos e/ou serviços. Coloque amor e cuidado no desenvolvimento de produtos, e o principal: Tenha certeza de que seu público perceba o carinho que está sendo colocado em seus produtos e/ou serviços. Para que as pessoas sintam amor pela sua marca, eles precisam sentir primeiramente o seu amor por sua empresa. Isso fará com que seus clientes falem sobre sua marca da melhor maneira possível. O amor faz com que as pessoas compartilhem sua experiência com os outros. Ter uma marca amada significa que os usuários farão o marketing em seu nome.

Encontre uma personalidade – Como criar uma marca de sucesso

Atualmente, devido a globalização, a maioria das empresas são parecidas umas com as outras. Elas simplesmente se misturam na multidão. Se os consumidores não conseguirem te distinguir do resto, como você espera que eles te encontrem na hora de comprar? Se você quiser estabelecer uma relação genuína com os consumidores é preciso infundir personalidade em sua marca.

Pergunte a si mesmo: O que eu quero que os consumidores sintam quando veem minha marca? Que palavras devem ir à mente deles?

Você precisa conseguir ir além do visual. Ao construir uma marca é preciso considerar as relações humanas envolvidas.

Crie Experiências Inesquecíveis – Como criar uma marca de sucesso

Toda vez que alguém entrar em contato com a sua marca você deve proporcionar uma experiência agradável e memorável. A Apple, por exemplo, se destaca não apenas na aparência, mas também na experiência. Suas telas são elegantes, modernas e espaçosas, facilitando a interação com seus produtos. Além de que tirar um novo laptop ou telefone da caixa é uma alegria para os sentidos por apresentar um apelo visual e tátil.

Os consumidores precisam se relacionar com sua marca de uma forma diferenciada e ter uma experiência inesquecível. Procure maneiras de tornar cada interação especial. Dê aos consumidores uma experiência simples e elegante se você quiser estimulá-los a comprar.

Envolva o consumidor – Como criar uma marca de sucesso

Dê aos consumidores uma voz na sua marca, procure comentários/feedbacks e responda às preocupações levantadas. Ouvir é fundamental para fazer ajustes e melhorias à sua base de clientes, porém, sempre lembrando que você deve permanecer fiel à sua personalidade, então use o feedback com sabedoria. Se tudo o que você faz é reagir, você não chegará longe.

Registre sua marca junto ao INPI – Como criar uma marca de sucesso

Não adianta ter a marca mais amada do mercado, os produtos mais incríveis, proporcionar as experiências mais diferenciadas e envolver seus clientes no processo, se a sua marca não for registrada. Uma marca não registrada no Instituto Nacional da propriedade Industrial (INPI) é uma marca sem dono e uma marca sem dono pode ser registrada por qualquer outra pessoa!  Clique aqui para descobrir os riscos que sua marca corre se não for devidamente registrada junto ao INPI.

Entre em contato agora mesmo e registre sua marca

Telefone Fixo: 0800 140 1414
E-mail para contato: contato@evotekone.com.br
WhatsApp: (31) 9.9495-0427

 

 

Registro de Marca – Melhor Investimento para longo prazo

Porque o Registro de Marca é o melhor investimento para longo prazo de uma empresa? Para iniciar as atividades de uma sociedade empresária, é necessário obter o registro perante a Junta Comercial, Prefeitura, Receita Federal, dentre outros órgãos. Ao criá-la, no entanto, o empresário não se dá conta de que um de seus bens é deixado desprotegido: sua marca, pois ele acredita que ao fazer o registro na Junta Comercial, já é o suficiente para proteger a sua marca.  O que o empresário necessita saber é que ao realizar o registro do nome empresarial na Junta Comercial do seu estado, ele não impede que outra pessoa física ou jurídica registre uma marca idêntica ou similar à sua junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Somente a marca registrada perante o INPI garante ao proprietário o direito de uso exclusivo em todo o território nacional em seu ramo de atividade econômica. Já o nome empresarial, ou comercial registrado na Junta Comercial é protegido apenas no âmbito estadual. Ou seja, uma marca não registrada junto ao INPI corre perigo.

Muitos proprietários de pequenas e médias empresas não enxergam o valor do registro de sua marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e poucos fazem a pergunta O que eu arrisco se eu não registrar a minha marca no INPI?

 

Aqui vão 4 motivos pelos quais sua marca não registrada corre perigo:

 

  1. Custos altos e mudanças indesejadas em função da anterioridade do seu concorrente – Registro de Marca

 

Até que a marca e/ou logomarca seja registrada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial, ele não pertence a você ou à sua empresa oficialmente. Se outra pessoa ou empresa registar a marca primeiro, e se essa mesma empresa tiver data de constituição anterior a sua, você pode encontrar-se em uma posição inconveniente e muito onerosa de se envolver em litígios e potencialmente ter que retirar seus produtos do mercado, redesenhar suas embalagens e pagar danos ou uma conta de lucros para o proprietário da marca registrada. Além dos custos quantificáveis, fazer outra campanha de marketing também não será uma tarefa fácil, tendo em vista que a marca original já possuía um valor simbólico agregado e uma reputação, pode ser que você não consiga atribuir o mesmo valor ao novo nome.

