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Quais são os impostos para pessoa jurídica

Quais são os impostos para pessoa jurídica?

Nós vivemos em um modelo de sociedade em que o Estado, com a premissa de fornecer todos os direitos básicos de cada cidadão, como educação de qualidade, saúde, saneamento básico, diversão, dentre várias outras coisas, cobra impostos de seus contribuintes, os quais, em uma visão perfeita de mundo, voltam para o cidadão em forma de benefícios.

Todo cidadão ativo paga impostos. Inicialmente, são conhecidos dois tipos de impostos: os diretos e os indiretos. Os diretos são aqueles cobrados diretamente do indivíduo, em que ele deve contribuir para o Estado com uma porcentagem do que tem – como, por exemplo, no imposto de renda, onde o cidadão deve dar ao Estado uma porcentagem de sua renda mensal, muitas vezes descontada no próprio salário. Já os indiretos são aqueles que são repassados para a pessoa por meio de produtos. Por exemplo, quando compramos algo no supermercado, tenha certeza de que uma boa porcentagem daquele valor é proveniente dos impostos cobrados.

Existem vários tipos de taxas que devem ser pagas por todos os tipos de pessoas. No entanto, esse assunto muda um pouco quando se torna uma pessoa jurídica. Por isso, nesse artigo trataremos de quais são os impostos que devem ser pagos por pessoas jurídicas.

O que é uma pessoa jurídica?

Antes de falarmos sobre os impostos pagos por uma pessoa jurídica, é proveitoso que o leitor saiba, de fato, o que é PJ. Pessoa jurídica é uma instituição constituída por pessoas e reconhecida pelo Estado, tendo os seus próprios direitos e os seus próprios deveres. Esse conceito pode se referir a vários tipos de entidades, como companhias, empresas, organizações, ou até grupos com finalidades específicas.

Há um cadastro especial para esse tipo de entidade, chamado de CNPJ. Nele, devem se inscrever as pessoas jurídicas de fato e pessoas equiparadas, isto é, pessoas físicas que, em nome individual, realizam alguma atividade com o objetivo de obter lucros.

É importante ressaltar que, por mais que seja constituída por uma ou mais pessoas, a pessoa jurídica são independentes de seus próprios membros – pessoas físicas.

Quais são os impostos para pessoa jurídica

Entidades classificadas como pessoas jurídicas, que possuem cadastro junto aos órgãos federais, possuem diferentes tipos de impostos que podem pagar. Estes são: O Lucro Real, o Lucro Presumido e o Simples Nacional. Este último, apesar de ser disparadamente a melhor opção, só pode ser escolhido por empresas de pequeno porte e microempresas.

– Lucro Real:

As empresas que são enquadradas nesse tipo de imposto são classificadas aquelas que o Faturamento Anual, se calculado de maneira bruta, desconsiderando despesas e gastos, seja superior ao valor de R$ 48 milhões. No entanto, para o cálculo do imposto que deve ser pago, a empresa em questão deve considerar apena o faturamento líquido, ou seja, subtraindo os gastos e as despesas.

Como as porcentagens nesse tipo de imposto são bem maiores do que no Simples Nacional, por exemplo, nenhuma empresa opta por realmente esse tipo. As instituições que o compõe são obrigadas, pelo fato de que o seu faturamento anual é bastante alto e elas atuam no mercado financeiro. As principais entidades que participam desse tipo de impostos são: corretoras de Títulos, factoring, bancos comerciais, sociedades de créditos, investimentos e financiamentos.

As alíquotas – porcentagens que devem ser pagas pela entidade – que existem nesse tipo de imposto são:

  • IRPJ: 15 por cento para lucro de até R$ 20.000,00 mensais;
  • IRPJ: 25 por cento para lucro acima de R$ 20.000,00 mensais;
  • CSLL: 9% sobre qualquer lucro apurado;

Veja que para todas as taxas são usadas a palavra lucro. Isso significa apenas o valor considerando todas as despesas e não o valor total. A fim de comprovar que todas as taxas estão sendo pagas da maneira certa, o gestor da empresa deve emitir declarações obrigatórias, as quais:

  • Sped Contábil;
  • LALUR;
  • ECF;
  • Relatório de Lançamentos no Caixa;
  • Demonstrativo de Resultados;
  • Dentre outros;

– Lucro Presumido:

O Lucro Presumido é um outro tipo de taxação, que pode ser optada por empresas em que o faturamento anual varie entre R$ 4 milhões e R$ 78 milhões. Ele existe a fim de simplificar os cálculos de impostos, uma vez que o que é feito, na verdade, é uma presunção para o valor que terá de ser pago, de acordo com as atividades que são exercidas por aquela instituição.

