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Classe 42 INPI – Registro de Marca

Classe 42 INPI – Registro de Marca | Desde 2000, o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), autarquia federal responsável por gerir as normas da Lei da Propriedade Industrial (LPI) no Brasil, utiliza a classificação internacional (NCL) para identificar as marcas. 

São, de forma geral, 45 classes, onde cada uma engloba uma série de segmentos de atuação com alguma semelhança entre si. Dentre as 45 classes existentes, 34 são destinadas a produtos e 11 são destinadas a serviços. 

No momento de entrar com um pedido de registro de marca no INPI, o titular deve ter o cuidado de enquadrá-la na classe correta. Caso isso não seja feito, a marca corre o risco de indeferimento ao final do processo. Por esses e outros motivos, torna-se recomendável a contratação de uma empresa especializada no assunto para ajudar no registro. 

No entanto, saber mais sobre as classes é importante mesmo quando há uma empresa ajudando no processo. Dessa forma, no artigo de hoje iremos falar mais sobre a classe 42 do INPI, o que ela engloba e diversas outras informações. 

Para que serve a classificação internacional (NCL)? – Classe 42 INPI – Registro de Marca

Antes de entender mais sobre uma classe específica utilizada pelo INPI, é importante saber sobre as diversas classes existentes e para que elas servem. Como falado anteriormente, existem 45 classes: da 1ª até a 34ª estão as classes de produtos; da 35ª até a 45ª estão os agrupamentos relacionados a serviços. 

O grande objetivo de uma classificação padronizada é facilitar a análise para o registro de marca. Basicamente, uma marca registrada possui o direito de exclusividade apenas em seu segmento de atuação e semelhantes. No entanto, fazer uma análise de todas os ramos existentes seria impossível e processo seria consideravelmente mais demorado. 

Diante disso, todos os ramos são divididos nas classes existentes. Até o ano de 2000, o INPI utiliza de uma própria classificação para diferenciar as marcas. No entanto, com a constante globalização, isso se tornaria um problema para marcas brasileiras em territórios estrangeiros e marcas estrangeiras em territórios nacionais. 

Atualmente, a classificação internacional (NCL) é utilizada em 198 países em todo o mundo, incluindo todos da União Europeia, Estados Unidos, Japão, dentre outros. 

O que é a classe 42 INPI – Registro de Marca?

Com a constante evolução da tecnologia, sendo esta presente cada vez mais em nosso dia a dia, a classe 42 tem ganhado popularidade nos últimos anos. 

De acordo com o próprio resumo do INPI, essa classe inclui: “Serviços científicos e tecnológicos, pesquisa e desenho relacionados a estes; serviços de análise industrial e pesquisa; concepção, projeto e desenvolvimento de hardware e software de computador.”

É importante reiterar, no entanto, que as especificações acima representam apenas uma parte de diferentes ramos que podem ser incluídos na classe 42.

No entanto, é possível perceber que esta é uma classe voltada para serviços científicos e de análise para empresas. Qualquer tipo de serviço tecnológico, caso o titular deseje registrar a sua marca, deve ser enquadrado na classe 42.

Uma das grandes polêmicas em relação a esta classe relaciona-se com os softwares. Isso se deve ao fato de que, apesar de apontar claramente que os programas para computador devem ser registrados nessa classe, a classe 09 também pode ser utilizada para essa finalidade. 

A grande diferença de um software que deve ser registrado na classe 09 para um que deve ser registrado na classe 42 é a sua disponibilização e função.

A classe 09 é um enquadramento relacionado a produtos e, portanto, devem ser registrados nela os softwares que se comportem como tal. Aplicativos baixados em lojas virtuais como Play Store e Apple Store geralmente são incluídos na classe 09. 

Por outro lado, a classe 42 é um enquadramento de serviços. Dessa forma, os softwares registrados nesta classe devem ser vistos como serviços. Um software de gestão empresarial, por exemplo, pode ser enquadrado aqui. 

É importante reiterar, de todo modo, que em muitos casos as duas classes se confundem. Por esse motivo, muitas empresas costumam fazer o registro tanto na classe 09 quanto na classe 42.