  1. Você não pode fazer nada perante aos Órgãos Federais em relação ao plágio – Registro de Marca

Quando você registra sua marca, é garantido que você está em posição de impedir que outras empresas e/ou pessoas a usem ou registrem uma similar, o que é essencial para manter sua marca protegida. Uma marca não registrada não te pertence legalmente, portanto você não pode entrar com processos administrativos (junto ao INPI) e nem judiciais (perante `a Justiça Comum) contra quem plagiar seu nome e/ou identidade visual e causar danos à sua imagem. Ao registrar sua marca, você adquire o direito de impedir que terceiros a usem ou procurem registrar marcas conflitantes.

  1. Quando você não registra, você corre o risco de sofrer bloqueio da sua marca no Google e Facebook – Registro de Marca

É importante que todas as empresas, por menores que sejam, desenvolvam uma estratégia efetiva e proativa de proteção das suas marcas, para garantir o seu uso no ambiente da internet. São vários os casos de marcas que estão sofrendo bloqueio no Facebook e nas buscas do Google, por não terem oficialmente seus registros.

  1. Onde encontrar ajuda? – Registro de Marca

Você deve procurar uma empresa especializada em registro de marcas para te auxiliar no depósito do registro e no monitoramento do processo. Procedimentos eficazes de monitoramento de marca também são fundamentais para a manutenção de uma marca comercial. Isto também ajuda a identificar potenciais fontes de conflito e infratores.

Entre em contato com a Arena Marcas e Patentes  ou clique aqui para solicitar uma pesquisa de marca grátis. Só quem registra é dono, não permita que seu negócio tenha uma marca não registrada!

Entre em contato agora mesmo em – Registro de Marca

Telefone Fixo: 0800 140 1414
E-mail para contato: contato@evotekone.com.br
WhatsApp: (31) 9.9495-0427
Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI

Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI?

Quanto tempo leva para registrar uma marca no INPI?

Já imaginou trabalhar a vida toda por algo, conseguir atingir o sucesso e, ao final de todo esse processo, tê-lo plagiado e retirado de você por forças maiores? Parece horrível, não é mesmo? Bom, isso é o que pode acontecer com o seu negócio e a sua empresa caso você não passe pelo processo de registro de marca.

Um dos motivos mais comuns para que os empresários de pequenas e médias empresas decidam não registrar a marca de sua empresa é, sem dúvida, o tempo que todo o processo demanda. Isso se dá pelo fato de que, pelo senso comum, o registro de marca é tido como algo que demora tempo demais e pode exigir muito investimento por parte da direção daquele negócio.

Por esse motivo, nesse artigo iremos falar mais sobre todo esse processo, ressaltando sua importância para uma empresa, seja ela pequena, média ou grande. Além disso, tiraremos uma dúvida que muitas pessoas têm: Quanto tempo leva para registrar uma marca no INPI? Vale a pena registra-la?

Leia todo o artigo e tire essa e muitas outras dúvidas acerca desse processo tão importante para o crescimento e estabelecimento de sua empresa no ramo específico de atuação.

O registro de Marca

Para quem está entrando agora no mundo do empreendimento, ou mesmo para aqueles que ainda desejam entrar e está aqui por interesse próprio, saber o que é o registro de marca e como ele funciona é essencial!

Basicamente, o registro de marca é um processo que ocorre em conjunto com o Instituto Nacional da Propriedade Intelectual, mais conhecido como INPI. Este, por sua vez, é uma autarquia federal, ou seja, tem atuação em todo o país, sendo responsável por aceitar ou recusar pedidos de registros variados, podendo ser de marca, de patente, direitos autorais, dentre outros.

O objetivo principal de entrar em um processo de registro de marca é ter a garantia de exclusividade para a sua empresa. Caso você apresente um pedido para o INPI e este seja deferido – ou seja, aceito –, isso significará que, naquele ramo de atuação, apenas a sua empresa, em todo o território nacional, terá aquele nome e identidade visual.

– A marca:

Para entender do que se trata esse artigo, é importante que o empresário saiba o que é, de fato, uma marca. E podemos dar uma definição bem simples quanto a isso, fazendo entender de forma rápida: Uma marca é tudo aquilo que remente à empresa de imediato, sendo a maneira como o negócio será visto pelo público em geral.

Para melhor entendimento do leitor, podemos dar alguns exemplos de marcas conhecidos em todo o mundo: Coca-Cola, Apple, Adidas, Nike. No entanto, uma marca não é apenas o nome da empresa, mas também pode ser a identidade visual dela, ou seja, o logotipo ou desenhos que remetem a ela. Dois grandes exemplos nesse sentido é a maçã levemente mordida da Apple e um símbolo que se assemelha um “certo” da Nike.

Quanto tempo leva para registrar uma marca no INPI?

Sem mais rodeios, agora que o leitor tem uma boa ideia sobre o que é uma marca e o seu registro em geral, falaremos de quanto tempo leva para registrar uma marca no INPI.

A resposta para essa pergunta pode ser decepcionante para alguns, mas a verdade é que não existe um tempo comum para todos os pedidos. Sendo assim, cada processo de registro de marca pode ser deferido – ou indeferido – com um tempo bastante distinto do outro, fazendo com que seja impossível estabelecer algo fixo.

No entanto, apesar de não ter um tempo fixo, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial estabelece um prazo máximo para que o registro de marca tenha uma resposta. O prazo atual que o INPI pede para quem o contata é de 28 meses, ou seja, 2 anos e 4 meses.