Em outras palavras, A Receita Federal calcula uma média de lucro e, a partir desse valor, impõe uma alíquota – porcentagem que deve ser paga de imposto – e a empresa deve cumpri-la. Como já falado anteriormente, essa média é feita de acordo com a atividade que aquela empresa em específico oferece.

As empresas que atuam no mercado financeiro são impedidas de optar por esse tipo de encargo tributário, uma vez que não é possível fazer um balanço médio dos seus lucros.

O Lucro Presumido é consideravelmente mais utilizado do que o Lucro Real, uma vez que gera muito menos impostos e necessita de fazer uma quantidade bem mais resumida de declarações para o governo.

As alíquotas pagas pelas empresas que optam por esse tipo de encargo são:

  • IRPJ: 15 por cento para faturamento de até R$ 187.500,00 em três meses;
  • IRPJ: 25 por cento sobre a parcela do faturamento superior a R$ 187.500,00 em três meses;
  • CSLL: 9 por cento sobre qualquer valor de faturamento;

– Simples Nacional:

O tipo de regime tributário mais popular em todo o Brasil é o de Simples Nacional. Apesar de possuir menos encargos e um número menor de obrigações, ele só pode ser escolhido por empresas classificadas como micro ou companhias de pequeno porte. Entre vários outros atributos, o Simples Nacional visa diminuir consideravelmente a burocracia e fazer com que todos os impostos a serem pagos por pessoas jurídicas se unifiquem em apenas um.

Os requisitos para se enquadrar nesse tipo de regime tributário estão relacionados com o valor de faturamento da empresa. Até o ano de 2017, era necessário que uma empresa obtivesse um faturamento bruto de até R$ 3,6 milhões por ano para poder optar pelo Simples. A partir do primeiro dia de Janeiro de 2018, o faturamento limite para uma empresa passou a ser de R$ 4,8 milhões por ano.

Além desses requisitos de faturamento, para uma empresa poder ser enquadrada no Simples Nacional, é necessário verificar se o tipo de atividade da empresa é permitido pelo Simples e se o sócio não possui restrição que impeça de aderir ao regime.

As alíquotas que devem ser pagas no Anexo III, o principal grupo de empresas que podem optar pelo Simples Nacional:

  • Faturamento anual de até 180.000,00 – 6 por cento;
  • Faturamento anual de 180.000,01 até 360.000,00 – 11 por cento;
  • Faturamento anual de 360.000,01 até 720.000,00 – 13 por cento;
  • Faturamento anual de 720.000,01 até 1.800.000,00 – 16 por cento;
  • Faturamento anual de 1.800.000,01 até 3.600.000,00 – 21 por cento;
  • Faturamento anual de 3.600.000,01 até 4.800.000 – 33 por cento;
Como registrar uma marca internacionalmente

Como registrar uma marca internacionalmente

Como registrar uma marca internacionalmente?

A marca de uma empresa é de suma importância para o sucesso da mesma. É impossível encontrar uma grande companhia do mundo que não possua, também, uma marca forte e reconhecida por milhões de pessoas. Esse tipo de identidade pode fazer a diferença no momento de decisão do consumidor, que, na grande maioria das vezes, irá optar por aquela empresa que já conhece e que já tem uma confiança selada.

Como sabemos, abrir um negócio e ser um sucesso na sua cidade já não é nada fácil. Partir para a atuação em outros países é ainda mais difícil, mas muitos empreendedores conseguem quebrar essa barreira e atuar de forma concreta em outros lugares, uma vez que a sua empresa já tem um bom conhecimento em vários lugares do seu país.

Contudo, ao começar a atuar no exterior, o empresário não pode deixar de lado o fortalecimento de sua marca. Por esse motivo, nesse artigo falaremos sobre a importância de registrar uma marca internacionalmente, dando ênfase às instruções para que o gestor faça esse processo.

Como registrar uma marca internacionalmente

– Fazendo o registro de marca pela União de Madrid:

Antes de qualquer coisa, é importante que o empreendedor saiba que, para fazer o registro de marca em algum outro país ele deve ter atuação comprovada nesse lugar. Caso contrário, o pedido será indeferido pelo órgão competente.

O processo de registro de marca internacional é bastante simples, podendo ser feito aqui mesmo do Brasil. Primeiramente, para falar sobre esse registro, é necessário que o leitor saiba o que é a União de Madrid.