Empresa de registro de marca em BH – Classe 42 INPI – Registro de Marca

classe 42 inpi arena marcas e patentes

Como vimos no tópico anterior, até mesmo um procedimento simples como enquadrar a sua marca na classe correta pode ser complicado. Por esse motivo, contar com a ajuda profissional no processo de registro pode ser a melhor alternativa, principalmente se deseja poupar tempo e dinheiro. 

A Arena Marcas e Patentes é uma empresa especializada no processo de registro, com mais de 60 anos de tradição e 25 mil marcas registradas ao longo desses anos. Nossos consultores possuem ampla experiência e domínio de todos os processos envolvendo o INPI! Se quiser saber mais sobre nossas condições e sobre o processo de registro, ligue GRATUITAMENTE: 0800 140 1414. 

 

História do Palmeiras

História do Palmeiras

Sociedade Esportiva Palmeiras, conhecida popularmente como o Palmeiras, é um clube poliesportivo brasileiro sediado em São Paulo. No quadro História das Marcas, vamos falar mais sobre a História do Palmeiras. No artigo a seguir você encontrará os seguintes tópicos:
  • História do Palmeiras: Sociedade Esportiva Palmeiras;
  • História do Palmeiras: Camisa do Palmeiras ao longo do tempo;
  • História do Palmeiras: Era Palestra Itália;
  • História do Palmeiras: Era Palmeiras e a Academia de Futebol;
  • História do Palmeiras: A metade final da década de 1970;
  • História do Palmeiras: Anos 90: A Era Parmalat;
  • História do Palmeiras: O fim da Era Parmalat: os anos 2000;
O Brasil é um verdadeiro caldeirão multiétnico e multicultural. Desde a chegada dos portugueses em 1500, pessoas das mais variadas origens chegaram ao país e isso faz com que a miscigenação seja uma tônica não só nas combinações genéticas do brasileiro, mas também nos costumes, rituais, práticas cotidianas, religião, culinária e uma série de outros elementos de identidade cultural. O futebol como uma prática central na formação da identidade nacional desde o século XX também não poderia ficar fora desse cenário de convivência entre diferentes culturas. Para começar, o esporte foi apresentado aos brasileiros por Charles Miller, paulista, mas filho de pais ingleses e trouxe da terra dos pais as regras para a prática do futebol. Portanto, o futebol já nasce em um contexto de cultura estrangeira. Um momento histórico interessante para contar esse fato foi á década de 1920 no Brasil. Até então a prática do futebol era bastante elitizada e o esporte encontrava resistência entre os brasileiros mais afeitos à cultura tradicional do país. O escritor Lima Barreto, por exemplo, se manifestou diversas vezes contra a prática do esporte bretão no Brasil, por se tratar de uma atividade estrangeira, violenta e que em nada tinha a ver com a cultura nacional. Durante a Semana de Arte Moderna, em 1922, vários artistas do modernismo brasileiro lançaram uma nova visão para o mundo artístico que em muito ajudou na popularização do esporte em terras tupiniquins. Grandes nomes da cena lançaram o “Manifesto Antropofágico”, que se baseava na cultura indígena para promover que a arte brasileira iniciasse um movimento de absorção das novas escolas europeias, mas se apropriasse de suas técnicas para fazer uma arte genuinamente brasileira, um movimento que sempre fez parte da história do Brasil, absorver o que vem de fora e reproduzir de acordo com as características próprias de nosso território. O poeta Oswald de Andrade, já grande entusiasta do futebol foi figura importante nesse processo de popularização do esporte, já utilizando partidas como tema de seus poemas, inclusive. Mais tarde os artistas do Modernismo brasileiro poderiam ter presenciado que nada mais “antropofágico” que o futebol do Brasil, que assimilou todas as regras europeias, mas praticava o esporte como nenhuma outra nação, encantando o mundo diversas vezes e o dominando em cinco oportunidades! Mas voltando ao ponto da diversidade étnica brasileira, a origem de diversos clubes do país está intimamente ligada a presença de diferentes povos em nosso território. Basta perceber a quantidade de nomes de clubes grafados em inglês. Outro fenômeno recorrente e importante foi o surgimento dos clubes de colônias de imigrantes. Dentre os exemplos de clubes de colônias, um dos mais tradicionais e vitoriosos é o do Palmeiras, clube da colônia italiana na capital paulista.

