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o que é marca nominativa

O que é marca nominativa?

Existem diferentes tipos de apresentações de marca que você deve escolher ao fazer seu registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). São elas: marca nominativa, marca figurativa, marca mista e marca tridimensional. Nesse artigo, vamos falar um pouco mais sobre a marca nominativa, entrando em suas vantagens e desvantagens, além da definição.

Neste artigo você encontrará os seguintes tópicos:

  • O que é uma Marca;
  • O que é o Registro de Marca;
  • Conceito de Marca Nominativa;
  • Benefícios e exemplos.
  • Como registrar uma marca nominativa

O que é uma marca?

De acordo com o INPI, podemos entender uma marca como algo relacionado a um sinal distintivo, em que identificar a origem a distinguir serviços ou produtos de outros semelhantes ou até idênticos são suas principais funções. Assim, podemos dizer que a sua marca é o que vai fazer com que os seus clientes e potenciais clientes consigam diferenciar seus serviços e produtos de outros, criando mais identidade e vinculando características à sua empresa. Esses fatores, como confiança e qualidade, além de outras características que geralmente estão associadas a uma marca renomada, são o diferencial mais importante aos olhos do consumidor.  

O que é o Registro de Marca?

O registro de marca é um título concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial que garante ao proprietário de uma marca o seu uso de forma exclusiva, de modo que nenhuma outra pessoa pode usufruir de seu nome ou logo para comercializar produtos. Os benefícios desse registro são muito claros: além do uso exclusivo, a proteção para a marca é duradoura, perdurando por todo um decênio, isto é, um período de dez anos a partir do registro.

Esse decênio é renovável caso o proprietário ainda esteja com a marca no mercado e deseje continuar com ela registrada em território nacional. O processo é realizado em diversas etapas e pode perdurar por até 28 meses a depender do órgão federal responsável.

Tipos de Marca

Como dito acima, o titular da marca precisa escolher entre algumas formas de apresentação que são aceitas pelo INPI. Antes de falar mais especificamente sobre a Marca Nominativa, suas vantagens e desvantagens, vamos apresentar para vocês um pouco de cada uma das possíveis.

Marca nominativa: basicamente, é uma marca que é constituída por uma ou mais palavras, possuindo combinações de letras, números e também neologismos.

Marca figurativa: aqui já temos as marcas compostas por desenhos, figuras, imagens, símbolos, palavras compostas por letras de outros alfabetos, etc.

Marca mista: como o próprio nome diz, podemos entender as marcas mistas como uma marca composta por elementos nominativos e também figurativos. Outra opção é ser constituído por elementos da marca nominativa, mas com formas estilizadas ou fantasiosas.

Marca tridimensional: normalmente utilizada para embalagens que possuem um tipo de forma bem distinta, as marcas tridimensionais são compostas por formas plásticas distintivas que podem individualizar produtos.

O que é marca nominativa?

Bom, já demos uma definição breve acima, mas podemos ser ainda mais específicos e claros. O grande objetivo das marcas nominativas são proteger o nome em si, causando a diferenciação das outras por sua fonética.

Ao não existir algum elemento figurativo para ajudar nessa diferenciação, as marcas nominativas precisam ter um modo para a distinção bem claro. Tem que ser forte e única, sem apresentar qualquer possibilidade de que seja confundida com outras marcas que já existem, principalmente possíveis concorrentes. Outro ponto é não se restringir apenas a descrever seu serviço ou destacar suas qualidades.

Antes de apresentar a vocês as vantagens, vamos falar um pouco sobre possíveis desvantagens das marcas nominativas, que não são muitas. A  marca nominativa não vai proteger sua logo; para isso você terá que registrar outra marca. Assim, concorrentes poderiam usar logos semelhantes ou iguais às suas sem enfrentar problemas judiciais.

Benefícios e exemplos

Escolher pela marca normativa pode resultar em diversos benefícios e não são poucos os exemplos de empresas grandes e de sucesso nacional e internacional que utilizaram dessa estratégia para registrar suas marcas.