Também chamado de Sistema de Madrid, ou mesmo Protocolo de Madrid, é um tratado internacional feito inicialmente pela União Europeia, Estados Unidos, Austrália, Japão e China. O seu objetivo é de desburocratizar os sistemas de registro de marca internacionais, uma vez que, em momentos anteriores a esse tratado, era necessário que a empresa possuísse um registro de marca em cada país que tivesse atuação.

Por esse motivo, esse protocolo tem o objetivo de simplificar todos esses processos. O Protocolo de Madrid como existe nos dias atuais foi assinado no ano de 1991 e passou a vigorar a partir do ano de 1998. No entanto, esse documento teve como base legal um outro tratado, chamado de Acordo de Madrid e que tinha o mesmo objetivo, que vigorava desde 1891.

Depois dos países que idealizaram o documento, várias outras nações aderiram ao Protocolo de Madrid. Atualmente, exatamente 97 países estão inseridos nesse Tratado. Isso significa que, caso você tenha esse registro, poderá facilmente ter atuação contínua com exclusividade da sua marca em todos os países que aderiram ao tratado.

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) está, desde o ano de 2017, se preparando para aderir ao Protocolo de Madrid, mas ainda nada foi oficializado.

Em relação ao procedimento, é bem parecido ao que é realizado no Brasil. O empresário entrega todos os documentos que provam a existência de sua empresa e faz o pedido referente ao seu nome e sua identidade visual, se houver (logo). Como já falado anteriormente, é necessário que haja documentos que comprovem a atuação em um dos países que fazem parte do Protocolo, caso contrário o pedido será indeferido.

O tempo para a avaliação é de, no máximo, 18 meses, mas a resposta geralmente chega bem antes do esperado. Todos os documentos, inclusive os de pedido e os de comprovação de atuação, devem estar em uma dessas línguas estrangeiras: Inglês, francês ou espanhol. Por esse e outros motivos, como toda a burocracia e as nuances do procedimento, é altamente recomendável que o empresário contrate uma empresa especializada em registro de marcas, principalmente aquelas que já têm experiência no registro de marcas internacional.

– Fazendo o registro de marcas fora da União de Madrid:

Bom, como já falado anteriormente, existem 97 países que aderiram ao Protocolo de Madrid e, portanto, o registro de marcas internacional – ou seja, para empresas estrangeiras – nessas outras nações é feito unicamente por esse sistema. No entanto, sabemos que o mundo possui mais de 97 países, mais precisamente 193.

Desse modo, caso a empresa tenha uma atuação em um país que não esteja incluído na lista dos que aderiam ao Protocolo de Madrid, é necessário que seja feito um contato direto com o órgão responsável pelo registro de marcas dessa nação em específico. O problema é que isso pode ser bem mais demorado e mais complicado de se fazer do Brasil, muitas vezes algum representante da companhia tendo que ir na sede do órgão no país.

O que é uma marca?

É provável que uma quantidade considerável de leitores tenham o desejo de atuar em outros países, e por esse motivo chegaram até esse ponto do artigo. No entanto, com certeza há, entre estes, alguns que não sabem exatamente o que é uma marca e a importância dela para o sucesso do seu negócio.

A marca é a identidade de uma empresa, e a forma como os produtos daquela companhia serão identificados pelos consumidores. Caso a sua empresa já tenha um reconhecimento no seu ramo de atuação, a marca é o que deixará o seu produto caracterizado como pertencente ao seu negócio, o que dará uma sensação de confiabilidade no consumidor, podendo ser decisivo no momento de escolha.

As marcas, pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), podem ser classificadas de três maneiras:

  • Marca Nominativa: Quando aquela empresa é identificada apenas pelo seu nome, sem nenhum elemento figurativo que a identifique;
  • Marca Figurativa: Quando aquela empresa em específico é identificada apenas pelos elementos visuais, sem que o seu nome esteja inserido no todo;
  • Marca Mista: A marca mista acontece quando uma empresa opta por ser representada tanto pelos seus elementos figurativos quanto pelo seu nome;

Qual a importância de registrar uma marca?

Nesse momento, o empreendedor pode se perguntar qual a importância de se registrar uma marca. Primeiramente, podemos citar o princípio da exclusividade. Pense que você tem uma empresa com uma marca fortalecida no seu ramo de atuação, e que todos que encontrem os seus produtos / serviços classifiquem-no como bom, já que foram fornecidos por sua empresa.