História do Palmeiras: Sociedade Esportiva Palmeiras

Sociedade Esportiva Palmeiras nem sempre foi o nome do clube. Ele surgiu em 1914 com o nome de Palestra Itália. O clube que havia surgido como um representante da comunidade italiana em São Paulo excedeu os limites da colônia do país europeu na capital paulista. Ao longo das décadas de 20 e 30 o sucesso esportivo do time ia angariando cada vez mais torcedores de classes sociais e origens diferentes. Essa popularidade foi importante para que o clube não perdesse adeptos por ter de trocar seu nome em 1942. Nesse ano, Getúlio Vargas, chefe de estado brasileiro, havia oficialmente entrado na II Guerra Mundial ao lado dos aliados, ou seja, lutando contra os países do eixo (Alemanha, Itália e Japão). Depois dessa decisão, todas as instituições com nome vinculado aos países inimigos tiveram de ser rebatizadas. Foi aí que o Palestra Itália se tornou Sociedade Esportiva Palmeiras. Mudar o nome, obviamente significa mudar uma série de fatores de identidade que giram em torno da instituição. No caso de um clube de futebol, poucos elementos tem um caráter tão simbólico quanto o uniforme. Portanto a camisa do Palmeiras ajuda a contar um pouco da história do clube.

História do Palmeiras: Camisa do Palmeiras ao longo do tempo

Era Palestra Itália

História do Palmeiras Palestra Itália
O primeiro modelo de camisa palmeirense, usado em 1915, já contava com seu principal elemento de identidade, a cor verde. Com uma gola polo na cor branca, e uma fenda em formato de V aberta até a altura do peito e amarrada com linhas trançadas. No lado esquerdo do peito, o símbolo do Palestra Itália, uma letra “P” grande com uma letra “I” um pouco menor e adicionado um pouco à direita e trespassando o semicírculo do “P”. Ainda em 1915, o Palestra Itália também usou um novo emblema na camisa. Um escudo com a Cruz de Savoia no centro. A Cruz de Savoia era o símbolo da antiga família real italiana e foi adicionada à camisa do Palestra como uma referência ao Pro Vercelli, clube italiano que excursionou no Brasil no ano de 1914. Ao longo de sua existência enquanto Palestra Itália, as camisas seguiram essa alternância entre os dois escudos. O escudo com as letras “P” e “I” variavam a cor da grafia em branco e vermelho, se unindo ao verde da camisa para formar as cores da bandeira italiana. Na própria maglia o verde prevalecia, sendo que entre 1916 e 1918 uma faixa vertical em branco marcava presença na altura da barriga e em 1929 o clube utilizou pela primeira vez uma camisa em azul, homenageando a cor do uniforme da seleção italiana.

Era Palmeiras e a Academia de Futebol

História do Palmeiras Academia de Futebol
Como já foi explicado, em 1942, o Palestra Itália passou a se chamar Palmeiras e, portanto teve de alterar seu escudo. Essa parte não foi das mais difíceis, bastou alterar o escudo anterior, retirando a letra “I” de Itália e mantendo o “P” de Palestra, que servia para Palmeiras. Com apenas a letra P no lado esquerdo do peito, a camisa palmeirense seguiu até 1959. Nesse período, destacam-se como camisas diferentes do tradicional verde do Palmeiras dois modelos. O primeiro usado em 1951, na final da Copa Rio. Disputada por vários campeões nacionais de todo o mundo, dentre eles Juventus- ITA, Nacional- URU, Sporting- POR, Estrela Vermelha- IUG e o Vasco (então campeão carioca), o torneio ganhou um status de campeonato mundial. O Palmeiras foi campeão e, na final, utilizou uma bandeira do Brasil acima do escudo. O segundo foi usado em 1955, na final do Paulistão de 1954, quando o Palmeiras entrou em campo de azul e acabou perdendo a taça para o rival Corinthians. Em 1959 o Palmeiras já acenava ao mundo com o que seria a Academia de Futebol, nome dado a duas gerações de craques que encantaram o país com sua forma de praticar o esporte e a facilidade em levantar canecos. Na camisa, o ano marcou a primeira aparição do símbolo palmeirense como conhecemos hoje. Um escudo verde com a letra “P” grafada em seu interior, envolvido por um círculo com fundo branco , o nome “Palmeiras” escrito ao redor da parte inferior desse círculo com quatro estrelas ao lado esquerdo e quatro ao lado direito, tudo isso dentro de mais um círculo, esse com fundo verde. Esse escudo seria usado em todas as camisas palmeirenses sem exceção até 2004. Uma camisa interessante utilizada nesse período foi a da seleção brasileira! Sim, em 1965, na inauguração do estádio Mineirão, em Belo Horizonte, o time palmeirense foi escolhido para representar o Brasil contra o Uruguai. O time do verdão vestiu a amarelinha e não fez feio, venceu os uruguaios por 3 a 0.