Pode parecer bastante, mas a verdade é que na grande maioria das vezes essa resposta é dada com bastante antecedência. Nos dias de hoje, o INPI tem dado uma resposta definitiva para o seu processo no prazo médio de 18 meses, isto é, 1 ano e 6 meses.

Por que o tempo de processo de registro de marca não é um problema?

Como falamos logo no início desse artigo, vários empresários não passam pelo processo de registro de marca devido ao tempo que a resposta do INPI pode demorar. No entanto, isso é um erro grave e pode custar o sucesso da sua empresa (falaremos sobre isso mais adiante), principalmente pelo fato de que o tempo não é um problema.

Nesse momento você deve estar se perguntar: como o tempo não é um problema? Ficarei 28 meses em um processo desprotegido?

A resposta é bem simples: O processo de registro de marca é amplo e demanda vários procedimentos específicos, dos quais a pesquisa é o primeiro e um dos mais importantes. Dessa forma, caso tenha feito uma boa pesquisa (ainda explicaremos mais sobre esse tópico), a sua marca estará protegida desde o momento que você entrou com o pedido.

Sendo assim, qualquer um que puder estar plagiando a sua marca e usando do seu sucesso como um negócio para gerar lucro poderá ser processado, pois o seu pedido está em andamento e, por esse motivo, você possui prioridade sobre os outros empreendimentos.

Por que o processo de registro de marca leva esse tempo?

Uma dúvida muito constante que surge ao redor do registro de marca é sobre o porquê desse processo levar tanto tempo. Isso pode ser explicado de várias maneiras, e quase todas estão relacionadas com todas as minúcias que envolvem o registro de marca.

Primeiramente, a quantidade de pedidos que acontecem todos os dias é incompatível com a quantidade de funcionários que o INPI possui. Dessa forma, torna-se difícil que estes agilizem o processo, uma vez que o trabalho é muito para poucas pessoas.

Além disso, sempre que um pedido é feito, é necessário esperar um prazo de, no mínimo, 60 dias para que alguma outra empresa entre com oposição em relação àquele pedido. Se alguém entrar com uma oposição, é necessário mais 60 dias para que a empresa se defenda da oposição.

Além de tudo isso, todo o processo de registro de marca é extenso e, por esse motivo, demanda um tempo significativo. Para entender melhor sobre isso confira o passo a passo para registrar uma marca junto ao INPI:

– Pesquisa de Marca – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI

A pesquisa é a primeira e uma das mais importantes – se não a importante – etapa de todo o processo do registro de marca. Basicamente, no banco de dados do site do INPI, deve-se fazer uma pesquisa com o nome de sua marca e, se for o caso, com a descrição da identidade visual – o logotipo – da sua empresa.

Essa etapa consiste em analisar se, em todo o resto do Brasil, já existe alguma empresa atuante no mercado – e que tenha o registro de marca já deferido – que possui nome muito semelhante ao da sua empresa. O procedimento da pesquisa é tão importante pelo fato de que é ele quem irá praticamente definir se o seu pedido será aceito ou recusado pelo INPI. Isso se dá pelo fato de que, caso já tenha um pedido ou um registro semelhante, as chances são consideravelmente baixas, mas caso não tenha, as chances são bastante altas.

É importante ressaltar que, na grande maioria das vezes, só é considerado um obstáculo aquelas marca semelhantes que atuem em ramos idênticos ou semelhantes!

– Documentação – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI:

Agora que já se tem as informações necessárias de que se pode entrar com o pedido – ou seja, não há outra empresa atuando em ramo semelhante e com marca parecida –, é necessário fazer o levantamento de todos os documentos necessários para entrar com o pedido. Nessa etapa é preciso comprovar a existência da sua empresa e a atuação dela naquele ramo que foi especificado.

– Solicitação do registro e pagamento de taxas – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI:

Agora que você já possui os documentos necessários, é o momento de solicitar o pedido de registro de marca junto ao INPI. Isso pode ser feito pelo site, onde serão gerados boletos de taxas federais que deverão ser pagas. É importante ressaltar que apenas após o pagamento dessas taxas é que o processo começará a valer de fato.

– Tempo para Oposições – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI:

Depois de um tempo que for feito o pedido de registro de sua marca, o INPI irá publicar esse pedido na sua revista semanal. Dessa forma, será possível que outras empresas que se sentirem lesadas com o registro daquela marca entrem com um processo de oposição. Se isso ocorrer e a oposição for aceita pelos analistas do INPI, você terá um prazo de 60 dias para montar uma defesa contra a oposição.

– Exame Formal do INPI – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI:

Depois de todo o depósito da documentação, pagamento das taxas e tempo demora para a oposição e para a defesa, o INPI irá começar o processo de análise de sua marca, a fim de validar como algo registrável.

– Publicação – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI

Quando o exame formal for concluído o INPI publicará sua marca na Revista da Propriedade Industrial (RPI). Após a publicação é aberto um prazo de 60 dias para que terceiros que se sintam lesados possam se opor contra o seu registro.