Desse modo, pode se considerar que você construiu uma marca forte. Caso você não possua o registro de marca, qualquer outra empresa poderá fornecer um produto e colocar elementos que remetam a sua empresa, e você não poderá fazer nada. Por outro lado, se você possuir o registro de marca poderá notificar aquela outra empresa e, caso ele não cumpra, poderá processa-lo.

O registro de marca irá garantir que apenas a sua empresa tenha aquele nome – ou parecido – aquela identidade visual – ou parecida.

Para melhor entendimento do leitor, podemos dar um exemplo: a Apple, uma das maiores empresas do mundo todo, referência no quesito de tecnologia, responsável por produzir softwares e aparelhos eletrônicos de alta qualidade, possui uma marca forte e consolida, de característica mista (Apple é o nome e a maçã com uma mordida na lateral é o elemento figurativo).  

Se a Apple não tivesse um registro de marca em todos os países em que vende os seus aparelhos, qualquer pequena empresa de tecnologia poderia desenvolver um aparelho parecido e colocar a logo da Apple, estando dentro da legalidade.

imposto de renda

Como fazer o imposto de renda?

Como fazer o imposto de renda?

A sociedade moderna se estrutura de uma maneira que o governo, por jurar fornecer saúde, educação, alimentação e todos os direitos básicos de um indivíduo, cobra vários impostos ao ano. Cada país possui o seu próprio sistema político e, como a Inglaterra tem o Parlamentarismo, o Brasil é governado pelo Presidencialismo.

Entre tantos outros impostos que pagamos todos os anos, o imposto de renda é um dos mais falados pela mídia e mais conhecida pelo público em geral. No entanto, é bastante comum encontrarmos pessoas que, apesar de já ter ouvido falar várias vezes sobre esse tipo de tarifa, não sabe como declara-la, como ela é calculada ou nem mesmo para onde vai todo esse dinheiro.

Por esse motivo, nesse artigo falaremos mais desse tipo de imposto, com o objetivo de que no final você, leitor, saiba como fazer o imposto de renda.

O que é um imposto?

Antes de falarmos sobre o imposto de renda em específico, é proveitoso que o leitor tenha conhecimento sobre o que é, de fato, um imposto. De forma bastante resumida, um imposto é uma imposição que o governo do seu país, estado ou cidade faz sobre um contribuinte.

Como já falado anteriormente, a explicação para que o imposto exista é de que a população tenha os seus direitos básicos garantidos. A palavra vem, como a grande maioria dos termos em português, do latim, onde o termo “impositu” significaria algo como impor, ou mesmo colocar como obrigação. Desse modo, o imposto, na grande maioria das vezes, é uma obrigação que o cidadão tem em uma sociedade, tendo em vista que, em casos contrários, o não cumprimento dessa obrigação pode levar à prisão.

Existe uma divisão bastante clara nos tipos de impostos existentes, os quais são pagos tanto por pessoas físicas quanto por pessoas jurídicas. Essa divisão é:

  • Impostos diretos: Aqueles que, como o nome propõe, são cobrados de forma direta para com o cidadão. Dessa forma, o indivíduo deve pagar ao estado, na grande maioria das vezes, uma porcentagem daquilo que possui;
  • Impostos indiretos: Os impostos indiretos podem ser caracterizados como aquelas taxas que são pagas de forma repassadas, ou seja, o governo impõe uma porcentagem sobre um produto;

O que é o imposto de renda?

Voltando ao que é o assunto central desse texto, agora que já temos uma noção mais ampla sobre o imposto, podemos falar sobre o que é o imposto de renda. Também chamado de imposto sobre o rendimento, esse tipo de tributo existe em vários países ao redor de todo o mundo, inclusive no Brasil.

Nele, toda e qualquer pessoa, seja de natureza física ou jurídica, tem a obrigação de pagar, de maneira direta, uma porcentagem da sua renda ao governo. Esse pagamento pode ser feito de maneira regional ou nacional, dependendo da forma tributária de cada país.

O cálculo do imposto de renda é feito em cima de rendimentos tributáveis, ou seja, fruto de trabalho ou de capital, podendo ser também a junção desses dois. O que é pago para o governo é somente uma nova riqueza que foi adquirida pelo indivíduo em questão. Em cada país que cobra esse tipo de imposto, o órgão responsável por fiscaliza-lo produz um tipo de tabela com a porcentagem que deve ser paga por cada contribuinte.