A metade final da década de 1970: o início dos logotipos e da seca de títulos

História do Palmeiras: time dos anos 70
A partir de 1974 o palmeirense se despedia da segunda geração da Academia de Futebol, de quem seria saudoso durante 17 anos, período de maior jejum de títulos da história do clube. Nas camisas, o período da seca marcou uma revolução no uniforme palmeirense. Ela começou em 1977, quando o Palmeiras se tornou o primeiro clube do Brasil a apresentar o logotipo de uma fornecedora de material esportivo na camisa. No caso era a empresa alemã Adidas. A folhinha, símbolo original da marca, estava estampada no lado direito do peito e as tradicionais três listras foram bordadas na cor branca nas mangas da camisa. A Adidas estampou sua marca na camisa palmeirense até 1992, ou seja, o tempo exato de duração do jejum de títulos. Em 1983 outra alteração importante era feita na camisa do Verdão. Pela primeira vez um patrocinador estampava sua marca no centro da camisa. No caso era a seguradora Bandeirante Seguros. A empresa permaneceu no clube por apenas um ano. Até 1992 a camisa do Palmeiras apresentou o patrocínio das seguintes marcas: Quaker, Marte Rolamentos, Mercaplan, Furlgaine Ford, Sharp, Casas Bahia, Arapuã, Consórcio Battistella, Pão de Açúcar, Mirabel, Bavesa, Brandiesel, Galeria Pajé, Shark, Borcol, Agip e Coca-cola.

História do Palmeiras: Anos 90: A Era Parmalat

História do Palmeiras: camisa anos 90
Em 1992 a Parmalat, empresa de laticínios italiana, fechou um acordo de patrocínio com o Palmeiras. A parceria daria muito certo, renderia ao clube uma década de glórias após 17 anos de jejum de títulos. Com a empresa italiana estampada na camisa o Verdão foi bicampeão brasileiro, campeão da Copa do Brasil, da Copa Libertadores, do Torneio Rio-São Paulo, da Copa Mercosul e tricampeão paulista. Na camisa a principal alteração foi uma mudança drástica de padrão. Em vez do verde escuro uniforme tradicional, a Adidas optou por usar um tom mais claro de verde e utilizou pela primeira vez as listras brancas finas em horizontal cortando a camisa. Essa seria a marca registrada do Palmeiras dos anos 90, que usou esse modelo de 1992 até 1996. A ruptura com a Adidas também foi uma marca do período. Em 1993, o clube assinou com a Rhumell, que foi a fornecedora oficial até 1996. De 1996 até 1999 o Palmeiras teve contrato com a Reebok e depois voltou a ter seu material fornecido pela Rhumell, em um contrato que durou até 2003. Nos campo dos patrocínios a Parmalat dominou o espaço de 1992 até 2000, estampando a logo da empresa ou de produtos da marca. Quanto as camisas, depois da fase das listras brancas, que terminou em 1996, foi a vez de inúmeras invenções típicas dos uniformes de futebol dos anos 90. As novas tecnologias têxteis foram o motor para uma série de experimentos das empresas de material esportivo, algumas interessantes e outras que beiram o bizarro. Marcas d’água em abundância, detalhes em vermelho e padrões de listras usando diferentes tons de verde marcaram as camisas do Palmeiras durante o período. Em 1996 o Palmeiras lançou seu primeiro uniforme número três. A camisa era uma homenagem aos primeiros modelos de sua história, com uma gola polo na cor branca, e uma fenda em formato de V aberta até a altura do peito e amarrada com linhas vermelhas trançadas e uma faixa branca na altura da barriga.