A Avon e a Sony são exemplos que grandes empresas que utilizam dessa estratégia. Além delas, a Yakult, empresa que fabrica leite fermentado tornou-se tão famosa que o próprio produto que comercializa é confundido com o nome da empresa. Acontece também com as lâminas de barbear da Gillette.

Essas marcas optam por utilizar o registro de marca nominativa pela proteção oferecida nesse caso ser bem mais ampla que as tradicionais, embora a logo não esteja protegida – ainda que a maioria dessas empresas que adotam não possuam logo, apenas o escrito. 

Em linhas gerais, nenhuma outra empresa pode utilizar um nome que possua alguma semelhança em relação à sua já registrada. Casos em que altera-se uma letra, mas se mantém a pronúncia ou a semelhança na fonética se enquadram nesse grande espectro de proteção para uma marca nominativa. 

Como registrar uma marca nominativa

Os processos para se registrar uma marca nominativa junto ao INPI seguem os mesmos padrões do que os outros tipos, passando pela pesquisa, o pagamento da GRU, a publicação na Revista e as possíveis oposições, até chegar finalmente o resultado do deferimento ou indeferimento das marcas.

No entanto, como foi dito anteriormente, como o rigor de proteção para uma marca nesses requisitos é maior, também é maior a dificuldade para efetuar o registro. Por isso, a etapa da pesquisa torna-se ainda mais importante e deve ser feita por uma equipe especializada buscando sempre o detalhamento com o foco em diferentes vertentes: ortografia e fonética, principalmente.

A Arena Marcas e Patentes é uma empresa que conta com essa equipe especializada, com experiência, entre mestres de administração e profissionais de direito. Ligue e consulte as condições para registrar sua marca com segurança e transparência!

 

como cobrar um cliente inadimplente 4 dicas

Como cobrar um cliente inadimplente? 4 dicas

Inadimplência é uma palavra que está definida no dicionário como um termo jurídico que significa falta de cumprimento de uma obrigação. Em períodos de crises econômicas como o atual, isso acaba virando algo que o brasileiro precisa saber lidar da forma correta. Além da má organização da parte financeira que conhecemos acontecer no Brasil, existem também traços culturais que deixam a tentativa de diminuir dívidas um dos grandes desafios enfrentados por nosso país.

Evitar o prejuízo acaba por ser uma das grandes metas das empresas em tempos sombrios, exigindo estratégias, além de ser um objetivo para os próprios consumidores também. Com os empresários não querendo sair perdendo em hipótese alguma, clientes inadimplentes acabam precisando pagar tudo sem sofrer com juros altíssimos de outrora.

O brasileiro é conhecido por sua boa capacidade de fazer acordos favoráveis, o que vira uma vantagem em situações como essa. O modo de realizar a abordagem e fazer o diálogo são pontos importantes para que todos os problemas sejam resolvidos sem necessidade de ir à justiça, onde tudo se tornaria um processo lento e irritante. Dessa forma, é hora de apresentar a vocês algumas dicas sobre como cobrar clientes inadimplentes com a intenção de receber seus débitos.

4 dicas de como cobrar um cliente inadimplente

Ofereça alternativas

Antes de começar, existem algumas dicas mais básicas onde não precisamos nos alongar muito, mas podem ser úteis para você. Entre dicas para resolver essa problema, possuir um cadastro organizado, utilizar lembretes, realizar cobrança, saber fazer uma abordagem, oferecer vantagens e treinar sua equipe de cobrança são coisas básicas para lidar com inadimplentes.

Além de tudo isso, você também precisa ser compreensivo e, assim, oferecer alternativas para o cliente inadimplente. As tradicionais parcelas abusivas ou altos juros provavelmente não vão ajudar no caso de um cliente que está em situação delicada e deseja pagar, mas não tem como. Você deve manter o cliente interessado oferecendo alternativas, mesmo que para apenas parte da dívida.