O imposto de renda possui três critérios orientadores, os quais:

  • A Generalidade: Toda e qualquer pessoa, de natureza física ou jurídica, que possua rendimentos tributáveis, devem pagar o imposto de renda (salvo em casos de rendimentos muito baixos);
  • A Universalidade: A universalidade diz ao respeito ao faz de que esse tipo de imposto atinge todos os rendimentos tributáveis presentes na renda de um contribuinte;
  • A Progressividade: A progressividade é o princípio de que as porcentagens maiores devem ser impostos a pessoas que possuem rendimentos maiores, ocorrendo isso também de maneira inversa;

A história do imposto de renda no Brasil é bastante conturbada e passou por vários nuances ao longo dos anos, principalmente no século XIX. Isso se deu devido ao fato de que os governos que comandavam nessa época tentaram, por algumas vezes, implantar o sistema de imposto de renda, mas esse era barrado consecutivamente.

A Primeira tentativa foi no ano de 1843, quando o país ainda tinha como forma de governo o Imperialismo. No entanto, fatores como o tamanho do país e o sistema econômico que vigorava na época, além da organização política – que acabava por não gerar, de forma oficial, muitos contribuintes – impediram a implantação do imposto.

Outra tentativa aconteceu no ano de 1864 e, mais uma vez, seis anos depois, em 1870. O objetivo mais claro para esse tipo de imposição era a Guerra do Paraguai. No entanto, o Brasil passava por uma crise econômica e social, o que fez com que não aceitassem um imposto para financiar uma guerra, uma vez que esta não traria nenhum benefício para o país.

O imposto de renda como ele ocorre atualmente no Brasil foi criado no ano de 1922, depois de vários debates e encontros acerca do assunto. O Ministério da Fazenda era, inicialmente, o órgão responsável pela fiscalização e processamento. No entanto, o aumento exponencial da população tornava impossível esse tipo de serviço. Por esse motivo, foi criado o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) – para processar – e a Secretaria da Receita Federal, para fiscalizar as declarações.

Como funciona o cálculo de imposto de renda?

O cálculo de imposto de renda pode parecer bastante confuso para a grande maioria das pessoas. Isso se dá devido ao fato de que possuem variações de porcentagens devido ao que a pessoa ganha, além do fato de deduções, rendimentos que são isentos e um valor mínimo que precisa ser recebido para pagar o imposto de renda.

A tabela atualmente, em 2018, é a mesma de 2015 e ainda não passou por mudanças (todos os valores da tabela estão considerando uma renda mensal):

  • Pessoas que recebem até R$ 1.903,98: não é necessário pagar o imposto de renda;
  • Pessoas que recebem de R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65: porcentagem de 7,5%;
  • Pessoas que recebem de  R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05: porcentagem de 15%;
  • Pessoas que recebem de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68: porcentagem de 22,5%;
  • Pessoas que recebem mais de 4.664,68: porcentagem de 27,5%;

No entanto, não é exatamente o salário do indivíduo que deve ser tido como base para o cálculo do imposto de renda. Isso porque ele toma como base o salário líquido, depois de todos os descontos existentes, como os de contribuintes da Previdência Social.

Se você ainda está confuso quanto ao cálculo de imposto de renda, podemos supor uma situação hipotética: Se você recebe um valor bruto de R$ 5 mil ao mês, poderá pensar que a porcentagem que terá de ser paga para o imposto de renda é de 27,5%. No entanto, deve-se deduzir os descontos. No entanto, terá que pagar 11% para a previdência social, isto é R$ 550. Portanto, o valor que deverá ser usado como base é o de R$ 4450, o que lhe fará pagar uma porcentagem de 22,5%.

Terceirização

Terceirização

Terceirização é a prática comercial de contratar uma empresa fora de uma empresa para realizar serviços e criar bens que tradicionalmente eram executados internamente pelos próprios funcionários e funcionários da empresa. Geralmente feito como medida de redução de custos, pode afetar os trabalhos que vão desde o suporte ao cliente até a fabricação.

A terceirização foi reconhecida pela primeira vez como uma estratégia de negócios em 1989 e tornou-se parte integrante da economia de negócios ao longo da década de 1990. A prática de terceirização está sujeita a considerável controvérsia em muitos países. Os opostos argumentam que causou a perda de empregos domésticos, particularmente no setor manufatureiro. Os defensores dizem que isso cria um incentivo para empresas e empresas alocarem recursos onde eles são mais eficazes, e que a terceirização ajuda a manter a natureza das economias de mercado livre em escala global.

A terceirização pode ajudar as empresas a reduzir significativamente os custos de mão de obra terceirizando certas tarefas. As empresas também podem evitar despesas associadas a despesas gerais, equipamentos e tecnologia.

