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Como criar um site de vendas

Como criar um site de vendas

Como criar um site de vendas – Desde os primórdios da existência humana, a humanidade tem criado novas tecnologias que literalmente mudam a forma como a sociedade se constrói. Há milhares de anos atrás técnicas de agricultura foram inventadas, o que fez com que grupos parassem de ser nômades e se estabelecessem em um só lugar.

De lá para cá a tecnologia evoluiu cada vez mais, permitindo que a nossa vida sempre mais fácil. E, em toda a história, uma das inovações tecnológicas mais importantes para a maneira como a sociedade se organiza foi a internet. A década de 90, época conhecida como o “boom” da internet, propiciou algo que não era nem imaginável há décadas atrás.

Nos dias de hoje, é possível se comunicar com uma pessoa que está do outro do lado do mundo de forma instantânea!

Essas mudanças reorganizaram vários ramos da sociedade e fizeram com que novas relações surgissem. E não poderia ser diferente com o comércio, uma atividade feita pela humanidade por muito tempo! Estamos falando das lojas virtuais, que permitem que o consumidor compre algo do conforto de sua casa e o receba em poucos dias!

Cada vez mais o comércio virtual se populariza. Isso faz com que os estabelecimentos que não possuem esse tipo de alternativa se tornem obsoletos, mas também abre uma oportunidade de clientes exponencialmente maior! Se você tem interesse nessa atividade e quer abrir um comércio virtual, leia todo esse artigo sobre Como Criar um Site de Vendas.

O que é um Site de Vendas?

Um Site de Vendas é um portal na internet que tem o objetivo de vender produtos de forma virtual. Dessa forma, é possível colocar todos os produtos que você tem a disposição e anuncia-los em um sistema parecido com uma vitrine, por exemplo. Nesse sistema o consumidor poderá ver o nome do produto e o seu preço.

Caso se interesse, poderá clicar no produto e terá a opção de compra-lo. Na grande maioria das vezes, essa compra é feita por cartão de crédito, débito ou boletos de pagamento. Em poucos dias cliente poderá receber o produto em sua casa (ou no endereço especificado).

Por que ter um site de vendas?

Existem duas situações diferentes entre pessoas que podem ter o interesse em ter um site de vendas. A primeira é aquele empreendedor que já possui uma loja física, mas que não quer ficar para trás e pretende expandir o seu público, podendo enviar os seus produtos para várias cidades de todo o país.

O segundo caso é aquela pessoa que ainda não possui um empreendimento e quer começar com o site de vendas.

Nos dois casos, a loja virtual pode ser uma ótima opção. Para o primeiro, o empreendedor deve investir em sua expansão, a fim de que não fique obsoleto no mercado, sem opções de comércio virtual. Além disso, a expansão para a internet pode ser consideravelmente mais barata do que uma expansão física, que custará mais tempo e mais investimento.

Na segunda situação, abrir um site de vendas também é uma ótima alternativa. Isso se dá pelo fato de que a loja virtual depende de significativos menores investimentos do que uma loja física. Sendo assim, esse empreendedor poderá avaliar se o seu negócio realmente conseguirá se estabelecer sem ir à falência.

Vantagens de ter um Site de Vendas

Além de não ficar para trás no mercado, ter uma loja virtual pode trazer várias vantagens para o empreendedor, principalmente se relacionarmos com as condições de uma loja física. Algumas das vantagens podem ser vistas abaixo:

– 24 horas online:

Se você tem uma loja física, só poderá vender nos momentos em que está com as portas abertas, não é mesmo? Considerado o horário comercial, você só poderá ganhar dinheiro entre 9h até as 18h, por exemplo. No entanto, no caso de uma loja virtual, será possível vender 24 horas por dias.

Se um consumidor decidir procurar um produto na internet às 23 horas, por exemplo, poderá entrar no seu site e efetuar a compra em poucos minutos, sem precisar sair de sua cama.