Saber negociar

Estratégia é tudo e não é nesse momento que você deve ignorar esse fator. Não é porque a dívida é do cliente que ele tem que simplesmente se virar de qualquer maneira… Saiba negociar para que o prejuízo não seja total ou que seja necessária ação judicial. Receber uma parte na renegociação e parcelar o restante, por exemplo, deve ser considerado.

Faça contratos claros e objetivos

Você deve buscar por contratos que sejam respeitados por ambas as partes. Para isso, eles devem apresentar linguagem clara e simplificada, com todas as suas condições e objetivos bem escancarados para os dois lados da situação. Assim, sempre faça questão de criar seus contratos nesses termos, esclarecendo bem as cláusulas, previsões de multa, juros e datas de vencimento.

Facilite o pagamento

Bom, apesar de tudo, em alguns momentos você vai precisar ceder em uma situação onde ambas as partes querem lucros e facilidades. Dessa forma, você certamente deve oferecer condições para quitação da dívida por meio da compreensão de como é importante facilitar as formas de pagamento. E nem estamos falando sobre descontos, mas sim abrir um leque de opções para o cliente: aceitar cartões de crédito dos mais diferentes, enviar os boletos por correio eletrônico, além do cheque.

dinâmica de grupo

Dinâmica de grupo – Como garantir uma interação saudável na empresa

Toda e qualquer empresa, seja grande, média, ou pequena, tem um desejo em comum: crescer e evoluir no mercado, de forma a ser uma referência em sua área de atuação. Contudo, também sabemos que evoluir sozinho é, na maioria das vezes, muito mais difícil, principalmente quando se trata de uma companhia composta por vários funcionários, os quais são pessoas comuns, com suas vidas pessoas, desejos particulares e jeito único ser, como qualquer ser humano existente.

E é aí que entra um dos maiores desafios para os grandes chefes e líderes de uma empresa: como fazer com que todos os funcionários que compõe uma empresa, cada um com sua personalidade singular, trabalharem em conjunto visando um objetivo em comum? Como fazer para que todos os desejos únicos de cada indivíduo que integra o time de uma companhia se unam, de forma a visar o crescimento da empresa?

Apesar de não existir uma fórmula mágica para fazer isso acontecer, há alguns métodos e técnicas capazes de estimular a integração dos funcionários, fazendo com que estes trabalharem sempre o conjunto e visando um bem maior. Um desses métodos são chamados de dinâmicas de grupo.

O que são dinâmicas de grupo?

As dinâmicas de grupo são, basicamente, atividades promovidas pelos líderes ou mesmo por funcionários e coaches de empresas, os quais têm como maior objetivo melhorar a relação das pessoas integrantes daquele agrupamento. Além disso, um exercício de grupo pode servir para caracterizar a maneira de pensar e agir dos funcionários, estabelecendo assim uma forma de aproximação da empresa para com aquela pessoa, a fim de potencializar seus resultados dentro de uma empresa.

Por ser muitas vezes um momento de desconcentração, as dinâmicas de grupo também são atividades em que as pessoas deixam de ser apenas os funcionários da companhia, e acabam por mostrar o seu lado pessoal, único de cada pessoa. Tal desinibição pode contribuir para uma maior aproximação dos componentes daquele time, fazendo com que estes melhorem seu rendimento através do trabalho conjunto, onde um ajuda o outro a evoluir.

A comunicação dentro de uma organização

O primeiro passo para estabelecer um bom relacionamento entre os integrantes de uma empresa, principalmente na relação chefe-funcionário, é a comunicação dentro dessa organização. Dentro dessa lógica, toda instituição deve prezar pelo bom entendimento das regras e dos parâmetros de uma empresa, deixando claro para todos os funcionários pontos básicos, como o respeito mútuo, as metas a serem batidas, a interação saudável, dentre outros fatores.

Além disso, outro aspecto importante para uma boa comunicação dentro de uma empresa é a certeza do pleno funcionamento dos canais escolhidos. Caso este seja boca a boca (presencial), o orador deve possuir uma boa retórica, de modo a fazer com que os funcionários entendam bem a informação que está sendo passada.