Além da redução de custos, as empresas podem empregar uma estratégia de terceirização para enfocar melhor os aspectos centrais do negócio. A terceirização de atividades não essenciais pode melhorar a eficiência e a produtividade, porque outra entidade executa essas tarefas menores melhor do que a própria empresa. Essa estratégia também pode levar a tempos de resposta mais rápidos, maior competitividade dentro de um setor e redução dos custos operacionais gerais.

Exemplos de terceirização

As maiores vantagens da terceirização são a economia de tempo e custo. Um fabricante de computadores pessoais pode comprar componentes internos de suas máquinas de outras empresas para economizar nos custos de produção. Um escritório de advocacia pode armazenar e fazer o backup de seus arquivos usando um provedor de serviços de computação em nuvem, dando-lhe acesso à tecnologia digital sem investir grandes quantias de dinheiro para realmente possuir a tecnologia.

Uma pequena empresa pode decidir terceirizar as tarefas de escrituração contábil para uma empresa de contabilidade, pois isso pode ser mais barato do que manter um contador interno. Outras empresas consideram a terceirização das funções dos departamentos de recursos humanos, como folha de pagamento e plano de saúde, como benéfica. Quando usada adequadamente, a terceirização é uma estratégia eficaz para reduzir despesas e pode até mesmo proporcionar a uma empresa uma vantagem competitiva sobre as rivais.

Terceirização internacional

A terceirização internacional pode ajudar as empresas a se beneficiar das diferenças nos custos de mão de obra e produção entre os países. A dispersão de preços em outro país pode levar uma empresa a transferir algumas ou todas as suas operações para o país mais barato, a fim de aumentar a lucratividade e permanecer competitiva dentro de um setor. Muitas grandes corporações eliminaram todas as suas centrais internas de atendimento ao cliente, terceirizando essa função para equipamentos de terceiros localizados em locais de baixo custo.

Essa é uma das principais características do processo de globalização, que permite que chegue até o consumidor final um produto com etapas de fabricação realizadas em diferentes países. Esse pode ser também um dos principais problemas da terceirização, como veremos mais a frente.

Quais são os benefícios da terceirização de serviços

– Reduz custos fixos e converte uma parte importante dos custos da empresa em variáveis.

– É um modelo menos arriscado para as pequenas e médias empresas (custos fixos mais baixos).

– Permite obter contribuições de melhor qualidade, graças à riqueza que a Equipe Prática contribui, devido à ampla experiência adquirida ao trabalhar com diferentes clientes pertencentes a uma infinidade de setores.

– A empresa cliente possui profissionais realmente qualificados, sem os riscos e dificuldades associados à criação de empregos permanentes.

– Diminui o tempo na tomada de decisão.

– Consequência dos itens listados acima, aumenta a produtividade.

– Ele permite que a empresa e sua administração se concentrem em suas atividades cotidianas ou naquelas que consideram mais valiosas ou críticas.

– Flexibilidade e produtividade, tanto para a mentalidade do pessoal da Equipe Prática, quanto para as características do modelo utilizado.

Entre os serviços mais demandados pelas pequenas e médias empresas estão os de natureza tecnológica, consequência diretamente proporcional à expansão do ambiente computacional. Desenvolvimento Web, desenvolvimento de software, manutenção de computadores ou consultoria em marketing online são alguns dos serviços mais terceirizados por organizações dessa natureza.

Outro dos processos mais suscetíveis à terceirização são os serviços de treinamento, destacando o treinamento em marketing on-line no topo. No âmbito do assessoramento empresarial, a demanda por serviços financeiros para obtenção de subsídios e bonificações é a área mais solicitada por esses empreendedores, pois não conseguem encontrar o financiamento adequado para sua entidade.

Entre os serviços que as empresas podem subcontratar estão os conselhos e apoio para operações internacionais ou exportação. Além disso, a contratação de consultoria estratégica pode se tornar a chave que leva a um melhor posicionamento no mercado, oferecendo uma abordagem prática à sua estratégia.

Em suma, a terceirização ajuda as empresas a terceirizar o trabalho que impede dedicar mais tempo para o cliente e manter os recursos que permitem que você para gerar propostas de valor, deixando nas mãos de terceiros, especializada no campo, tarefas de suporte que seus clientes não considerem o produto essencial.

Desvantagens e riscos da terceirização

– Dependendo de qual tarefa você quer terceirizar, pode ser mais caro, você tem que estudar bem se for conveniente ou não.

– Serviços de terceirização, como contabilidade, folha de pagamento, TI … podem representar um risco para os dados confidenciais da sua empresa.