– Recurso – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI

Caso terceiros realizem uma Oposição contra o registro da sua marca, você poderá entrar com recurso de Manifestação de Defesa Contra Oposição com o intuito de  ingressar com a sua defesa junto ao órgão federal. É importante lembrar que existem prazos que necessitam ser cumpridos para cada procedimento realizado junto ao INPI. Ingressar com um recurso após o prazo expirado significa perder tempo e dinheiro, pois o órgão não acatará o seu recurso.

– Decisão Final do INPI – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI

Em caso de Deferimento da Marca, você deverá efetuar o pagamento das taxas de expedição do certificado e proteção ao 1º decênio da marca. Em caso de Indeferimento caberá recurso, com prazo de 60 dias em ambos os casos.

– Acompanhamento da Marca – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI:

Entrega do certificado e acompanhamento da marca pelos próximos 10 anos. Após o encerramento do primeiro decênio é possível prorrogar a proteção. Mesmo após o Deferimento da sua Marca, terceiros poderão ingressar com recursos de Nulidade Administrativa e/ou Caducidade, junto ao INPI. Portanto, é de suma importância realizar o monitoramento semanal da marca, como medida preventiva. Caso isso ocorra, será necessário ingressar com recurso de defesa junto ao órgão.

– Prorrogação da Marca – Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI

O registro de marca irá valer pelos próximos 10 anos depois do deferimento publicado pelo Instituto Nacional da Propriedade Intelectual. Dessa forma, assim que esse tempo for expirado, é necessário que o dono da marca entre novamente com um pedido, mas que dessa vez será de prorrogação da marca.

A prorrogação do registro de marca é um processo consideravelmente mais simples do que o registro em si. Isso se dá pelo fato de que você já tem os direitos acerca daquela identidade, e tudo que terá de fazer é comprovar a atividade da sua empresa. Esse tempo de expiração é justificado para que empresas já falidas e sem funcionamento não tenham exclusividade sobre um nome ou sobre uma identidade visual que nem sequer façam uso.

Como reduzir o tempo do processo de registro de marca?

Como você provavelmente já notou, o processo de registro de marca é algo cheio de detalhes e etapas que podem ser um pouco complicadas para quem não entende do assunto. Todo esses obstáculos, caso não existam pessoas que consigam passar por eles com tranquilidade, podem render o processo, fazendo durar até mais do que 28 meses (em casos de oposição depois do deferimento ou do indeferimento).

Além disso, caso não tenha pessoas altamente qualificadas no momento da pesquisa, que analisem a existência de empresas em todas as classes existentes no INPI, é possível que o dono de uma marca passe por tudo isso e, ao final de tudo, encare um indeferimento em seu registro. Isso, além de ser frustrante, poderá ter de fazer com que o empresário, depois de tanto tempo de atuação, tenha que mudar toda a sua identidade nominativa e também visual.

Para evitar tudo isso, é importante que o empreendedor contrate uma empresa especializada em marcas e patentes. É comum encontrarmos pessoas que dizem que isso é bobagem e que conseguem passar por tudo sozinho, o que na verdade pode ser uma grande perda de tempo.

A Arena Marcas & Patentes é uma empresa especializada nesse tipo de processo. Ela possui mais de 60 anos de atuação nesse ramo, sendo a pioneira nesse segmento em Minas Gerais. A empresa possui atuação nacional e tem parceria com várias grandes marcas de todo o Brasil, como a Seculus, Ouro Minas, Mater Dei, Mercado Central, dentre outros.

A empresa possui profissionais altamente qualificados para todo o processo de registro de marca, onde se incluem advogados e administradores competentes que o ajudarão na consolidação da sua marca no mercado.

Entre em contato com a Arena Marcas & Patentes para tirar mais dúvidas sobre Registrar uma marca, Acompanhamento Processual, Recursos Administrativos e Prorrogação de Marcas ou clique aqui para já solicitar sua Pesquisa de Marca grátis.

A importância do Registro de Marca

Em meio a tantas informações que podem ser vistas como negativas, tais como os obstáculos existentes nesse processo e toda a demora que ele envolve, algumas pessoas ainda inexperientes no mundo do empreendedorismo podem ser perguntar qual a importância do registro de marca.

Basicamente, isso pode ser explicado a partir da exclusividade que se adquire a partir do direito sobre uma identidade nominativa ou o direito sobre uma identidade visual. Sendo assim, caso tenha o seu pedido concedido, ninguém mais em todo o Brasil poderá usar aqueles elementos para identificar sua empresa.

– Exemplo da importância do registro de marca:

Para melhor entendimento dos nossos leitores, daremos agora um exemplo, que levará a entender melhor a importância do registro de marca para uma empresa. Para isso, usaremos uma situação fictícia onde Carlos possui uma loja de suplementos já consolidada no mercado.

A loja de Carlos possui reconhecimento no seu bairro e com várias pessoas de bairros vizinhos, fazendo com que ele tenha um rendimento bom todos os meses. Esse rendimento começa a aumentar à medida que clientes assíduos da loja de Carlos comentem com amigos do outro lado da cidade sobre a qualidade dos produtos comercializados por ele.

Vendo todo o seu sucesso, João, que sempre teve o sonho de ter uma loja de suplementos, abre uma do outro lado da cidade. A fim de ter o mesmo sucesso no mercado que o colega, ele leva um nome e uma identidade visual parecida com a loja de Carlos. Sendo assim, os amigos dos clientes que moravam do outro lado da cidade e, por isso, deveriam se deslocar, começam a frequentar a loja de João, já que esta parece ter uma conexão com a outra.