Em grandes companhias, geralmente há vários superiores. Diante disso, também é importante ater-se ao fato da unificação das informações. Para uma empresa funcionar corretamente e ter seus funcionários trabalhando de forma conjunta, as informações passadas deverão ser únicas, de forma a não deixar os integrantes da empresa com duas ordens distintas, tornando impossível o trabalho produtivo.

A cultura de uma empresa

Se há algo que deve ser deixado claro para todos os funcionários de uma companhia, é a forma como aquele lugar funciona, isto é, como é a cultura daquela empresa. Para melhor entendimento do leitor, podemos dizer que esse conceito está relacionado com a forma de trabalho, como se dão as relações hierárquicas, a flexibilidade diante de várias questões. Além disso, a cultura de uma empresa pode estar relacionada com as características que um funcionário daquele lugar precisa ter, como as vestimentas, o jeito de falar com os clientes (em alguns casos) e outros aspectos.

Dessa forma, uma das companhias que mais se destaca nesse âmbito é o Google. Várias vezes ouvimos falar que os funcionários dessa grande marca possuem um ambiente de trabalho dos sonhos, que mais parece um playground do futuro. Bom, nem sempre uma empresa tem essa mesma condição, e o ambiente pode não ser o mesmo, mas a sensação de bem-estar pode ser bem parecida a partir de alguns passos importantes.

Em primeiro lugar, um aspecto que pode ser copiado dos ambientes de trabalho do Google é o compartilhamento de ideias entre os funcionários. O líder da companhia deve incentivar os integrantes do seu time a mostrar suas ideias e experiências de vida, de forma que todos passem para outros seus conhecimentos, auxiliando cada um e, consequentemente, a empresa como um todo.

Outro aspecto que pode ser colocado em prática na sua empresa é a proximidade dos setores de comando e liderança com toda a empresa. O Google á caracterizado por ser uma companhia que, ao contratar algum funcionário, discute o seu plano de carreira, mostrando a ele o quanto ele pode crescer dentro daquela empresa, o que resulta, também, em um crescimento da marca.

Além disso, é de conhecimento do grande público que o Google propicia sucessivos exercício em grupo (dinâmicas de grupo) para os seus funcionários, de modo a uni-los e formar um verdadeiro time em busca de um objetivo em comum.

Exemplos de Dinâmicas de grupo

Tendo em vista os benefícios trazidos por um melhor relacionamento dentro de uma empresa, é notável a necessidade da execução de dinâmicas de grupo capazes de aproximar todos os indivíduos integrantes daquele time.

Desse modo, podem ser dados alguns exemplos de dinâmica de grupo que podem mudar o ambiente de trabalho da empresa, otimizando os resultados:

 Exemplos de Dinâmicas de grupo – Quebra-Gelo

Esse é um dos tipos mais comuns de dinâmicas em grupo, e tem o objetivo de aproximar os integrantes daquela empresa. Cada participante deve escrever em um papel em branco algum problema que está passando ou que passou. Desse modo, os papeis são sorteados e os participantes devem ler o problema em voz alta e tentar apresentar uma solução para aquele aspecto.

Exemplos de Dinâmicas de grupo – Desafio

Também bastante utilizado em empresas, essa dinâmica em grupo tem o objetivo de explicitar a personalidade de cada participante do exercício. Em uma caixa de sapato embrulhada em papel preto, coloca-se alguns bombons. A sala deve ser formada em círculos e, dessa forma, os participantes, ao som de uma música, devem passar a caixa uns para os outros. Quando a música parar, o líder da dinâmica deve perguntar: “Você quer realizar esse desafio?”, até que algum se prontifique a abrir a caixa. Ao abrir, vai se deparar com um delicioso chocolate. A lição é que, quando encaramos o desafio, podemos ter agradáveis surpresas.

Afinal, quanto vale sua marca

Como patentear uma ideia ?