– Um esforço importante deve ser feito para coordenar com a empresa fornecedora, dependendo da atividade pode ser mais ou menos complexo.

– Se a empresa fornecedora for à falência, terá que encontrar uma nova empresa, com o que isso significa. Ou internalize esses serviços

– Ele não tem controle sobre a empresa de terceirização. A qualidade do serviço terceirizado dependerá da empresa contratada.

Dentre os principais riscos da terceirização está o fato de que uma empresa deve manter suas atividades essenciais dentro dos processos produtivos internos. Por exemplo, uma empresa que fabrica móveis nunca poderia terceirizar a produção em si, pois correria risco de perder o controle sobre sua função essencial.

Um outro risco está ligado aos trabalhadores, que perdem um vínculo mais duradouro e efetivo com a empresa, se tornando um prestador de serviços sazonais.

Em relação  a terceirização internacional, o maior problema é o fato de que grandes corporações utilizam da mão-de-obra de países menos desenvolvidos, que tende a ser mais barata, favorecendo assim a manutenção da ordem econômica de exploração do subdesenvolvimento.

Como apresentar sua marca nas redes sociais

Como apresentar sua marca nas redes sociais

Como apresentar sua marca nas redes sociais

O marketing bem-sucedido de sua marca nas mídias sociais geralmente exige uma combinação de habilidades do proprietário, funcionários e freelancers da empresa trabalhando juntos.

Quando muitas pessoas diferentes contribuem com uma variedade de habilidades para qualquer projeto, é importante criar uma estrutura que garanta a consistência da qualidade e da personalidade da marca.

Para o marketing de mídia social, esse framework é chamado de guia de estilo de mídia social.

Neste artigo, mostraremos como criar um guia de estilo de mídia social que ajude a manter uma voz de marca consistente, minimizar falhas de mídia social e integrar mais rapidamente novos funcionários ou freelancers.

Como apresentar sua marca nas redes sociais

Etapa 1: Alinhar seus perfis de mídia social

Se você ainda não escolheu as plataformas de mídia social certas para sua marca, considere quais plataformas podem ajudar você a atingir suas metas. Se você estiver trabalhando com um orçamento limitado ou com uma pequena equipe, considere se envolver em apenas uma ou duas plataformas de mídia social em vez de vários canais de uma só vez.

O primeiro passo para criar um guia de estilo de mídia social é listar formalmente todas as plataformas de mídia social nas quais sua marca estará ativa.

Depois de escolher e documentar sua escolha de canais de mídia social, você está pronto para criar seus perfis.

Mesmo que diferentes canais de mídia social tenham personalidades diferentes, seu perfil é uma seção que você precisa manter consistente em todos os canais. Essa consistência ajuda a melhorar o reconhecimento da sua marca e também aumenta a confiança de seus fãs e seguidores.

Comece escrevendo uma breve descrição da declaração de missão de sua marca e uma breve visão geral de seus produtos ou serviços.

Então escolha:

  • O nome do perfil que você usará em todos os canais sociais
  • 1 a 2 links que você promoverá em seu perfil
  • Um simples apelo à ação que pode apresentar no seu perfil

A duração da mensagem pode variar de plataforma para plataforma, mas você pode consultar essa seção do seu guia de mídia social para lembrá-lo dos principais elementos de sua mensagem principal.

É essencial que os seguidores o reconheçam de um canal para outro e que você crie confiança com os leitores ao apresentar mensagens de marca consistentes em todos os canais.

Essa parte do seu guia de estilo será alterada com frequência, já que é uma boa ideia atualizar seus perfis de mídia social uma vez por mês. Não há problema em revisar e atualizar suas mensagens, mas faça isso em todos os canais ao mesmo tempo.

Etapa 2: documente o tom e a voz da sua marca

Outro passo para construir a confiança com os consumidores é apresentar um estilo consistente de comunicação em todas as plataformas de mídia social.

Depois de alinhar seus perfis de mídia social, você precisa definir o tom e a voz da presença da mídia social de sua marca.

Por exemplo, se sua marca quiser ser conhecida como enérgica e alegre, documente isso nesta seção do guia de estilo de mídia social.

Anotar os traços de personalidade de sua marca ajudará a evitar postagens e conteúdo que não esteja alinhado aos seus padrões.

Aqui estão alguns traços de personalidade que você pode incluir ou excluir do seu guia de estilo:

  • Amigáveis
  • Engraçado
  • Energético
  • Sofisticado
  • Na moda
  • Político ou não político
  • Religioso ou não religioso
  • Genuíno ou sarcástico

Qual é a personalidade da sua marca? Tente escolher 2 ou 3 traços que definam o seu estilo, e também liste 2 ou 3 que o seu estilo não é.