Isso parece uma atitude bastante imoral, não é mesmo? No entanto, acontece com frequência, mesmo que não seja de maneira intencional. Tendo o registro de marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – ou até mesmo o pedido em andamento – Carlos terá base legal para proteger a sua empresa.

Primeiramente, o mais indicado é que se faça um pedido extraoficial para a outra empresa, aquela que supostamente está cometendo plágio. Isso é altamente recomendado pelo fato de que é comum que pessoas cometam esse erro de forma acidental, e retirem aquela identidade de bom grado.

No entanto, caso não aceite retirar, você poderá entrar com um processo na justiça, alegando que o dono daquela empresa cometeu plágio e, por isso, deve retirar o seu nome e a sua identidade visual e, em alguns casos, até pagar multas. A base legal para todo esse processo será o registro de marca no INPI.

Gostou do artigo “Quanto Tempo Leva Para Registrar Uma Marca no INPI?” todo dia você encontra novidades em nosso blog sobre registro de marcas e patentes. Acompanhe!

 

Inbound Marketing vs Outbound Marketing

Inbound Marketing vs Outbound Marketing

Inbound Marketing vs Outbound Marketing? Se você tem um entendimento mínimo de marketing, você provavelmente sabe que existem dois métodos comuns: o Inbound Marketing e o Outbound Marketing. Resumidamente, no Outbound a empresa vai até o cliente e no Inbound o cliente vai até a empresa.

Outbound Marketing 

Durante séculos, mesmo antes do termo “marketing” existir, os comerciantes têm tentado fazer com que as pessoas comprem seus produtos.

O Outbound Marketing é realizado de forma mais invasiva e utiliza uma variedade de métodos para divulgar produtos ou serviços, exigindo mais atenção das pessoas.

 

Aqui estão algumas estratégias populares do Outbound Marketing:

 

Mídia impressa

A mídia impressa já está presente desde o começo da imprensa, a primeira revista foi impressa na América em meados do século 18, e desde então elas tem sido preenchidas com anúncios. Além das revistas também há outras formas de mídia impressa, sendo uma delas a “mala direta”, que consiste em uma mensagem publicitária com apelo promocional ou meramente informativa (propaganda), com o intuito de divulgar e vender, como por exemplo, toda vez que você abre sua caixa de correio e ela está cheia de catálogos e folhetos que você não requisitou. Apesar de ser uma estratégia considerada ruim, continua sendo uma fonte popular de publicidade.

 

Anúncios de TV e Rádio

Quando o rádio se tornou popular na década de 1920, os anunciantes começaram a patrocinar shows. À medida que a televisão foi tomando conta do mercado, os programas de rádio foram se tornando menos populares, mas os anúncios permaneceram. Se você ligar o rádio do carro você provavelmente será inundado com anúncios entre músicas. Da mesma forma que nos intervalos dos programas de televisão você é obrigado a assistir os comerciais, que são uma técnica bastante popular do Outbound.

 

Telemarketing

Desde o início dos anos 80, as empresas gastaram bilhões de reais para disparar milhares de chamadas por hora, mesmo tendo consciência de que ninguém gosta de atender ligações de telemarketing.

 

Outdoors

Os outdoors surgiram pela primeira vez na América do Norte no final do século 19, mas não se tornaram onipresentes até o início do século XX.

 

O que todos esses métodos têm em comum? Eles são difíceis de evitar. As pessoas podem até mudar de canal quando um comercial começar, desligar na cara da atendente de telemarketing ou passar direto pelos anúncios da revista, mas é impossível evitar 100% dos anúncios colocados à nossa frente no dia a dia. O Outbound Marketing também se caracteriza por não possuir personalização, o que o torna menos efetivo. É difícil realizar as métricas para saber o que está funcionando e o que não está. Você não tem como saber quantas pessoas leram uma mesma revista ou quantas pessoas foram ao banheiro ou à cozinha na hora dos comerciais do intervalo de um programa.  Geralmente faltam os dados necessários para ajustar suas táticas e seu orçamento nas estratégias de Outbound.

 

Qual o maior problema com o Outbound Marketing?

É uma estratégia cara e pouco efetiva. Estima-se que uma campanha de Outbound custe 62% a mais do que uma campanha de Inbound. Em outras palavras, você pagará mais para acionar as pessoas que não estão necessariamente interessadas no que você tem para oferecer.

 

Inbound Marketing

O termo Inbound Marketing foi cunhado pelo co-fundador do HubSpot, Brian Halligan, no final da década de 1990. No entanto, as sementes para o Inbound foram semeadas antes disso, com ideias como Marketing de Permissão e Marketing de Relacionamento. Ambas estão focadas em assumir uma abordagem menos agressiva e mais personalizada para a venda, criando relacionamentos duradouros com clientes satisfeitos ao longo do tempo.

Inbound Marketing vs Outbound Marketing

 Táticas de uso comum do Inbound Marketing: 

SEO

O SEO, ou otimização de mecanismos de busca, ajuda no posicionamento do seu site no Google. Existem vários mecanismos de pesquisa usados em todo o mundo, no Google, por exemplo, são feitas em média 40 mil pesquisas por segundo. É extremamente importante que seu site esteja posicionado nas duas primeiras páginas e classificado na lista de respostas relacionadas a determinadas palavras-chave.