– Expansão do público alvo:

Mesmo que você tenha uma loja física em um local muito movimentando, seus potenciais clientes serão apenas aqueles que moram próximos ao lugar ou que passam por ali com alguma frequência. Já no caso de uma loja virtual, isso será expandido de uma maneira exponencial. Na verdade, com plug-ins e parcerias de qualidade será possível vender para todo o país!

Alguns grandes sites vendem até para todo o mundo, como é o exemplo da Amazon – uma das marcas mais valiosas de todo o mundo – e da AliExpress.

– Mais barato:

Tudo que você irá precisar para montar uma loja online é um domínio – que não é algo caro – e alguns plug-ins instalados. Se não quiser comprar um domínio, há algumas empresas que oferecem aluguéis de lojas virtuais! E o melhor é que os preços são consideravelmente menores do que alugueis de uma loja física.

Além disso, montar toda a estrutura de uma loja física pode ser muito caro, mesmo se os seus produtos forem simples. Em uma loja virtual não será necessário nenhum tipo de estrutura, no máximo um depósito onde será guardado o seu estoque – que, em alguns casos, pode ser um quarto da sua casa.

Como criar um site de vendas?

Como criar um site de vendas?
Como criar um site de vendas?

Um dos pontos mais positivos acerca da criação de site de vendas é a facilidade que o empreendedor terá nessa nova empreitada. Aqui está um passo a passo do que você deve fazer para ter uma loja virtual:

– Comprar um domínio:

Há alguns portais que oferece sites de forma gratuita, mas estes nem sempre são confiáveis, então sugiro que você compre um domínio próprio. A melhor e mais didática plataforma para a criação de sites é o WordPress! Não precisa ser nenhum programador para entender como a plataforma funciona e conseguir montar o seu site.

Além disso, há vários tutoriais no Youtube que ensinam como navegar na plataforma.

– Instale o plug-in WooCommerce:

Há vários plug-ins de e-commerce, mas o mais conhecido e intuitivo é o WooCommerce. Nele, será possível que você coloque uma loja virtual em seu domínio, colocando na vitrine todos os produtos da sua empresa! É fácil e rápido.

– Como receber em um site de vendas?

Receber por vendas virtuais já foi um grande problema nos primórdios da internet. Inicialmente, era necessário ter uma parceria com as empresas de cartão de crédito, o que tornava muito mais burocrático e nem tão seguro para o empreendedor e para os clientes.

Hoje em dia isso se tornou muito mais fácil. Em programas como o Paypal e PagSeguro – os quais também podem ser instalados no WordPress através de plug-ins, é possível ter segurança no momento de pagar e receber.

– Como entregar os produtos em um site de vendas?

Outro programa que pode ser instalado é o de Correios, que irá calcular a taxa de entrega para aquele endereço em específico. Sendo assim, essa taxa será adicionada ao valor final da compra daquela pessoa! Com esse dinheiro, você poderá levar o produto aos Correios e enviar para aquele endereço.

Site de vendas e o Registro de Marca

Ter um site de vendas pode ser uma ótima alternativa para quem quer expandir os seus horizontes e fortalecer a sua marca. No entanto, isso pode não adiantar de nada caso você não proteja os elementos que identificam a sua empresa. Por esse motivo o registro de marca é tão importante!

Esse processo, feito junto ao INPI, consiste no registro do nome e da identidade visual de sua empresa junto a esse órgão, o qual é uma autarquia federal. Tendo o pedido concedido, você terá o direito sobre aqueles elementos, e então nenhuma outra empresa – no mesmo segmento de atuação – poderá ter nomes ou elementos parecidos com aquele!

 

Investimentos de alto risco

Investimentos de alto risco

Investimentos de alto risco – O mundo dos investimentos pode ser um dos caminhos para o sucesso financeiro. No entanto, para conseguir se sobressair e realmente ganhar dinheiro nesse ramo o indivíduo deve saber a hora de agir e arriscar e o momento de guardar o seu capital para outros investimentos.