Se você é uma pessoa criativa com muitas ideias inovadoras de tecnologia e novos produtos, em algum momento você provavelmente se verá pensando em patentear uma ideia ou produto que você criou.

Mas como realizar esse processo de patentear uma ideia? É importante ter alguns passos em mente antes de tomar a decisão de entra com o processo de pedido de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o INPI, órgão responsável pelo registro de patentes no Brasil.

Veja algumas questões importantes que devem ser levadas em consideração:

– Decida porque você quer patentear.

– Determine se sua ideia se qualifica para uma patente.

– Documente totalmente seu novo processo ou design. Construir um protótipo funcional é sempre uma boa ideia.

– Decida se você deve usar um advogado

– Realize uma pesquisa completa de patentes

– Envie seu pedido de patente ao INPI

 

–  Por que você quer uma patentear uma ideia?

Certifique-se de que sua ideia é realmente inovadora. Não trabalhe com a ideia de que uma patente registrada lhe renderá muito lucro de cara. É importante saber quais suas aplicações e como sua ideia poderá render bons frutos. Pode ser o caso de pensar melhor na proposta e até pensar em alguns ajustes para melhorar a ideia.

Não é um procedimento para ser feito no calor do momento, precisa de ser pensado com cuidado e minúcia.

 

– Sua ideia se qualifica para uma patente?

Ao considerar se sua ideia ou projeto se qualificará para uma patente, primeiro é necessário considerar em que tipo de patente ela pode se enquadrar. Existem três tipos:

– Patente de Invenção: Define um novo processo ou uma melhoria para um processo existente, ou como uma máquina ou dispositivo funciona. (Validade de 20 anos).

– Modelo de utilidade: Aperfeiçoa um método, ideia ou produto já existente. (Validade de 15 anos).

– Desenho industrial: Um elemento com novo design e funcionalidade industriais. (Validade de 10 anos renováveis por mais cinco até o prazo final de 25 anos).

A maioria dos inventores que criam uma ideia totalmente nova para um dispositivo, método ou ideia ficará interessada em uma patente de invenção, mas é importante entender quais são os critérios de classificação usados pelo INPI para determinar qual o tipo de patente deverá ser registrado. Veja alguns pontos que devem ser levados em consideração:

– Atividade Inventiva: o processo utilizado até chegar ao resultado final deve ser realmente novo e demonstrar uma série de características que comprovam que se trata de uma ideia digna de uma patente e não apenas uma variação de algo já existente e registrado.

– Novidade: não se registra uma patente se não se tratar de algo realmente inovador. O pedido de patente deve apresentar uma ideia, método, aparelho ou dispositivo que seja significativamente diferente de qualquer outro já inventado.

– Aplicabilidade Industrial: esse é o ponto mais prático analisado pelo INPI. Uma ideia inovadora e pensada através de um processo realmente inventivo não vale de nada se não for útil para alguma atividade. O critério de aplicabilidade industrial avalia essa dimensão do registro de patentes.

– Documente totalmente sua ideia

O primeiro passo mais simples no seu processo de inscrição é descrever sua ideia de invenção. Você deve fazer isso de uma maneira formal, e realmente ter uma testemunha (e até uma segunda testemunha) para assinar sua descrição.

Se a sua ideia for mais de uma ideia não física, como um aplicativo ou uma nova maneira de transferir informações pela Internet, apenas documente o fluxo lógico ou o conceito de alguma forma clara. Não precisa ser muito complicado, mas deve ser extremamente completo.

– Busque ajuda profissional

Legalmente, o INPI não exige que você contrate um advogado. Você pode patentear uma ideia por conta própria, e os examinadores de patentes de fato o ajudarão durante o processo, tanto quanto possível. No entanto, existem algumas situações em que você realmente precisa investir em um advogado para proteger sua ideia.

Se você não tem certeza se sua ideia está qualificada. Isso significa que você precisa de alguém com um entendimento completo das regras de patentes e das leis relacionadas à qualificação de patentes.