Etapa 3: criar diretrizes de postagem

Como você apresentará o conteúdo que está postando nas páginas de mídia social de sua marca?

Quando você compartilha artigos, vai provocar uma parte ou simplesmente a apresentará por título?

Quando você compartilha vídeos, você os define para reprodução automática ou exige que o espectador clique em “reproduzir”?

Você compartilha mini-histórias que envolvem seus seguidores ou apresenta conteúdo preparado?

Todas as opções acima são razoáveis, e a maneira como você as aborda ajudará a determinar como a sua marca registra e interage com os seguidores nos canais de mídia social.

Nesta seção, você também deve considerar qual porcentagem de suas postagens de mídia social será autosserviço (promocional) e qual parte será informativa ou divertida.

Escreva uma descrição clara e detalhada de suas diretrizes de postagem de marca.

Depois de analisar as perguntas acima, escreva uma descrição clara e detalhada das diretrizes de conteúdo da sua marca, incluindo:

  • Como sua marca irá formatar postagens
  • Que tipo de conteúdo você compartilha
  • Qual porcentagem das suas postagens será promocional, se houver

Definir políticas com antecedência reduzirá a quantidade de tomada de decisões necessária para publicar seu conteúdo e ajudará sua comunicação a permanecer consistente.

Etapa 4: definir diretrizes de imagem

Os gráficos ajudam muito a definir o estilo e a personalidade da sua marca. Manter seus gráficos consistentes em todos os canais sociais ajudará sua marca a ser mais facilmente reconhecida.

Algumas das coisas que você deve considerar ao definir suas diretrizes de imagem incluem:

Quais logotipos, posicionamento e tamanho você usará?

Quais fontes e cores você usará?

Definir suas diretrizes logo no início economizará tempo e frustração para sua equipe porque você ficará bem em todos os canais e não precisará recuar para corrigir problemas.

Campanhas e promoções cruzadas podem influenciar os designs que sua marca exibe nos canais de mídia social.

Etapa 5: decida como você responderá em determinadas situações

Quanto mais ativo você estiver nas mídias sociais, mais frequentemente você estará respondendo ao público.

Na próxima seção do seu guia de estilo de mídia social, você documentará como sua marca responderá a:

  • Reclamações Públicas
  • Concorrentes
  • Perguntas dos seguidores
  • Trolls da Internet e criadores de problemas

A maioria das marcas abordará a mídia social com um tom profissional, mas as marcas que são capazes de responder com inteligência rápida podem ser lembradas por mais tempo.

Você terá muitas situações difíceis nas redes sociais se tiver a sorte de acumular muitos seguidores. Você responderá aos comentários negativos com mais negatividade, humor ou gentileza? Talvez você ignore insultos ou responda silenciosamente a reclamações diretamente.

Esta etapa é uma chance de pensar em como sua equipe lidará com críticas, perguntas e comentários em suas páginas públicas.

Seja o mais específico possível ao descrever como gostaria que sua equipe respondesse em situações públicas.

Etapa 6: Como você vai usar hashtags?

As hashtags que você usa nas mídias sociais provavelmente mudam dependendo da campanha e do conteúdo que você está postando.

O que você pode decidir antecipadamente são coisas como:

  • Sua marca usará hashtags no Facebook, onde as hashtags tendem a ter um engajamento menor?
  • Você vai usar hashtags no LinkedIn?
  • Quantas hashtags você usará nas suas postagens no Twitter e no Instagram?

Hashtags são ferramentas úteis de mídia social quando usadas corretamente. Certifique-se de usar hashtags que se alinham com sua campanha ou tópico e evite adicionar muitas hashtags de uma só vez.

Definir políticas de guia de estilo para manter a consistência e melhorar a criatividade

A chave para um bom guia de estilo é tomar tantas decisões antes do tempo quanto possível, sem se tornar tão rigoroso que você sufoque o potencial de sua equipe criativa. O ideal é que sua equipe aprecie o fato de você ter tomado essas decisões por eles, porque isso lhes dá mais tempo para o brainstorming e a criação de conteúdo.

O guia de estilo de mídia social ajuda a criar confiança com os consumidores por meio de mensagens de marca constantes e consistentes. Quando estiver bem escrito, sua equipe poderá criar melhor conteúdo atraente e apresentar uma fachada unida ao representar sua marca nas mídias sociais.