Marketing de Conteúdo

Cada vez mais empresas estão incorporando blogs em seus sites devido às estratégias de Marketing de Conteúdo, que tem a intenção de atrair mais clientes e tráfego para o site, por meio de um conteúdo informativo e educativo que ajude a resolver o problema da persona. Eles oferecem a informação, e os consumidores podem encontrá-la quando estiverem prontos para isso. Com isso em mente, é importante ter conteúdo relevante para todas as etapas da jornada do comprador em seu site.

Mídia Social

Se você não possui uma conta em pelo menos uma plataforma de redes sociais, você está perdendo uma oportunidade valiosa de se conectar com seu público de forma bidirecional. Você pode interagir com clientes reais, desenvolvendo um relacionamento no Twitter ou no Facebook, o que gera lealdade à sua marca ao longo do tempo.

 

E-mail Marketing

A vantagem do e-mail marketing é que a partir de informações geradas pelo lead, você tem a oportunidade de enviar o conteúdo certo, para a pessoa certa, na hora certa, o que facilita a conclusão do processo de venda. Lembrando que e-mail marketing não quer dizer spam, eles são e-mails cuidadosamente elaborados e enviados em pontos de gatilho particulares ao longo da jornada do visitante, para que o mesmo se torne um cliente. Esses e-mails oferecem informações valiosas e conteúdo útil que um determinado cliente pode utilizar.

 

Inbound Marketing vs Outbound Marketing -Por que o Inbound Marketing é certo para você?

O advento do Inbound Marketing marca uma mudança de Poder – agora, o poder reside com o comprador em vez do vendedor. O comprador não depende da equipe de vendas para informá-los sobre o produto. A internet fornece toda a informação que eles precisam. Com o Marketing de Conteúdo as pessoas podem obter respostas para as suas dores específicas, sem ter que examinar várias informações não relevantes (ou um campo de vendas).

O Inbound Marketing é mais barato e mais eficaz que o Outbound. Por exemplo, estima-se que 14,6% dos leads de SEO resultem em um fechamento, enquanto os leads do Outbound têm uma taxa de fechamento de 1,7%. Você pode medir o sucesso de sua campanha de Inbound através de testes A/B, para que você possa ver, por exemplo, qual linha de assunto de e-mail obtém mais respostas ou qual tipo de Call-to-Action obtém mais cliques.

Outro bônus do Inbound é a agilidade. Se você determinar que seu anúncio de TV não está obtendo os resultados que você esperava, não há muito o que você possa fazer. Além do fato de que produzir um comercial de televisão demanda tempo e recursos financeiros, não é tão simples tirá-lo do ar e substituí-lo por outra campanha. Se uma campanha no Facebook não estiver dando retorno, basta alterar a imagem ou alguma palavra-chave, trocar de rede social e etc. É significativamente mais fácil e menos oneroso mudar a estratégia quando tudo é digital.

Além de uma estratégia de Marketing eficaz, o que mais eu devo fazer?

Uma boa estratégia de Marketing pode fazer com que sua empresa cresça e se expanda aceleradamente, mas, para poder expandir sem complicações jurídicas, não se esqueça do mais importante: Registrar a sua marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)! Unindo uma boa estratégia de Marketing com uma proteção efetiva de marca, sua empresa alcançará patamares que você jamais imaginou. Lembre-se: Só quem registra é dono!

Inbound marketing e Outbound marketing são estratégias excludentes?

Após vários anos de experiência de condução essas duas tendências, a partir Inbound Cycle especialistas que que não precisa haver nenhum confronto entre os termos de marketing de entrada e de marketing de saída, mas ambos poderia ser parte de um mesmo conjunto de ações e tornando-se mais eficaz.

Todas as técnicas de marketing e publicidade utilizadas no chamado marketing interrompido podem receber uma abordagem “inbound” e capitalizadas, obtendo resultados mais satisfatórios. Adicione em vez de subtrair. Muitos chamam esse processo de inboundização totalmente inovadora.

Um exemplo claro:

Vamos imaginar uma empresa dedicada à comercialização de produtos para crianças e que tenha um site e um blog no qual eles lidem com tópicos que possam interessar uma nova mãe ou pai. Em seu site, eles incluem conteúdo interessante, vídeos, download … toda uma série de recursos úteis para o seu público-alvo.

Este canal naturalmente atrairia o tráfego de mães e pais que buscam esclarecer dúvidas sobre os recém-nascidos. Haverá também visitas de pessoas encontrar o conteúdo, classifica-lo e acabam partilha, ou usuários que a informação parece muito valioso e referenciado em seu site, o que fará com que seus visitantes encontram ali o link para o blog e têm então acesso direto a ele. Todo esse tráfego pode ser convertido em um banco de dados através de uma série de processos e “educar” esses usuários para direcioná-los a um comércio eletrônico ou a uma venda mais próxima através de um comercial.

No entanto, este processo on-line não está em contradição com as técnicas mais clássicas. Então, se tivermos esse blog de alta qualidade, onde há excelentes conteúdos e onde os visitantes podem resolver suas dúvidas, também podemos lançar ações de publicidade, relações públicas e marketing tradicional. Por exemplo, poderíamos fazer uma enorme campanha de televisão na qual finalmente incluímos o fato de que essa marca tem um canal de conteúdo no qual eles poderão resolver todas as dúvidas para os pais e para as mães de primeira viagem. Dessa forma, também poderemos atrair visitantes.