Você não está confiante em fazer uma pesquisa de patentes. Os advogados de patentes contratam pesquisadores de patentes profissionais que despejam através do banco de dados do INPI para ideias semelhantes. Você poderia ignorar um advogado, contratando um especialista, ou usando um serviço online. Você pode realizar a pesquisa diretamente na página de pesquisa de patentes do INPI.

–  Realize uma pesquisa de patentes

Como explicado acima, um passo importante no processo de solicitação de patente é garantir que ninguém tenha inventado sua ideia. Isso não é apenas para ver se sua ideia existe, mas também para pesquisar as patentes mais relevantes para a sua. Parte do seu pedido de patente terá que incluir uma lista destes, e sua explicação sobre o motivo pelo qual a sua própria invenção é única a partir dessas patentes referenciadas.

 

Melhores livros para desenvolvimento pessoal e profissional

O desenvolvimento pessoal é um processo vitalício. É uma forma para as pessoas avaliarem suas habilidades e qualidades, considerar seus objetivos na vida e estabelecer metas para realizar e maximizar seu potencial. Existem muitas ideias em torno do desenvolvimento pessoal, uma das quais é o processo de auto-realização de Abraham Maslow.

Maslow (1970) diz que todos os indivíduos têm certa necessidade embutida de desenvolvimento pessoal que ocorre através de um processo chamado de auto-realização. A medida em que as pessoas são capazes de se desenvolver depende de certas necessidades sendo atendidas e essas necessidades acabam formando algo como uma hierarquia. Somente quando um nível de necessidade é satisfeito, pode ser desenvolvido um nível mais alto. No entanto, à medida que a mudança ocorre ao longo da vida, o nível de necessidade que motiva o comportamento de alguém a qualquer momento também muda.

Agora que você já tem uma pequena noção do tema, vamos lhe apresentar os cinco melhores livros que abordam o desenvolvimento pessoal. Confira:

Melhores livros para desenvolvimento pessoal

  1. O Poder do Hábito — Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios

Em O Poder do Hábito, o premiado repórter de negócios Charles Duhigg, do New York Times, leva-nos ao limite das descobertas científicas que explicam por que os hábitos existem e como podem ser modificados. Com inteligência penetrante e uma capacidade de destilar vastas quantidades de informação em narrativas envolventes, Duhigg traz à vida uma nova compreensão da natureza humana e seu potencial de transformação.

  1. O Poder do Agora

A mensagem de Eckhart Tolle é simples: viver no agora é o caminho mais verdadeiro para a felicidade e a iluminação. E enquanto esta mensagem pode não parecer incrivelmente original ou nova, a escrita clara, a voz de apoio e o entusiasmo de Tolle fazem deste um excelente manual para qualquer um que já se perguntou o que exatamente “viver no agora” significa. Acima de tudo, Tolle é um professor de classe mundial, capaz de explicar conceitos complicados em linguagem concreta.

  1. Um Novo Mundo — O Despertar de uma Nova Consciência

Com seu guia espiritual O Poder do Agora, Eckhart Tolle inspirou milhões de leitores a descobrir a liberdade e a alegria de uma vida vivida “no agora”. Em Um Novo Mundo, Tolle expande essas ideias poderosas para mostrar como transcender nosso ego O estado de consciência baseado não é apenas essencial para a felicidade pessoal, mas também a chave para acabar com o conflito e o sofrimento em todo o mundo. Tolle descreve como nosso apego ao ego cria a disfunção que leva à raiva, ciúme e infelicidade, e mostra aos leitores como despertar para um novo estado de consciência e seguir o caminho para uma existência verdadeiramente gratificante.

  1. Modificação de Comportamento — O que é e como fazer

Os autores começam com princípios básicos e procedimentos de modificação de comportamento e, em seguida, fornecem leitores com instruções para como observar e gravar. Em seguida, os autores fornecem discussões e referências avançadas para familiarizar os leitores com alguns dos fundamentos empíricos e teóricos do campo. Os leitores surgirão com uma compreensão completa da modificação do comportamento em uma ampla variedade de populações e configurações.