No Brasil os investimentos de alto risco não são muito populares, tendo em vista que a compra de ações não é muito usual por aqui. No entanto, se a pessoa souber como, quando e quando investir, esse mundo pode se tornar uma verdadeira mina de ouro!

Por esse motivo, nesse artigo iremos falar mais sobre os investimentos de alto risco. Leia todo o artigo e descubra mais sobre esse e vários outros temas relacionados ao mundo do empreendedorismo e dos investimentos!

O que são os investimentos de alto risco?

Os investimentos de alto risco são basicamente aqueles em que não é possível prever o seu retorno. Em alguns países mais desenvolvidos esse tipo de atividade é ensina no ensino médio para os jovens, o que pode contribuir para aquecer – e muito – a economia do lugar.

No entanto, aqui no Brasil os investimentos não são tão populares assim. Uma pesquisa da SPC Brasil publicada no ano de 2016 mostrou que quase 70 por cento de todos os brasileiros em idade economicamente ativa preferem investir na caderneta de poupança do que em ações com mais risco. Ao mesmo tempo em que essa preferência assegura o capital, a porcentagem de ganho será bem menor do que em investimentos com um risco maior.

Como já falado anteriormente, os investimentos de alto risco são aqueles em que não é possível prever os resultados. Sendo assim, da mesma maneira que você pode perder 50 por cento do seu dinheiro, poderá, ao final de todo o processo, ganhar mais de 1000 por cento do que investiu.

Os investimentos podem se tornar de alto risco por vários motivos: volatilidade extrema da ação, possibilidade de falência da empresa, aumento de juros inerentes ao governo, como inflação, impostos, dentre outros.

Vale lembrar também que, apesar de muitas pessoas defenderem essa posição, nenhum investimento, nem mesmo a poupança, possui risco zero. Para entender melhor essa afirmação, um risco é medido a possibilidade de você não receber todo o seu dinheiro de volta.

Sendo assim, apesar das chances serem remotas, colocar o seu capital em uma poupança pode também trazer riscos. A falência da instituição financeira, por exemplo, pode ser um caso em que a poupança apresente riscos para o seu dinheiro.

Desvantagens do investimento de alto risco

Você já deve imaginar quais são as desvantagens de colocar o seu capital em um investimento de alto risco. Basicamente, você não sabe se terá o seu dinheiro de volta, tendo em vista que as variações são muitas nesse tipo de papel. No mercado de ações, existem dois tipos de investimentos de alto risco: os blue chips e os micos.

No caso dos blue chips, esses se tratam de ações de empresas enormes, multinacionais com força no mercado. Um exemplo dessas multinacionais é a Petrobras. Ações de empresas desse porte possuem grande liquidez, podendo ser compradas e vendidas em questão de minutos – e com preços diferentes.

O risco está contido na volatilidade do mercado. A qualquer momento as ações podem descer, mas podem subir bastante em pouco tempo.

Já no caso dos micos, a situação é um pouco diferente. São ações de empresas que estão a beira da falência ou passando por recuperação judicial. Por esse motivo, cada ação mico vale centavos. O problema dessas ações é que você pode perder todo o seu dinheiro a qualquer momento, com entraves na justiça ou com a real falência da empresa.

Vantagens de investimentos de alto risco

Não é difícil também imaginar quais são as vantagens de um investimento de alto risco. Acontece que, ao mesmo tempo em que você pode perder todo o capital investido em questão de segundos, as ações podem variar muito de forma positiva e você pode ficar milionário da noite para o dia.

Vamos dar um exemplo: Uma empresa a beira da falência tem suas ações em 10 centavos. Um investidor compra R$ 1.000,00 em ações dessa empresa. Em um belo dia essa empresa consegue reerguer das cinzas, lançando um produto inovador para o mercado. Esse produto faz sucesso e se torna uma febre em todo o país.

As ações, que foram compradas pelo investidor por 10 centavos, passam a valor R$ 500,00. Esse investidor, que havia colocado mil reais na empresa, saiu com 500 mil na conta!