História do Palmeiras: O fim da Era Parmalat e os anos 2000

História do Palmeiras: camisa contemporânea
Passado o grande momento do Verdão no futebol nacional, os anos 2000 não trazem grandes recordações para o palmeirense. Em 2002 o clube foi rebaixado pela primeira vez para a série B do Campeonato Brasileiro. Em 2004 estaria de volta à série A. Apenas em 2008 tornaria a conquistar um título, quando levantou a taça do Paulistão. Em 2009 o clube chegou a liderar o Brasileirão por uma boa parte do ano, mas acabou não conseguindo o título. Em 2012 o Palmeiras viveu a estranha sensação de ser campeão da Copa do Brasil e novamente rebaixado à série B. Em 2014 voltou à primeira divisão do futebol nacional em processo de reestruturação. Consagrou-se campeão da Copa do Brasil em 2015 e do Brasileirão em 2016 e voltou a ocupar a prateleira de cima dos times brasileiros. Nos uniformes a década de 2000 foi marcada pelo início de duas parcerias duradouras. Em 2003 o clube assinou contrato de publicidade com a marca de pneus Pirelli. A parceria durou até 2007. Durante esse período a Pirelli alternou entre usar o logo tradicional da empresa e o de produtos específicos da marca. A outra parceria foi com a fornecedora de materiais esportivos italiana Diadora. De 2003 até 2005 a empresa promoveu uma série de mudanças ano a ano no uniforme do Palmeiras. Faixas nas mangas, laterais e ao lado do peito das camisas usando as cores branca e um verde fluorescente foram muito utilizadas pela Diadora e novas tecnologias de tecido também foram a marca do período. Em 2004, a marca italiana lançou uma camisa em homenagem aos 90 anos do clube. O modelo retrô voltou a usar a Cruz de Savoia como símbolo depois de 87 anos e essas foi a primeira vez desde 1959 que o escudo oficial do Palmeiras não foi utilizado. Em 2006 a Adidas voltou ao clube depois de 14 anos. A camisa do Palmeiras começaram a seguir o padrão da indústria moderna de materiais esportivos. O padrão utilizado para os clubes que usavam Adidas, incluindo as seleções da Copa do Mundo daquele ano, também era aplicado na camisa do Palmeiras. Em 2007, a Adidas lançou a primeira versão da camisa do Palmeiras na cor verde-limão, ou marca-texto, como ficou popularmente conhecida. A versão fez sucesso na torcida e foi replicada em vários anos subsequentes. A Adidas segue sendo a fornecedora de camisa do Palmeiras. Os patrocínios se alternaram bastante nos últimos anos, tanto em variedade quanto em posição na camisa (frente, costas, mangas, calções). No fim da década de 2000 e a partir da década de 2010 o símbolo utilizado nas camisas também variou bem mais do que era comum nas décadas passadas. Além do escudo oficial, a letra “P” utilizada nas décadas de 1940 e 1950, a Cruz de Savoia e o “PI” de Palestra Itália já apareceram nas camisas do Palmeiras nas partidas do clube ao longo desse período.

História do Palmeiras: Conquistas Recentes

O Palmeiras vem sendo um dos grandes clubes brasileiros da atualidade, tendo em vista que tem ganhado títulos importantes nos últimos anos. Muito do seu sucesso passa pela parceria com a Crefisa. No ano de 2016 e 2018 o time ganhou o Campeonato Brasileiro, liga mais importante do país. Já no ano de 2015, o Palmeiras ganhou o título da Copa do Brasil. Esta, por sua vez, foi vencida pelo Cruzeiro por duas vezes consecutivas, em 2017 e 2018, que também tem o apoio de grandes patrocinadores, como o Supermercados BH, do empresário Waldir Rocha Pena e seu sócio Pedro Lourenço.
História da Pepsi

História da Pepsi – Fundador, Dono, Mitos

História da Pepsi | A história da Pepsi começou na Carolina do Norte com Caleb Bradham, que criou a bebida em 1893. Desde então, a marca se espalhou pelos Estados Unidos e pelo mundo, se tornando uma das marcas mais reconhecidas nos dias de hoje. 

No artigo de hoje falaremos mais sobre a história da Pepsi, passando pela trajetória que fez a marca atingir o status internacional que possui atualmente! 

História da Pepsi: criação e primeiros anos

Caleb Bradham, o fundador da Pepsi, sempre esteve interessado em medicina e em fornecer novas maneiras  e fórmulas para ajudar na saúde das pessoas. Em 1886, ele se matriculou na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, mas depois que seu pai faliu, ele voltou para casa. Bradham foi professor por um curto período de tempo antes de se matricular na Universidade de Maryland. Depois de se formar, ele abriu a Bradham’s Pharmacy em New Bern, com o intuito de criar fórmulas de medicamentos..