  1. Desperte seu gigante interior

Essa obra de Anthony Robbins pode ser definida em três tópicos. “Toda vez que você quiser sinceramente fazer uma mudança, a primeira coisa que você deve fazer é elevar seus padrões e acreditar que pode conhecê-los”.

“Precisamos mudar nosso sistema de crenças e desenvolver um senso de certeza de que podemos e vamos atender aos novos padrões antes de realmente fazê-lo.”

“O que molda nossas vidas é aquilo que fazemos constantemente.”

Na educação, o termo desenvolvimento profissional pode ser usado em referência a uma ampla variedade de treinamento especializado, educação formal ou aprendizado profissional avançado destinado a ajudar administradores, professores e outros educadores a melhorar seu conhecimento profissional, competência, habilidade e eficácia. Quando o termo é usado em contextos educacionais sem qualificação, exemplos específicos ou explicações adicionais, no entanto, pode ser difícil determinar precisamente a que “desenvolvimento profissional” se refere.

Na prática, o desenvolvimento profissional para educadores abrange uma gama extremamente ampla de tópicos e formatos. Por exemplo, experiências de desenvolvimento profissional podem ser financiadas por orçamentos e programas distritais, escolares ou estaduais, ou podem ser apoiadas por um subsídio da fundação ou outra fonte de financiamento privado. Eles podem variar de uma conferência de um dia a um workshop de duas semanas até um programa de graduação avançada de vários anos. Eles podem ser entregues pessoalmente ou on-line, durante o dia na escola ou fora do horário normal da escola, e através de interações individuais ou em situações de grupo. E podem ser liderados e facilitados por educadores dentro de uma escola ou fornecidos por consultores externos ou organizações contratadas por uma escola ou distrito. E, claro, a lista de possíveis formatos poderia continuar.

Melhores livros para desenvolvimento profissional

  1. A decisão num piscar de olhos

Nosso cérebro é como um computador que processa todo o conhecimento instantaneamente para dar a primeira impressão. O “corte fino” nos permite tomar decisões rapidamente que podem ser tão boas quanto as feitas com cautela e deliberadamente. Essa técnica pode ser aprendida através da prática e controlada até o ponto em que você sabe que pode confiar em seus instintos ou não.

  1. Economia criativa: como ganhar dinheiro com ideias criativas

A criatividade é o negócio que mais cresce no mundo. As empresas estão famintas por pessoas com idéias – e cada vez mais pessoas querem fazer, comprar, vender e compartilhar produtos criativos. Mas como você transforma criatividade em dinheiro? Nesta edição reescrita de seu aclamado livro, o especialista em criação John Howkins mostra o que é criatividade, como ela prospera e como ela está mudando na era digital.

  1. Comece algo que faça a diferença

Em 2006, Blake Mycoskie era um empreendedor de 29 anos. Ele fundou sua primeira empresa quando tinha 19 anos e dez anos depois de fazer uma pausa de sua quarta empresa para viajar pela Argentina. Durante suas viagens, ele absorveu a cultura. Ele dançou o tango, jogou pólo, bebeu o vinho e até usou o sapato nacional – o alpargata. Agora, o homem por trás da TOMS Shoes quer ser inspiração para os outros.

  1. De zero a um

Peter Thiel, um dos fundadores do PayPal, realizou palestras regulares na Universidade de Stanford em 2012. Em cooperação com um aluno dessa turma, Blake Masters, Thiel fez as anotações de aula e as publicou como o livro “De zero a um”. Trata-se do empreendorismo buscando pelo ouro onde ainda não procuraram.

  1. A era da empatia

Abordando a questão de saber se é possível “combinar uma economia próspera com uma sociedade humana”, o zoólogo Franz De responde com um retumbante sim, virando a mesa para economistas como Milton Friedman, que justifica a competição acirrada baseada na noção de sobrevivência do mais apto.