Como trabalhar com investimentos de alto risco?

Como trabalhar com investimentos de alto risco?
Como trabalhar com investimentos de alto risco?

Antes de qualquer coisa, é importante ressaltar que, para aquelas pessoas que ainda não conhecem sobre essa área e nunca estudaram o assunto, todos os investimentos, até aqueles menos voláteis, podem ser de alto risco. Sendo assim, se você está interessado em começar a investir o seu capital, estude as empresas e todo esse ramo, de forma a não cometer erros irreversíveis.

Os investimentos de alto risco devem ser tratados com muita atenção. Mesmo uma pessoa experiente pode ir à falência em menos de uma semana se não souber gerenciar esse tipo de ação.

O mais indicado é que o capital usado para investir nessas ações seja excedente. Isso significa que você não pode contar com aquele dinheiro no futuro. Sendo assim, caso você ganhe será uma surpresa, mas caso você perca não terá ido à falência.

Outra dica é não se concentrar em apenas um investimento de alto risco, mesmo que o capital seja excedente. Pegue o seu dinheiro e divida em alguns investimentos de alto risco, remanejando o capital de acordo com o que o mercado te oferecer ao longo dos dias. Isso é importante, tendo em vista que a probabilidade para que esse tipo de investimento venha a vingar não é grande, e assim você pode aumentar as suas chances de sucesso!

Alguns investimentos de alto risco

Se você se interessou por esse assunto e quer colocar o seu capital em investimentos de alto risco, aqui vão alguns exemplos para você:

– Empresas novatas:

Investir em empresas que acabaram de chegar no mercado pode ser um tiro no escuro. Ao mesmo tempo em que o negócio pode dar certo e te render centenas de milhares de reais, pode falir em um ano e você perder todo o seu investimento.

– Investidor-anjo em startups:

As startups são empresas novas com um tipo de operação totalmente diferente. Além disso as startups geralmente contém uma ideia inovadora, que pode ou não agradar o público em geral. Esse tipo de negócio depende do investimento de outras pessoas que acreditam naquele produto, os quais são chamados de investidores-anjos.

Caso a ideia vingue, você será agraciado. Caso empaque e não saia do lugar, você terá perdido o dinheiro.

– Investir em câmbio:

Mesmo se você não entende de investimentos, provavelmente já ouviu várias vezes no jornal: “hoje o dólar valorizou x por cento”. Se você quer investir no câmbio, tem de saber que o valor irá variar todos os dias. Há meses atrás, o dólar estava custando dois reais e cinquenta centavos. Hoje já está perto de quatro reais!

– Ações mico:

As ações mico já foram faladas no exemplo acima. Apostar o seu capital em empresas a beira da falência ou que estão movendo ações judiciais.

Como elaborar um mapa mental

Como elaborar um mapa mental

 

O cérebro é, sem nenhuma dúvida, o órgão mais importante de todo o nosso corpo. É ele quem comanda tudo o que fazemos, desde os pensamentos até os esforços físicos, como andar, carregar algo, dentre outros. Além disso, é no cérebro onde ficam guardadas as nossas memórias e tudo que aprendemos ao longo de nossas vidas.

Com toda essa complexidade, nem sempre é fácil acessar alguns lugares no cérebro, o que pode dificultar a lembrança de alguma coisa ou mesmo a tomada de uma decisão. Por esse motivo, algumas ferramentas foram criadas e podem ajudar as pessoas nesse tipo de situação.

Um exemplo dessas ferramentas é o mapa mental. Nesse artigo iremos falar mais sobre ele, fazendo um passo a passo de como faze-lo e explicando a sua relação com a prática do Coaching.

 

O que é um mapa mental?

Antes mesmo de saber como elaborar um mapa mental, é necessário entender em que consiste, de fato, essa ferramenta. Basicamente, é um processo onde, a partir de uma palavra – o título – o indivíduo realiza sinapses que levam a outro pensamentos – os quais são todos anotados. Isso pode ajudar a lembrar algo ou pensar em soluções criativas para um problema.