Então, não tanto para se opor aos conceitos de marketing de entrada e comercialização de saída, mesmo que eles são opostos, mas para uni-los, ou seja, polos integrar todas marketing, publicidade e relações públicas com a filosofia de entrada. O objetivo seria capitalizar cada centavo investido em nossa estratégia.

Principais diferenças entre o Inbound e o Outbound Marketing

Outbound Marketing

Sua metodologia é focada na marca e no produto, mostrando suas características e benefícios. Pesquise e interrompa o cliente quando você não solicitou essa informação, por isso pode ser irritante. Qual é a probabilidade de que isso possa lhe interessar? Não se sabe, mas é claro que o contato é frio, e você não tem dados suficientes para saber se é do seu agrado ou não.              

Os clientes são procurados na mídia tradicional (rádio, televisão, imprensa, e-mail, banners …) para tentar chamar sua atenção.

A comunicação é apenas em uma direção. A informação é lançada, mas os canais não estão habilitados para estabelecer uma troca recíproca. O feedback do consumidor é desconhecido.            

Atinge o público em geral indiscriminadamente. É impessoal e, portanto, arriscado, uma vez que não pode causar nenhum efeito sobre o usuário que, a priori, não está interessado.            

Tem a ver com o tamanho do orçamento, que geralmente é alto, já que você precisa contratar espaço publicitário pago.

Procura vender e assim mostra diretamente com sua abordagem comercial. Não permite que o usuário faça uma investigação do que lhe é oferecido ou forneça conteúdos úteis e de qualidade para solucionar sua necessidade.

Na maioria dos casos, é difícil medir, dados os canais que você usa.

Inbound Marketing

Sua metodologia é focada no usuário e potencial cliente, que se torna o rei. Trata-se de ganhar seu interesse, sua confiança, oferecendo conteúdo estelar relevante.

Atrai o cliente, não o interrompe. Ele ganha sua atenção, e é ele quem encontra aqueles conteúdos que são atraentes para ele.

A mídia é digital: mecanismos de busca, referências, sites, blogs, redes sociais, etc.

A comunicação é interativa, em duas direções, o que possibilita estabelecer um contato e conhecer em primeira mão as necessidades e opiniões do potencial cliente.

Atinge um público mais qualificado e interessado em nosso produto, pois concentra seus esforços nos gostos e necessidades do comprador (tipo cliente ideal). Com base em um estudo específico desse protótipo de consumidor, é mais fácil tentar satisfazer suas necessidades.

Tem a ver especialmente com criatividade, então você precisa de um orçamento menor do que o marketing externo.

Com o conteúdo procura informar e entreter, não diretamente a venda. O usuário pode iniciar uma investigação que o leva a concluir se ele está interessado ou não no que é oferecido.

Proporciona valor agregado ao usuário, já que não só mostra o produto, mas também integra conteúdos relevantes que interessam ao consumidor e são úteis para o seu dia a dia.

Seus resultados são mensuráveis com ferramentas digitais, o que possibilita verificar o desempenho das ações estabelecidas ao longo de todo o processo e redirecionar a estratégia caso não atendam as expectativas estabelecidas.

Como se dá o processo de vendas no Inbound Marketing

Como o consumidor evoluiu, o mesmo aconteceu com o processo de vendas .

O novo modelo integra todas as estratégias de entrada e saída no funil de conversão, unindo marketing, publicidade e relações públicas em um único canal que acaba gerando mais vendas.

Inclui as seguintes fases:

– Atenção: Continuamos a capturar a atenção do consumidor com estratégias de saída: publicidade, banners, envio por e-mail etc.

– Tração: Nós atraímos o tráfego para o nosso site com técnicas de entrada e saída: SEO, SEM, publicidade, relações públicas, mídias sociais, eventos, etc.

– Engagement: Assim que tivermos esse tráfego em nosso site, tentamos fazer com que o usuário fique conosco, baixe conteúdo, interaja e, acima de tudo, retorne. Faremos isso através de conteúdo relevante que cubra as necessidades do cliente. Nós ganhamos sua confiança.

– Atenção: Essa é a chamada fase de nutrição, na qual esse tráfego, que já convertemos em um registro, é “alimentado” de maneira personalizada, de acordo com o comportamento do usuário. Temos tecnologia que monitora o potencial cliente e nos fornece informações detalhadas sobre seus movimentos, o que ele faz, que visita, que conteúdo é baixado ou quais ferramentas ele prefere. Oferecemos conteúdo personalizado.

– Atividade: “Educamos” os usuários para conhecer nossos produtos e serviços, ativar e comprar.

– Interesse: O interesse do usuário deve ser despertado.

– Desejo: O desejo de comprar surge.

– Ação: A compra ocorre. Além disso, um cliente satisfeito com nosso produto ou serviço pode se tornar um promotor de nossa marca.

Nestes tempos, que não é fácil de chegar ao consumidor, que espera ofertas aparecem apenas quando você precisa deles e não quando as marcas quer, não quer ser interrompido, o que requer um conteúdo de qualidade, e tem os meios tecnológicos Para bloquear a publicidade, o inbound marketing pode ser uma boa solução, sem esquecer e aproveitar as tradicionais estratégias de marketing de saída para concluí-la.