A Pepsi foi criada em 1893 por Caleb Bradham em sua farmácia na cidade de New Bern, estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O nome original dessa nova bebida foi chamado de “Bebida de Brad”, em homenagem ao próprio criador. Foi feito com mistura de açúcar, água, caramelo, óleo de limão, noz-moscada e cola nozes. O grande objetivo da bebida era combater uma carência de pepsina no organismo de pessoas com predisposição. 

Em 28 de agosto de 1898, Brad’s Drink finalmente ganhou o nome de Pepsi, devido ao objetivo inicial da bebida. Nessa época, no entanto, já havia se tornado popular como bebida casual. Bradham acreditava que sua bebida era uma cola “saudável”, que ajudava na digestão.

História da Pepsi: o crescimento 

Notando a crescente popularidade da bebida nas redondezas, Bradham enxergou uma oportunidade. As vendas da Pepsi começaram a aumentar com a  pesada divulgação de uma nova bebida na Carolina do Norte.

As duas primeiras franqueadas que produziam a bebida foram estabelecidas em Charlotte e Durham, Carolina do Norte, em 1905. As demandas continuaram a aumentar quando mais 300 franquias foram abertas em mais de 20 estados nos EUA. A Pepsi foi uma inovadora da época, sendo um dos primeiros produtos a serem transportados por transporte motorizado.

A aprovação por parte dos Estados Unidos da Lei de Alimentos e Drogas, que proibia produtos químicos perigosos em alimentos vendidos em massa, ajudou a Pepsi a se estabelecer ainda melhor no mercado. Isso ocorreu pelo fato de que a bebida era feita apenas com ingredientes naturais. Dessa forma, isso aumentou a popularidade da Pepsi, além de desbancar concorrentes que utilizavam substâncias químicas em suas fórmulas. 

História da Pepsi: falência e recomeço 

Em 1923, a Pepsi faliu depois que os preços do açúcar durante a Primeira Guerra Mundial aumentaram de 3 centavos por libra (aproximadamente 450 gramas) para 28 centavos por libra. Isso resultou em uma perda total de fundos e a empresa foi comprada pela Craven Holding Corporation por US $ 30.00. Roy C. Mergarge então entra em cena reorganiza a empresa na National Pepsi-Cola Company. Em 1931, a Pepsi-Cola está vai a falência novamente e é comprada pela Loft Candy Company.

Em 1934, durante a Grande Depressão, a Pepsi bolou uma estratégia ousada: vender seus produtos por um preço consideravelmente mais baixo, o que geraria vendas em comparação com os seus concorrentes. A estratégia deu certo, e a Pepsi conseguiu se reestabelecer no mercado de vez. Charles G Guth, o novo proprietário da empresa, muda a sede para Long Island City, em Nova York, e cria um novo sistema de franquia.

Em 1940, um dos primeiros jingles de todos os tempos é criado para anunciar a Pepsi. “Nickle, Nickle” foi o primeiro jingle a ser veiculado nas rádios. 

História da Pepsi: dias atuais

No ano de 1965, a Pepsi e a Frito Lay se fundiram para criar a PepsiCo Inc. e depois mudaram sua sede para Purchase, Nova York, em 1970. A empresa agora é um fenômeno mundial com 22 marcas e se expandindo cada vez. Atualmente, a PepsiCo Inc. produz diversos salgadinhos (como Ruffles, por exemplo) e diversas bebidas diferentes.

A história da PepsiCo é longa e cheia de avanços interessantes, todos começando pela bebida de Caleb Bradham  em 1893.

 

História da Ralph Lauren

História da Ralph Lauren | A história de Ralph Lauren é o sonho de qualquer um que trabalha com moda: um garoto de origem pobre continua que construiu um império global da moda e tornou-se uma referência no ramo.

A popularidade contínua de Ralph Lauren se resume a dois fatores principais. A primeira, atemporalidade. Transcendendo tendências, suas roupas se tornam algo mais, vivendo fora do ciclo da moda. O segundo, marca. Ralph Lauren conseguiu construir sua marca da maneira que ninguém jamais havia construído antes. Lauren não vendeu apenas roupas, ele vendeu um estilo de vida. Ele vendeu aspirações. E esse foi um dos principais motivos para o seu enorme sucesso.