A técnica foi desenvolvida pelo escritor inglês Tony Buzan. O seu maior diferencial é fazer com que as pessoas possam organizar o seu pensamento de forma harmônica. Sendo assim, ao final do processo, com todos os raciocínios no papel, é possível traçar um caminho para a resolução de algo.

Buzan defendia que o seu método era altamente funcional por um fator em específico: ele funciona da mesma maneira que o nosso cérebro, sendo um estilo confortante para a mente. Cada ramificação seria como uma sinapse neural, fortalecendo ainda mais essas conexões.

Além disso, com a finalidade de aumentar os resultados que podem ser obtidos através dessas ferramentas, há vários outros recursos que podem ser utilizados para além das ramificações. Estes, por sua vez, podem ser cores, símbolos, desenhos, dentre vários outros.

 

Como elaborar um mapa mental?

Primeiramente, você vai precisar de alguns materiais em específico: uma folha, lápis, borracha e canetinhas de cores variadas. Além disso, poderá usar adesivos para a colagem, se assim preferir.

O primeiro passo é definir uma temática para o seu mapa mental. Como muitos de vocês já sabem, o Coaching visa definir uma meta a ser atingida para os seus coachees. No entanto, muitas vezes nem o próprio indivíduo sabe onde quer chegar, e o mapa mental pode ser uma ótima maneira para isso. É recomendada uma consulta a um Coach para conduzir todo o exercício.

Com a temática já bem definida, você pode pular para a segunda etapa do mapa mental. Nesse momento, você deverá olhar para o seu tema e anotar – em ramificações – as primeiras coisas que se relacionam com ele, o que vem a sua cabeça ao pensar naquilo.

Sendo assim, se o objetivo aqui é definir quais são as suas metas, para assim traçar um plano, coloque essa palavra no centro e vá adicionando tudo que vem a sua cabeça. Quando já tiver adicionado alguns tópicos, você continuará a fazer a mesma coisa, mas agora  com uma das ramificações.

Por exemplo, se o tema central for “metas”, e uma das suas ramificações for família, faça algumas ramificações nesse último tópico e anote as primeiras coisas que vem a sua cabeça ao falar de família. Ao fim do processo, o Coach poderá analisar o seu mapa mental e, a partir dele, definir quais são os seus objetivos.

 

 

 

 

Funcionário público pode ser MEI?

Funcionário público pode ser MEI?

 

O sonho de abrir uma empresa e ser seu próprio chefe ainda está no coração de milhares de brasileiros e milhões de pessoas ao redor de todo o mundo. Maior prestígio social, maior retorno financeiro e uma vida bem mais tranqüila e feliz. Esses são só alguns dos motivos que podem levar uma pessoa até esse sonho.

No entanto, como qualquer coisa, é necessário se formalizar e fazer as coisas da maneira certa, para não ter que sofrer as conseqüências lá na frente. O cadastro do micro empreendedor individual – mais conhecido como MEI – é uma das formas de se formalizar como um empresário, ganhando o seu CNPJ, e mesmo assim não pagar todos os enormes impostos de uma empresa normal.

No entanto, existem algumas regras quanto a quem pode ou não pode fazer o cadastro de MEI. Por esse motivo, nesse artigo iremos falar mais sobre isso, principalmente sobre a relação do funcionário público com esse tipo de cadastro. Além disso, lendo todo o texto será possível tirar várias dúvidas em relação ao MEI e saber mais sobre todo o processo.

 

O funcionário público pode ser MEI?

É comum que servidores públicos tenham a vontade de ser MEI, tendo em vista que, na grande maioria das vezes, há o capital disponível para o investimento inicial e também um tempo mínimo para se preocupar com a empresa. No entanto, infelizmente não há como um funcionário público ter o seu cadastro de micro empreendedor individual.