Gerar conteúdo útil, ebooks, webinars, qualidade mensagens que geram likes no Facebook, retweets no Twitter, links para o seu site, bom uso de palavras-chave e otimizar o nosso local , e ações automatizadas posterior comercialização que considerem adequadas, cabeça para o possível cliente através do funil de vendas e podemos alcançar nosso objetivo final: vender.

Principais benefícios do Inbound Marketing

Você já viu alguns motivos para adotar o Inbound Marketing como estratégia para sua empresa, vamos trazer mais alguns benefícios relacionados a esse tipo de publicidade para seu produto ou serviço.

– Simplifique o trabalho de vendas e marketing

Com o Inbound, sua equipe de vendas e marketing une forças para criar conteúdo poderoso. O pessoal de vendas é a principal fonte de informações sobre o que os clientes precisam nos diferentes estágios da jornada do comprador . A partir daí, o marketing pode criar conteúdo altamente segmentado que instrui as pessoas, responde às suas perguntas e resolve seus problemas.

68% dos consumidores gastam tempo lendo conteúdo de marcas nas quais estão interessados, de acordo com a Content Marketing Association.

Trabalhando juntos, as vendas e o marketing podem usar o conteúdo para atrair visitantes, aumentar as conversões, nutrir seus leads, vender e reter os clientes existentes.

– Aumentar a visibilidade e conscientização da marca

O ambiente digital possibilitou que até as menores marcas obtivessem reconhecimento. Através da produção de conteúdo alinhado à Jornada do Comprador, as pessoas poderão encontrar suas informações enquanto realizam suas pesquisas. Se você não estiver presente, eles nunca irão encontrá-lo.

Além disso, se esse público gostar do que você escreve, ele compartilhará seu conteúdo nas redes sociais, aumentando sua visibilidade e solidificando sua reputação como um recurso confiável.

80% dos que tomam decisões de negócios preferem obter informações de uma empresa em artigos, em vez de anúncios.

– Eduque seu público-alvo no mundo digital em que vive

O consumidor hoje antes de fazer uma compra, investiga a maior quantidade de informações que ajudarão você a tomar uma boa decisão. Na verdade, de acordo com as estatísticas, a maioria dos compradores B2B estão entre 57% e 70% envolvidos em consultas de compra antes de fazer o primeiro contato com o vendedor.  

Isso significa que, com um pouco de pesquisa e pessoas de comprador claramente definidas, você pode entender onde seu público-alvo está procurando informações. Dessa forma, você poderá distribuir seu conteúdo estrategicamente para ser visto por eles.

As pessoas investem mais de 50% do seu tempo on-line em conteúdo e outras 30% nas redes sociais, onde o conteúdo é compartilhado.

– Aumentar a confiança e a credibilidade

Muitas pessoas fogem para o Outbound Markerting, pois não se importam que o dia ocupado seja interrompido por uma ligação fria ou por um email. Em vez disso, eles querem consumir conteúdo no momento em que decidem.

86% das pessoas ignoram a publicidade na televisão, 44% nunca leem cartas comerciais e 91% cancelaram a assinatura em um serviço de e-mail.

Lembre-se sempre de que o Inbound se concentra no consumidor, por isso, é melhor atingir seu público-alvo de uma maneira menos intrusiva, porém mais eficaz. Desta forma, você ganha sua confiança e você estará em sua mente quando eles estiverem prontos para fazer uma compra.

60% dos consumidores melhoram sua opinião sobre uma empresa depois de ler o conteúdo personalizado em seu site.

– Gerar tráfego e leads de qualidade

Empresas com blogs ativos geram 67% mais “leads”. (Revista News Cred)

A entrada ajuda você a gerar relacionamentos que levam à venda. Quando você produz conteúdo focado nas necessidades e problemas do seu público-alvo, você está atraindo tráfego de qualidade para o seu site.

Os “leads” gerados pelas pesquisas orgânicas têm uma taxa de fechamento de 14,6%, enquanto os “leads” gerados pelo marketing de saída têm uma taxa de fechamento de 1,7%. (HubSpot)

Quanto mais conteúdo de qualidade você produzir, mais visitas você receberá, mas deverá aguardar por essas visitas com a devida preparação (CTAs, Landing Pages, Formulários, etc.) para orientá-las na conversão. A partir daí, você deve continuar implementando as diferentes táticas da Metodologia Inbound, até que elas se tornem seus clientes e promotores.

As práticas de entrada produzem 54% mais leads do que as práticas de Marketing Outbound. (HubSpot)

– Melhore seu relacionamento com os clientes

Inbound é basicamente sobre fornecer conteúdo valioso para o seu público-alvo, buscando conhecê-los melhor, a fim de fornecer-lhes ainda mais valor, através de um acompanhamento cuidadoso que ajuda a resolver seus problemas e responder suas perguntas. Quanto mais valor você trouxer para seus clientes, mais perto estará o relacionamento deles.

Estima-se que 90% dos consumidores acreditam que o conteúdo personalizado é útil e 78% acreditam que a empresa que se preocupa em fornecer esse conteúdo está interessada em construir um bom relacionamento com eles.