No artigo de hoje iremos falar mais sobre a história da Ralph Lauren – que se confunde com a própria história de seu criador. 

História da Ralph Lauren: como surgiu e primeiros anos

O negócio começou em 1967, enquanto Lauren trabalhava em uma empresa chamada Beau Brummel. Sua primeira grande criação foram as gravas. Os laços eram maiores e mais ousados ​​do que qualquer outra coisa no mercado na época. Elas eram significativamente mais largas e mais coloridas. O sucesso foi imediato e diversas lojas de departamento em Nova York as compraram. Por trás desse sucesso, Lauren criou uma moda masculina, depois uma coleção de roupas femininas, com o nome POLO Ralph Lauren.

A partir desse momento é onde as coisas começam a se tornar interessantes para a marca. Em 1972, Ralph Lauren já estava se tornando um nome familiar. Então ele lançou uma coleção de camisas pólo. Essa linha, disponível em 24 cores, é o que cimentou a marca na cultura cotidiana. Facilmente reconhecível, fácil de usar, facilmente acessível. Eles foram estampados com o agora lendário jogador de pólo, vieram com cores vivas e divertidas e eram razoavelmente acessíveis. A camisa Polo se tornou uma das peças de assinatura da marca e é onipresente com a própria marca.

Ao longo dos anos 70, Ralph Lauren continuou a expandir seus seguidores, impulsionado por seus figurinos para Hollywood. Notavelmente, em 1974, Lauren foi chamada para vestir Robert Redford em O Grande Gatsby, e Diane Keaton em Annie Hall (1977). 

Ambos os filmes foram fenômenos de culto instantâneo. As pessoas clamavam pelos ternos escorregadios de Jay Gatsby e as mulheres se apaixonaram pela estética de Keaton. Em um movimento genial, Ralph Lauren vestiu as estrelas com roupas de suas linhas atuais, em vez de desenhar roupas específicas. Isso significava que o público poderia entrar em qualquer grande loja de departamentos e comprar a o que os famosos vestiam.

História da Ralph Lauren: o sucesso dos anos 80 e 90 

Os anos 80 e 90 viram uma expansão maciça da marca Ralph Lauren; a empresa tornou-se um fenômeno mundial e foi adotada por muitas subculturas da época.

Nos anos 80, a marca se diversificou. Ela se expandiu para artigos domésticos, jeans, roupas infantis, colônias e muito mais. Essa foi outra maneira de Ralph Lauren vender mais que somente roupas, mas também um estilo de vida.

O que realmente fez Ralph Lauren ter sucesso, no entanto, foi sua popularidade entre as subculturas do final dos anos 80 e 90. A marca POLO e suas várias linhas de alternativas foram escolhidas por todos, de punks a skatistas.

A ascensão do hip hop durante esse período foi fundamental para seu sucesso. A idéia de que você poderia começar do nada e se tornar algo, um valor central da marca, foi refletida na narrativa do rap que atingiu a cena musical da época. O aumento da cultura hip hop coincidiu com o lançamento de dois dos designs mais emblemáticos de Ralph Lauren: a bandeira americana e o urso da Polo. Em 1989, o primeiro suéter estampado com a bandeira chegou às prateleiras e foi um sucesso imediato. 

História da Ralph Lauren: anos recentes e dias atuais 

Com o recente ressurgimento da cultura dos anos 90 que ocorreu no mundo da moda nos últimos anos, faz sentido que Ralph Lauren reedite algumas de suas coleções mais icônicas. No entanto, a empresa não apenas relançou as peças mais famosas, mas também lançou novas coleções que remetem àquela época.

Além disso, em um esforço para manter a marca atual e inovadora, Ralph Lauren tem colaborado com novas marcas de streetwear, como a Palace, uma das marcas de maior sucesso nos Estados Unidos.

História da ESPN

História da ESPN

História da ESPN | Quem se interessa por esportes conhece a ESPN. Com uma proposta de exibir conteúdos esportivos, entre programas, eventos ao vivo e VTs 24 horas por dia, a empresa norte americana é uma das principais do ramo em todo o mundo. O nome, ESPN, é proveniente da abreviação do termo “Entertainment and Sports Programming Network”, e atualmente 80% das ações da empresa são pertencentes à “The Walt Disney Company”. 