Enquanto a pessoa que trabalha em órgãos públicos estiver exercendo a sua função, não poderá ser um empresário. Caso isso ocorra, o indivíduo não receberá o seu salário enquanto possuir um cadastro. No entanto, caso se aposente, um funcionário público pode investir na sua carreira de empreendedor.

 

O que é o MEI?

Algumas pessoas têm interesse em seguir na área do empreendedorismo, mas ainda não sabem fatores básicos sobre esse mundo. Como já falado anteriormente, MEI é um sigla para o termo “micro empreendedor individual”. Dessa forma, quem ainda está trabalhando na informalidade ou mesmo não abriu a sua empresa pode passar por esse cadastro.

 

Para que serve o MEI?

Se estamos falando tanto da importância de passar pelo cadastro de MEI, é necessário falar para que ele serve e em que ele pode beneficiar os seus negócios. O documento que se obtém ao final do processo é o resposnável por transformar o profissional informal em um legítimo empresário. Dessa forma, você será considerado um verdadeiro empreendedor dali para frente.

Mas quais são os verdadeiros benefícios disso. Bom, podemos citar alguns:

 

– Você poderá abrir conta jurídica:

Depois de fazer o cadastro de micro empreendedor individual, você terá um número de CNPJ para a sua empresa. Dessa forma, será possível abrir uma conta jurídica para o seu negócio, o que poderá ser muito benéfico. Além da carga consideravelmente reduzida de impostos, uma conta jurídica permite que o seu titular pegue empréstimos com valores mais altos, possibilitando assim aquele “up” na sua empresa.

Ainda assim, algumas linhas de crédito são destinadas apenas para os empreendedores. No entanto, cada banco trabalha de forma diferente e é necessário consultar a sua agência para verificar quais as condições para contas de pessoas jurídicas.

– Você terá um CNPJ:

Além de poder abrir a conta jurídica, ao passar pelo processo de cadastro de MEI você terá um CNPJ para a sua empresa. E os benefícios relacionados a ele são diversos! Em primeiro lugar, você que tem um negócio e ainda não tem esse cadastro, já percebeu como é difícil comprar de grandes fornecedores sem um CNPJ?

Isso se dá pelo fato de que, sem esse cadastro, não é possível confirmar que o indivíduo possui uma empresa, e os grandes fornecedores não costuma vender a preço de atacado. Diante disso, tendo um CNPJ você poderá comprar os seus produtos por um preço menor!

O CNPJ funciona como um número para identificar que você é um empreendedor e, fazendo um paralelo, é como o CPF para pessoas físicas. Esse tipo de documento formaliza a sua atividade junto ao governo, ou seja, você passará contribuir na economia do seu país como um empresário!

– Você pagará menos impostos:

Algumas pessoas menos experientes no mundo do empreendedorismo não sabem o que é MEI, e acabam abrindo uma empresa em outras diretrizes, consideravelmente mais burocráticas. Isso pode ser um erro e tanto, tendo em vista que, ao fazer esse tipo de cadastro, você pagará muito menos impostos do que uma empresa comum.

Acontece que o micro empreendedor individual também paga imposto, mas estes são quase insignificantes se compararmos aos outros tipos de cadastros.

 

Quais impostos um MEI precisa pagar?

Quais impostos um MEI precisa pagar?

Falamos anteriormente que uma pessoa com cadastro MEI pagará consideravelmente menos impostos do que uma empresa menor. No entanto, isso não significa que você não pagará nenhuma taxa.

O valor das taxas do MEI pode variar ano a ano, principalmente devido a variação do salário mínimo. Atualmente, o que um micro empreendedor individual deve pagar é: cinco por cento (5%) do valor do salário mínimo daquele ano, R$ 1,00 – em casos de indústrias ou comércio – e R$ 5,00 – em casos de serviços.

Dessa forma, no ano de 2018 um MEI deveria pagar:

  • Se a sua empresa for apenas indústria ou comércio: R$48.70;
  • Se a sua empresa fornecer serviços: R$ 52,70;
  • Se for uma empresa de comércio e de serviços: R$ 53,70.

No entanto, é importante ressaltar que os cinco por cento do salário mínimo é uma contribuição destinada à Previdência Social. Dessa forma, apesar de estar pagando todos os anos, você receberá esse valor em sua aposentadoria – por idade ou invalidez –, licença maternidade, auxílio doença, dentre outros.

 

O que é preciso para fazer o cadastro do MEI?

Como já falamos, um funcionário público não pode ser um empresário ao mesmo tempo em que exerce a sua função. Além disso, existem algumas outras diretrizes que uma pessoa precisa se enquadrar para poder passar por esse processo.

Primeiramente, um micro empreendedor individual não pode ter participação em outro negócio. Dessa forma, o governo irá analisar se aquela pessoa é titular de outro CNPJ ou se é sócio de outra empresa.

Em segundo lugar, um indivíduo com cadastro do MEI pode ter, no máximo, apenas um funcionário. O empresário pode optar ou não poder contar com esse colaborador. Este, por sua vez, terá de receber, no mínimo, um salário mínimo ou o piso salarial da função que ele exerce.

A última regra para ser um micro empreendedor individual está relacionada com o seu faturamento anual. Um MEI deve faturar no máximo até R$ 81.000,00 por ano. É importante se ater ao fato de que faturamento é diferente do lucro. Nesse caso, o valor se refere à soma total do que foi ganho pela empresa, sem descontar os seus gastos.

 

Como passar pelo processo de cadastro MEI?

Com tudo que falamos até agora, incluindo os vários benefícios que esse tipo de  cadastro pode render para o pequeno empresário, você deve estar pensando no tamanho da burocracia para passar por esse processo. No entanto, a verdade é que isso pode demorar apenas alguns minutos e pode ser feito sem nem mesmo sair de casa.

Para fazer o cadastro do MEI tudo que você irá precisar é um computador, smartphone ou tablet e uma conexão com a internet! E o melhor, o processo é totalmente gratuito! Para entender melhor como passar pelo processo de cadastro, separamos cinco passos que deixarão muito mais fácil para você:

  • Primeiro passo: Acesse o site www.portaldoempreendedor.gov.br e clique no botão “Formalize-se”;
  • Segundo passo: Logo em seguida, digite o seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o número da sua certidão de nascimento;
  • Terceiro passo: Você será endereçado para uma página pedindo uma série de informações. Preencha todas com cuidado e clique em continuar;
  • Quarto passo: Nessa etapa, você terá de colocar o endereço do seu negócio. Algumas pessoas realizar em sua própria residência. Não tem problema, contanto que a sua cidade permita que esse tipo de empresa ocorra em seu endereço. Você terá de consultar com a prefeitura;
  • Quinto passo: Pronto. Agora é só enviar o formulário e esperar. Em alguns minutos, se tudo tiver correto, você terá o seu cadastro de micro empreendedor individual;

 

O que fazer depois de ter o cadastro MEI?

O cadastro gerará um documento, o qual é proveitoso que você imprima. Depois de feito, para obter todos os benefícios como micro empreendedor, vá a agência do seu banco e abra uma conta jurídica.

No entanto, agora você também possui algumas obrigações com o governo. Mantenha em dia o pagamento das taxas federais, principalmente ao 20º dia de cada mês, que é a data limite para os pagamentos.

É proveitoso anotar cada movimentação no seu caixa, pois isso deverá ir para o Relatório Mensal das Receitas Brutas, no portal do MEI. Esses valores são usados para informar a Receita Federal, o que é feito uma vez ao ano.

 

Cometi erro no cadastro: posso modificar?

É necessário ter muita atenção no preenchimento das informações para o cadastro MEI. Isso se justifica pelo fato de que nem tudo pode ser modificado em seu relatório. Por esse motivo, nesse tópico falaremos o que é permitido. Caso não seja mencionado, significa que essa informação não pode ser alterada e pode lhe causar problemas.