No artigo de hoje iremos falar mais sobre a história da ESPN: como essa empresa se tornou uma referência em seu segmento de atuação, sendo considerada obrigatório para qualquer um que realmente seja apaixonado por esportes! 

História da ESPN: como começou?

Em meados de 1978, confrontado com o desemprego após ser demitido do cargo de diretor de comunicações do New England Whalers (hoje Carolina Hurricanes), equipe de hóquei no gelo dos Estados Unidos, Bill Rasmussen fundou a ESPN com seu filho, Scott Rasmussen. A ousadia empreendedora, o entusiasmo irreprimível e um pouco de boa sorte deram aos Estados Unidos sua primeira rede de esportes 24 horas em 1979. Uma vez desencadeado pelos fãs de esportes, o impacto da ESPN mudou para sempre a maneira como assistimos televisão.

Em 1978, o conceito de uma rede esportiva total operando sem parar desafiava a imaginação, mas alcançou a realidade em apenas 14 meses. Os pessimistas eram abundantes – especialmente entre os gigantes da transmissão nos EUA. 

Não havia redes de 24 horas em 1979 – nem ABC, CBS, NBC, nem mesmo HBO, redes norte-americanas conhecidas em todo o mundo. A ESPN estreou às 19:00, sexta-feira, 7 de setembro de 1979.

História da ESPN: primeiros sucessos 

A ideia era uma novidade para todos e, por esse motivo, a ESPN fez sucesso nos seus primeiros meses, com programas esportivos 24 horas por dia. No entanto, a audiência foi se dissipando com o passar do tempo. O principal fator para essa perda de público foi a falta de transmissões ao vivo de competições profissionais, que ainda estavam nas mãos de outras gigantes da comunicação. 

O primeiro campeonato profissional transmitido pela ESPN aconteceu apenas 4 anos depois da sua estréia na televisão estadunidense. A competição, no entanto, não era lá uma das mais populares: a United States Football League foi uma liga profissional de futebol americano que durou apenas 3 anos e tinha a intenção de competir com a NFL. 

Apesar de não ser uma liga muito grande, a primeira transmissão profissional ao vivo fez com que o público voltasse os olhos para a ESPN, fazendo com que ela ganhasse força. Apenas um ano após a extinção da USFL, a ESPN conseguiu direitos parciais da transmissão da NFL, liga de maior sucesso nos Estados Unidos. A concessão da liga, no entanto, teria um condição: que a ESPN transmitisse, uma vez por semana, jogos com sinal aberto. 

História da ESPN: chegada ao Brasil

A ESPN é uma das maiores redes de TV fechada no Brasil atualmente. Ficando atrás somente do SporTV, pertencente ao Grupo Globo de Comunicações, a empresa se tornou, por aqui, uma referência quando o assunto são os esportes.

A empresa só chegou efetivamente ao Brasil em 1989, com transmissões em outros canais. Na época, ainda não possuía canal próprio. Tudo mudou em 1995, quando conseguiu a concessão para atuar como ESPN Brasil nas assinaturas de TV fechada do país.

Como naquela época o SporTV dominava amplamente o mercado, a ideia da ESPN não era disputar, mas sim conviver com uma outra proposta. Por esse motivo, a empresa investiu na imagem de esporte como informação e não como entretenimento. Era uma nova forma de tratar o assunto, com mais seriedade e cara de jornalismo. O próprio slogan da empresa representava essa imagem: “ESPN. Informação é o nosso esporte”. 

História da ESPN: dias atuais 

Hoje, a ESPN, líder mundial em esportes, atinge mais de 100 milhões de residências apenas em seu país de origem e é entregue em vários idiomas para inúmeros países ao redor do mundo, como é o caso do Brasil.

Em seus sonhos mais loucos, a dupla de Rasmussen “ou qualquer outra pessoa” não poderia ter adivinhado a magnitude da idéia, o impacto que isso teria nas transmissões esportivas ou a aceitação global alcançada hoje.

Numa perspectiva que apenas a história nos oferece, o conceito que desafiava a imaginação agora é o padrão mundial da televisão esportiva, com transmissões do assunto 24 horas por dia.