  • Endereço;
  • Endereço eletrônico;
  • Telefone;
  • Nome fantasia, isto é, o título do estabelecimento;
  • Atividades econômicas;
  • Forma de atuar;
  • Capital social;

 

Registro de marca também é importante!

O cadastro de micro empreendedor individual é muito importante para quem está entrando agora no mundo do empreendedorismo. Além de facilitar a sua vida com fornecedores e bancos, os impostos podem ser bem menores. No entanto, há outro tipo de processo que pode ser de vital importância para o crescimento da sua empresa: o registro de marca!

O registro de marca é um pedido feito junto ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI), onde o dono de um negócio pode registrar o nome e a identidade visual daquela empresa. Sendo assim, como é uma autarquia federal, a aceitação desse pedido irá garantir que, naquele segmento de atuação, só você usará aquela identidade em todo o território nacional.

O processo do registro de marca é um pouco mais longo e burocrático, mas também é importante! Para te ajudar e garantir o sucesso, contrate uma empresa especializada nesse tipo de serviço. A Arena Marcas & Patentes atua há mais de 60 anos nesse mercado, sendo a pioneira em Minas Gerais. Ligue e consulte condições!

O que é a metodologia DISC

O que é a metodologia DISC

Configurar sua própria empresa é relativamente fácil. É suficiente que você registre um nome, estabeleça o domicílio fiscal, obtenha a licença e conte com algum capital (embora haja ajudas, se você simplesmente mancar com dinheiro). Tudo pode parecer maravilhoso até chegar a hora de atrair clientes. E nem sempre se trata de tentar convencer a outra pessoa de que a sua maneira de trabalhar é a que mais lhe convém ou de que suas taxas são as mais competitivas, mas para fazer com que esse possível cliente se sinta compreendido e ouvido.

Há algum tempo, a neurologia e a psicologia vêm assumindo diferentes setores, como marketing ou publicidade. E é isso, apelar para as emoções geralmente abre todas as portas. Por isso, vamos falar sobre a metodologia DISC e como ela ajuda as empresas.

A metodologia DISC é uma ferramenta amplamente utilizada por um grande número de empresas pela sua eficácia tanto para o desenvolvimento e valorização do talento humano ou, ao contrário, é utilizada para facilitar o fechamento de algumas vendas .

 

Quem formulou a metodologia DISC

Com cerca de 80 anos, essa metodologia foi introduzida por William Marston e, desde então, cresceu e se desenvolveu. Esta metodologia ajuda a estudar o comportamento natural das pessoas em relação a diferentes situações.

 

Quais dados você fornece?

DISC é uma sigla formada pelas seguintes palavras:

Decisão: isto é, como respondemos aos desafios e desafios que surgem em nosso caminho.

Interação: como nos relacionamos e como influenciamos os outros.

Serenidade: qual é a nossa resposta ao ritmo das coisas e mudanças.

Compliance: de que maneira respondemos às normas estabelecidas.

 

Como usar a metodologia DISC?

Podemos usá-la em diferentes situações.

Para gerenciar nossas equipes. Podemos usar os dados obtidos após a realização do teste para criar equipes de trabalho eficientes. Você também pode criar estratégias de gerenciamento de equipamentos. Isto é, ajude quem precisa melhorar. Assim, o ambiente de trabalho será melhorado.

Para selecionar candidatos. As empresas estão interessadas em criar modelos em que os profissionais tenham personalidades que beneficiem o trabalho que cada pessoa deve realizar. Ou seja, existem tarefas em que um tipo de perfil ou outro é necessário.

Para obter vendas. Se obtivermos informações suficientes sobre nossos clientes, ou seja, identificarmos seu perfil, poderemos fazer uma comunicação mais afetiva com eles.

Mas, neste caso, devemos trabalhar com dados menos concretos do que aqueles que são normalmente obtidos a partir deste teste, mas o importante é poder trabalhar com algum tipo de dados.